terça-feira, 7 de junho de 2011

ESPECIAL GLÂNDULA PINEAL -10



Uma análise sob a ótica médica e espírita desta glândula que regula desde o funcionamento harmônico do corpo ao processo mediúnico.

No Séc. XVII, Descartes ensinava que a Glândula Pineal ou epífise era a sede da alma. No entanto, até há pouco tempo, essa estrutura cerebral era considerada simplesmente um orgão vestigial, um resquício do fotorreceptor dorsal ou terceiro olho presente em certos vertebrados inferiores.

Conhecida das Religiões Orientais, ela era particularmente festejadas entre os Hindus como um dos componentes dos chacras coronário, a flor de mil pétalas.
Mas somente a partir de 1945, com o lançamento do livro Missionários da Luz, recebido pelo médium Chico Xavier, tivemos mais amplas revelações quanto às funções da pineal no complexo mente-corpo-espírito. Nele, o autor espiritual André Luiz, pseudônimo de respeitado médico e cientista do início do século, falecido no Rio de Janeiro, expressando-se mais na condição de repórter do que de pesquisador, explica as funções, até então desconhecidas, da pineal. "Não se trata de órgão morto, mas poderosa usina", esclarece. Essas e outras informações preciosas podem ser resumidas em cinco itens:

a) A pineal segrega hormônios psíquicos ou "unidades-força" que controlam as glândulas sexuais e todo o sistema endócrino. Na puberdade, acordam no organismo do homem as forças criadoras. Aos 14 anos, aproximadamente, deixa a ação frenadora que exercia durante o período infantil e recomeça a funcionar como fonte criadora e válvula de escapamento. A partir da adolescência promove, portanto, a recapitulação da sexualidade, faz com que a criatura examine o inventário de suas paixões vividas em outras existências, que reaparecem sob fortes impulsos. Tanto os cromossomos da bolsa seminal como os do ovário recebem sua influência direta e determinada.

Desse modo, sua posição na experiência sexual é básica e absoluta;

b) Preside os fenômenos nervosos da emotividade, como órgão de elevada expressão do corpo espiritual; c) Comanda as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade, graças à sua ligação com a mente, através de princípios eletromagnéticos do campo vital; d) Supre de energias psíquicas todos os armazéns autônomos dos órgãos; e) É a glândula da vida mental, um dos principais constituintes do centro coronário, o mais importante centro vital do psicossoma ou corpo espiritual, instalado no diencéfalo.

Como vemos, em 1945, André Luiz revelou funções extremamente especializadas e importantes da pineal na economia orgânica, não suspeitadas ainda pela pesquisa médica terrestre, e foi além, afirmando que estamos plugados a outras dimensões da vida através dela. Durante a tarefa mediúnica, a epífise torna-se extremamente luminosa. Nesse momento, entram em jogo vibrações sutilíssimas, não detectadas por aparelhos comuns. A providência divina dotou essa pequenina estrutura, semelhante a uma ervilha e com o formato de um cone, que não pesa mais de 100 mg, de uma extraordinária potencialidade laboratorial que permite traduzir estímulos psíquicos em reações de ordem somática e vice-versa, colocando o ser encarnado em permanente contato com o mundo espiritual que é eterno, primitivo, preexistente.

Muitos estudos foram feitos para se determinar, no homem, quais os efeitos da luz sobre a produção de melatonina (hormônio do sono).

Concluiu-se que a luz do sol ou uma forte luz artificial determina a supressão da secreção de melatonina. Normalmente, o organismo tem um padrão constante de atuação, em que há altos níveis de secreção da melatonina à noite e baixos durante o dia. A luz exerce, portanto, papel primordial na regulação do hormônio pineal e atua em ciclos de 25 ou 26 horas. Os estudos cronobiológicos de Wurtman a respeito da melatonina levaram, inclusive, à utilização da luz artificial intensa para alguns casos de depressão, com bons resultados.

O escuro influencia, portanto, elevando a taxa de produção da melatonina. É possível que, intuitivamente, o homem sempre soubesse disso, porque desde os tempos imemoriais, desde as cavernas primitivas, ele tem procurado realizar seus intercâmbios com o outro lado da vida em ambientes muito pouco iluminados.

Mas não somente a luz, também o pólo magnético da Terra tem influência direta sobre o seu funcionamento.

Foram demonstradas a variação de melatonina conforme as estações do ano e sua influência na reprodução sazonal dos animais e nos fenômenos de hibernação. No homem também está presente essa variação sazonal. Nos velhos há uma redução desse processo hormonal, mas os pesquisadores não acreditam que ela esteja relacionada com a calcificação, mas a outros fatores.

A produção máxima de melatonina é alcançada durante o sono e coincide com os períodos de maior escuridão.

Observou-se que pacientes com jet-lag têm desordens dos ritmos circadianos, com perturbação nos níveis de produção da melatonina: picos em horários anormais e falta de sincronização. Há, nesses casos, um distúrbio do sono, da concentração, da fadiga, da capacidade de concentração etc.

Sabe-se que o sistema imunológico apresenta ritmo circadiano e sazonal no cumprimento de suas funções, o que indica que ele, provavelmente, tem a sua atividade regulada pela pineal. Já se constatou essa dependência em experiências com animais.

Do mesmo modo, verificou-se que a retirada da pineal provoca um crescimento do tecido do tumor canceroso, enquanto que a administração de melatonina produz efeito contrário. Sobretudo, no câncer de mama, parece que a secreção baixa de melatonina pode influir no seu desenvolvimento.

Tudo indica que ela também tenha um papel no estresse. Já se constatou relação direta entre níveis de produção de melatonina com fadiga e sonolência em indivíduos submetidos à constante privação do sono e de informação quanto ao período claro-escuro.

Em ratos pinealecomizados (privados de pineal) houve indução da hipertensão arterial que foi bloqueada com a administração da melatonina. É provável também a sua influência nas alterações da mielina e no glaucoma.

Há ainda relatos de influência da pineal em doenças neurológicas, como a epilepsia, doença de Parkinson, esclerose lateral aminotrófica e em distúrbios endócrinos, como a síndrome de Turner, hipogonadismo etc.

"Se pudéssemos apontar para um centro das emoções no cérebro, esse o seria o hipotálamo. Isso significa apenas que é nesse nível que os vários componentes da reação emocional são organizados em padrões definitivos", afirma Marino Jr.. De fato, o hipotálamo faz parte de um sistema complexo responsável pelo mecanismo que elabora as funções emotivas, o sistema límbico de Maclean.

André Luiz afirma que a pineal preside os fenômenos nervosos da emotividade. Já vimos que dois núcleos hipotalâmicos sofrem a sua ação direta. Cremos que é uma questão de tempo para a constatação científica dessa informação mediúnica.

Altschule (1957), Eldred et al. (1961) e outros autores têm realizado importantes estudos que demonstram a ação benéfica de extratos pineais sobre alguns esquizofrênicos.

Hartley e Smith (1973), com os resultados de seus trabalhos na Escola de Farmácia da Universidade de Bradford, Inglaterra, estão inclinados a admitir que, nos casos de esquizofrenia, a HIOMT, enzima responsável pela sintetização da melatonina, estaria agindo sobre substratos anormais, produzindo as substâncias implicadas na moléstia. Como a enzima age em um ritmo circadiano, é possível que na esquizofrenia ela trabalhe fora de fase com seu substrato, favorecendo uma transmetilação anormal. Há indícios de implicação da pineal na etimologia dessa moléstia, mas os estudos precisam avançar mais para que se chegue a uma conclusão definitiva.

André Luiz, o médico desencarnado, afirma que a pineal é a glândula mestra, aquela que tem ascendência sobre todo o sistema endócrino.

Neste artigo, citamos importantes pesquisadores que já detectaram a ação da melatonina sobre o hipotálamo, estrutura nobre considerada, até a presente, como responsável pelo sistema endócrino. Vimos também a ação gonadal desse hormônio sobre a reprodução sazonal dos animais em diversos distúrbios endócrinos.

Wurtman lembrou muito bem que nenhuma glândula foi tão exaustivamente pesquisada como a tireóide. No entanto, só muito recentemente foi detectada a tireocalciotonina, hormônio tireoideano de tão grande significado fisiológico.

Com esse apontamento, ele quis ressaltar o número ainda restrito de pesquisa sobre a pineal, uma vez que elas só começaram em meados deste século, enquanto as outras glândulas endócrinas já vinham sendo alvo de investigação há muitas décadas. Na verdade, a pesquisa médica vai evoluir muito mais no próximo milênio. Não se pode esquecer que o perispírito ainda é um ilustre desconhecido e sua simples descoberta por parte da ciência oficial, com possibilidade de investigação laboratorial, contribuirá para a mudança definitiva do enfoque materialista-mecanicista em que ela está lastreada. Aliás, só se conhecerá o potencial integral da pineal com as pesquisas concominantes do psicossoma. A verdadeira usina de luz em que ela se transforma, durante o fenômeno mediúnico, segundo descrição de André Luiz, só poderá ser detectada por lentes que alcancem a quarta dimensão.

Quanto a revelação de que ela é o centro das emoções, já vimos que é ainda o hipotálamo considerado como tal. Estudando, porém, o sistema límbico e suas conexões com a habênula (epitálamo) e as inter-relações desta glândula pineal, não é difícil prever que o aprofundamento das pesquisas determinarão mais ampla participação desta última no mecanismo das emoções.

O autor espiritual relata ainda, em seus estudos, que a pineal comanda as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade. Ele entende como forças subconscientes todo o arquivo da personalidade encarnada relativo a experiências de outras encarnações, desde a fase pré-racional até os dias presentes. Este assunto é tão amplo e importante que exigiria um outro artigo muito mais extenso do que este, inclusive com considerações psicanalíticas.

A pineal supre de energias psíquicas todos os armazéns autônomos dos órgãos. Aqui é útil lembrar que em outro livro – Evolução em Dois Mundos – André Luiz introduz o conceito de bióforos, esclarecendo que são estruturas do corpo espiritual presentes no interior da célula e com atuação marcante no seu funcionamento. Como exemplo, ele cita os mitocôndrios que acumulam energias espirituais sob a forma de grânulos e imprimem na intimidade celular a vontade do espírito. Desse modo, todos os estados mentais felizes e infelizes refletem-se sobre a economia orgânica.


Finalmente, é preciso considerá-la como glândula da vida mental. Já comentamos estudos que a colocam na etiologia de doenças como esquizofrenia.
É preciso considerar também o que Philip Lansky descreve sobre a conversão da melatonina em 10-methoxyharmalan, um potente alucinógeno. Em seu artigo – Neurochemistry and the Awakening of Kundalini – Lansky enfoca o processo pelo qual se dá a transmutação de energia sexual em psíquica, procurando explicar, neuroquimicamente, a experiência vivida por Gopi Krishna em sua autobiografia. Esse é o trecho descrito por Krishna, denominado kundalini:

"Durante uma dessas intensas concentrações, eu subitamente senti uma estranha sensação na base da espinha, no lugar onde toca o assento, enquanto eu sentei de pernas cruzadas em um tapete dobrado espalhado no chão. A sensação foi tão extraordinária e prazerosa que minha atenção foi dirigida forçosamente para isso. No momento em que minha atenção foi então inesperadamente para o ponto onde foi focalizado, a sensação cessou... Quando completamente imerso, de novo experimentei a sensação, mas, desta vez, ao invés de alongar minha mente até o ponto onde eu tinha fixado, eu mantive uma rigidez de atenção para fora. A sensação de novo estendeu-se para cima, crescendo em intensidade, e eu senti a mim mesmo flutuando; mas com um grande esforço, eu mantive minha atenção centrada ao redor da lótus. De repente, eu senti uma corrente de líquido luminosa entrando em meu cérebro através da medula espinhal".

Ao buscar explicações neuroquímicas para a experiência espiritual, Lansky faz as seguintes observações:
A) Os conceitos tradicionais conhecidos revelam uma interação entre os centros sexuais dos chacras inferiores e os centros psíquicos localizados no cérebro, nos chacras superiores ;
b) A experiência de Gopi Krishna envolve a percepção subjetiva da luz. Esse fenômeno mental poderia ser chamado de "alucinatório";
c) O chacra superior, o mais importante deles, está associado à glândula pineal.

Em seguida, Lansky faz conciderações sobre a melatonina, sobre suas funções ainda em grande parte desconhecidas, ressaltando as experiências que evidenciam o efeito inibitório sobre mamíferos, machos e fêmeas, e também o inverso, os hormônios sexuais, testosterona, estrógeno e progesterona inibindo a biossíntese da melatonina. E ressalta também o que já está muito estabelecido, que a pineal está envolvida na percepção da luz.

Nesse ponto, Lansky diz que a melatonina pode se transformar em 10-methoxyharmalan, que é um potente alucinógeno. Isso poderia explicar também as alucinações que ocorrem em diferentes desordens mentais. Como se vê, a experiência do nascimento da kundalini e de sua transformação parece envolver diretamente a pineal.

É interessante destacar também que ela permite ao homem reencarnado adaptar-se ao tempo da terceira dimensão, bem como faculta-lhe a percepção, durante o fenômeno mediúnico, do tempo em outras dimensões. O fato de que ela provê o organismo de um tempo circulante parece estar ligado à sua atividade rítmica em torno de 24 horas, que produz maior ou menor quantidade de melatonina, conforme os períodos de obscuridade e de claridade.

Na realidade, o olho humano deixa passar a informação de claro-escuro, mas só a pineal é capaz de interpretar mais amplamente os dados ambientais, inclusive aquele do pólo magnético da Terra, sob a direção da mente.

É interessante lembrarmos aqui as pesquisas da NASA sobre médiuns brasileiros do estado de Minas Gerais. Eles detectaram a aura recorde de Chico Xavier, com mais de 20 metros, e procuraram relacionar os dados sobre o magnetismo terrestre desse Estado brasileiro – os índices mais baixos do mundo – com a incidência de médiuns excepcionais. Segundo as informações espirituais, deve haver relação direta porque a pineal funciona também com base no pólo magnético da Terra. Essas três experiências, portanto, não devem ser negligenciadas pelos pesquisadores da pineal. Mas ela ainda tem a nobre missão de facultar ao homem a percepção de uma outra luz que promana do mundo espiritual em fenômeno conhecido de tempos imemoriais, o da mediunidade, capaz de impulsionar o homem para as mais amplas e definitivas conquistas.


Hospital Espiritual do Mundo agradece os irmãos da REVISTA CRISTA DE ESPIRITISMO pelos Artigos que engrandecem este espaço de Aprendizagem e encontros Sagrados.
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segunda-feira, 6 de junho de 2011

ESPECIAL GLÂNDULA PINEAL -09

Glândula Pineal
A Glândula Pineal, o Orgão da vida Mental
(Parte 9)

José Geraldo Carvalho – Ao longo da historia, o homem, indagador, sempre procurou desvendar os mistérios que o cerca. Sempre buscando resposta, facilitou a vida de muitos que pisaram onde ele, questionador, chegou primeiro, sentindo primeiro o sabor da resposta, enquanto a grande maioria caminharia sentindo o sabor de sua descoberta, que facilitaria a vida de todos. Do caminhar sobre os próprios pés ás primeiras descobertas com adestramento de animais, aumentando a força de sobrevivência do homem e um  domínio maior sobre o meio ambiente, até a conquista macrocósmica e o infinitamente pequeno, o átomo, sempre houve dependência de alguém empreendedor, questionador, não aceitando o que estava aparentemente respondido.

O exposto acima refere-se a algo que ainda vai gerar muitas controvérsias, respostas e mais perguntas, até que cheguemos à descoberta final, a resposta definitiva, o que em partes já esta respondida necessitando-se apenas, talvez, que equipamentos mais sensíveis possam atestar sua verdadeira importância. Falamos da glândula das glândulas, também conhecida como EPÍFISE, que René Descartes definia como a sede da alma Racional, que Levdig, expressou-se de forma semelhante ao dizer que a glândula Pineal  seria o órgão responsável pelo sexto sentido.

Os estudos efetuados em embriões de lacertídeos (lagartos), descobriram um órgão que foi considerado como olho pineal ou terceiro olho tido por muitos cientistas com o existente em animais fosseis. Segundo o Dr. Jorge A. dos Santos na obra “Palingênese, a Grande Lei”, poderíamos pensar que o olho pineal ao invés de um elemento regressivo ou olho vestigial, com tendência ao desaparecimento, fosse, ao contrário, um órgão em desenvolvimento. O chamado terceiro olho, por mutação e transformações evolutivas, passou gradativamente dar origem à glândula pineal.
Epífise em sua etimologia, significa “acima”(Epi), de forma superior, de ordem superior. é um prefixo de língua grega. “Fise” origina-se da palavra grega “Phisis”, denotando natureza. Portanto “epi + fise” é uma glândula que está em termos de qualidade natural em grau superior, acima da natureza material da terra e do pensamento humano.

Está situado no mesencéfalo, e é um corpúsculo em formato de cone, de cerca de 1 cm de comprimento e que no adulto chega a pesar de 100 a 180 mg. A sua secreção tem certa relação com o aparelho genital masculino (Foa) e dos caracteres sexuais secundários e do crescimento. O tumor (pinealoma) ou ausência da glândula (déficit de função incretora ou nervosa reguladora) produz puberdade precoce, com o desenvolvimento rápido do organismo e adiposidade e prematuro dos genitais e caracteres sexuais secundários, da inteligência e da vida afetiva. Normalmente, há involução desta glândula antes da época da puberdade, com o máximo de desenvolvimento aos 7 anos. É comum estar calcinada (sombra densa, arredondada no centro do crânio).

Esta visão cientifica levou Freud a interpretar o desvio, na influenciação da “libido”, no estudo  da indisciplina congênita da humanidade. Segundo os conhecimentos que nos chegam através dos espíritos, temos uma ampliação generalizada das funções deste órgão, que são corroborados pelas próprias descobertas cientificas, embora acanhadas. Onde a ciência para o Espiritismo prossegue abrindo frentes, onde, como dissemos, o homem deve chegar.

André Luiz , utilizando-se da psicografia de Chico Xavier, no livro os Missionários da Luz, tem um capitulo inteiro dedicado a esta glândula. Vemos um médico totalmente surpreso ao verificar como esta glândula, considerada morta no corpo físico, toma proporções vitais nos contatos entre encarnados e desencarnados, chegando a nos mostrar, tratar-se do órgão da vida mental. Nos conta André, que nos círculos terrestres considerava-a como uma controladora da vida sexual no período infantil. Não, passando de um velador dos instintos na fase infantil até que a experiência sexual pudesse deslizar com regularidade, pelos caminhos da vida.

Continuando o assunto a respeito da glândula pineal, lembramos o livro Missionários da Luz em que, segundo o instrutor Alexandre, ela acorda no organismo do homem, na puberdade, as forças criadoras e, em seguida, continua a funcionar, como o mais avançado laboratório de elementos psíquicos da criatura terrestre. O Dr. Ricardo di Bernardi, em seu livro "Gestação: Sublime Intercâmbio", esclarece que, em torno do quarto e quinto mês de vida intra-uterina, a glândula pineal já apresenta células e tecido de sustentação, alcançando 2mm de diâmetro.

Neste período, o espirito reencarnante começa a perder a consciência, atingindo rapidamente a total inconsciência. É nela, que as expansões energéticas do perispirito (psicossoma) prende-se mais profundamente.

As modificações que ocorrem na glândula são observáveis até os dois anos de idade, daí até 6 ou 7 anos as transformações são muito lentas. É exatamente nesse período que a encarnação poderia ser considerada como definitiva,  pois o organismo passa a ter fixação completa ao organismo biológico e principalmente a Pineal.

Aos quatorze anos, a glândula começa a funcionar no homem encarnado, apesar de apresentar uma posição estacionária e o que representava controle é fonte criadora e válvula de escapamento, como  informa, ainda, Alexandre, o instrutor de André Luiz. A glândula Pineal reajusta-se ao concerto orgânico e reabre seus mundos maravilhosos de sensações e impressões na esfera emocional. Entrega-se a criatura à recapitulação da sexualidade, examina o inventário de suas paixões vividas noutra época, que reaparecem sob fortes impulsos.

Aqui, faremos uma correção em relação à informação na edição passada, em que expusemos que a glândula pineal se calcificava, baseando-nos em pesquisa em livros editados há 40 anos, e informações de profissionais que recebemos. Em conversa com o Dr. Sergio Felipe,  da Pineal-mind da universidade de São Paulo, onde é professor, este conceito de calcificação é ultrapassado e novos estudos mostraram que ela continua ativa, ratificando os conceitos espirituais de seu funcionamento, como expôs André Luiz, através da psicografia de Chico Xavier.

Segundo o Dr. Sergio Felipe, a pineal vista no microscópio eletrônico, revela que, em seu interior, formam-se cristais de apatita (mineral sexagonal) reproduzindo uma estrutura muito semelhante ao nosso cérebro, com capacidade diamagnética (captação sensorial, ou interação com ondas eletromagnéticas). Em tese, segundo nos informa, a glândula seria responsável pelos processos telepáticos e mediúnicos.

Num estudo científico sobre mediunidade que está sendo feito na Associação Americana de Psiquiatria, e que chamam “mediunidade” de “estados de transe”, os cientistas afirmam que numa região do cérebro, ao redor da glândulal pineal, há uma área que é um substrato de inúmeros comportamentos chamados psicobiológicos, onde se encontram atividades como a fome, sexualidade, sono (onde transita o sistema reticular) e agressividade, que divide-se em heteroagressividade (irritabilidade) e a auto-agressividade (depressões, medos,etc.). A pineal captando as ondas eletromagnéticas, converte em estímulos neuro-quimicos que é entendido pelo nosso sistema neural, criando as sensações adequadas à informação recebida.

Isso ocorre a todo o instante, com todos nós. Recebemos vários estímulos e decodificamos estes estímulos, segundo a região na qual é mais desenvolvida, ou seja, falando em termos de evolução, para uma mesma informação temos vários tipos de assimilação e entendimento.

Distúrbios desses tipos de comportamento, segundo a hipótese do Dr. Sergio Felipe, estariam envolvidos por alguma influência mediúnica ou espiritual quando houver perda de controle desses comportamentos; flutuações desses comportamentos, ou seja autos e baixos sem que se entenda a causa aparente; não existir uma relação de ação e reação lógica que se possa explicar por qualquer outro fator, nós estaríamos, então, no campo da interferência espiritual ou mediúnica. É algo que vem de fora e se agrega ao comportamento do individuo. Era uma pequena mágoa e se transforma numa grande angústia, era uma pequena tristeza e se torna depressão, ou seja, perde-se o controle das emoções.

Dentro deste quadro, podemos considerar a mediunidade como um fenômeno biológico, ratificando portanto Kardec na codificação Todos nós temos no interior de nosso cérebro uma glândula, um pequeno chip de computador, que recebe constantemente ondas eletromagnéticas e as transforma em estímulos neuroquimicos, atuando no mundo segundo nossa capacidade de afetação, das zonas cerebrais mais imantadas à informação que nos chega, enviadas por outras mentes  encarnadas e desencarnadas.

Aí entendemos os fenômenos mediúnicos, os médiuns equilibrados e desequilibrados, a importância do desenvolvimento de nossa capacidade de perceber e entender nossas emoções. A importância dos estudos da doutrina espírita, de nosso mundo emocional e intelectivo em sintonia com o mundo espiritual e a capacidade de entender e dominar a dinâmica de nosso senso, percepção, fazem o equilíbrio do ser.

Referências.:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gl%C3%A2ndula_pineal
Children of Light Journal, Fevereiro de 1997

Hospital Espiritual do Mundo agradece os irmãos do SITE ALMA pelo artigo que engrandeceu este espaço de aprendizagem e encontros Sagrados.

O HOSPITAL ESPIRITUAL DO MUNDO, obteve do próprio Site Alma autorização para publicação de seus artigos.

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domingo, 5 de junho de 2011

ESPECIAL GLÂNDULA PINEAL -08


O Pesquisador espírita Edvaldo Kulcheski fala sobre os centros de força de energia e sua relação com a glândula pineal. Edvaldo Kulcheski é colaborador da Revista Cristã de Espiritismo desde as primeiras edições. Da cidade de Curitiba, Edvaldo conquistou o respeito de leitores e estudiosos do Brasil inteiro, sendo referência no campo das pesquisas espíritas na Faculdades Integradas Bezerra de Menezes A Editora Vivência, responsável pela Revista Cristã de Espiritismo, publicou, em 2000, um livro de sua autoria, esgotado, entitulado Materializações de Espíritos. Por termos um perfil editorial universalista, respeitando e divulgando os ensinamentos espirituais de outras doutrinas espiritualistas além do espiritismo, como as doutrinas orientais, por exemplo, sempre oferecemos aos nossos leitores temas pouco estudados no meio espírita e umbandista, como a questão dos chakras (ou centros de força).

Desta vez é Edvaldo Kulcheski quem fala, em uma entrevista realizada pelo Centro Virtual de  Divugação do Espiritismo, sobre o que são e como funcionam os chakras e sua relação com a glândula pineal, conhecida como epífise.

Existe alguma relação entre os centros de força e os chakras (ou chacras)?

Centros de força e chakras são a mesma coisa, é uma questão de nomeclatura. O termo chakras (escreve-se com k, mas no Brasil usa-se mais com c) é de origem sânscrita e o termo centros de força é uma definição que passamos a encontrar principalmente nas obras do espírito André Luiz.

A estrutura da epífise se modifica de acordo com o uso maior da mediunidade?

Entendemos que sim. Pois pra começar, todos os médiuns ostensivos já possuem seus organismos melhor “desenhados” para o desempenho desta interação com o plano espiritual. A revelação espiritual informa, que quanto mais ostensiva for a mediunidade, a glândula pineal é mais desenvolvida. Em Missionários da Luz, André Luiz observa que no médium, em serviço mediúnico, essa glândula transforma-se em “núcleo radiante”, e, em derredor, seus raios formam um “lótus de pétalas sublimes”.

O que vem a ser estes centros de força e como eles agem na matéria e espírito.

Os chakras, ou, centros de força, localizam-se no perispírito e no duplo etérico. São acumuladores e distribuidores de “força espiritual”. São as entradas e saídas de energias e também são pontos de conexão ou enlace pelos quais fluem as energias de um corpo a outro. A interligação entre os centros de força do perispírito, do duplo etérico e os plexos nervosos do corpo físico acontece através de laços fluídicos. As energias entram pelos centros de força do perispírito e do duplo etérico. No duplo etérico, essas energias, sofrem um abaixamento ou adensamento vibratório e seguem para os plexos nervosos do corpo físico. O sistema nervoso se entrosa e se entrelaça com a atuação do comando endócrino, na distribuição de toda a energia que desce do perispírito para o corpo físico. As glândulas endócrinas, com seus hormônios saturados de energias espirituais, inundam todo o organismo através da corrente sangüinea.

Assim, toda a energia que entrou via perispírito é distribuida em todo o organismo físico. No livro Entre a Terra e o Céu, o autor André Luiz sublinha a importância desses centros de força, que são como usinas de recepção e armazenamento de energia espiritual, ligados ao corpo físico por terminações nervosas denominadas plexos.

E a relação da epífise com a espiritualidade?

A revelação espiritual informa ser a epífise a glândula da vida mental e elo com a espiritualidade. Portanto, a epífise seria a porta de entrada das ações conscienciais do nosso espírito sobre o organismo físico. É a região onde transita toda a energia mental absorvida de outros espíritos e também produzida pelo nosso espírito.

Segundo muitos espiritualistas, médiuns de clarividência, yoguis etc, cada um dos sete chakras principais está associado a uma das glândulas endócrinas. Por exemplo, existe uma ligação entre a epífise e o chakra coronário,  correto? Qual a influência dessa ligação sobre os demais centros de força e as glândulas que comandam a química do organismo humano e suas correlações com o equilíbrio psíquico?

Sim, correto. Todas as glândulas endócrinas guardam relação com um centro de força. A epífise guarda ligação com o chacra coronário. Conserva ascendência em todo o sistema endocrínico, age como uma espécie de supervisora em relação a outras glândulas. Influi sobre o corpo variando o grau de reação aos raios de luz, isto é, controla a sensibilidade da cor à luz. Regula a cor da pele, fazendo variar o grau de reação aos raios luminosos, isto é, controla a ação da luz sobre o pigmento da pele. Evita, na criança, o desenvolvimento sexual prematuro, promovendo uma puberdade normal. A pineal também contribui para o desenvolvimento normal físico e mental das células cerebrais e das células dos órgãos de reprodução. Apesar de um grande número de substâncias neurotransmissoras, como dopamina, octopamina, serotonina e outras poderem ser extraídas da pineal, a única substância abundante e biologicamente ativa secretada por ela é a melatonina. Achamos muito importante dizer, que o hormônio melatonina é fundamental no processo mediúnico. A produção de melatonina pela epífise aumenta no escuro. E é por essa razão que recomenda-se nas reuniões mediúnicas a diminuição da claridade.

Portanto, diminuir a claridade nas reuniões mediúnicas tem base científica, não é nenhuma invenção ou condicionamento. A revelação espiritual informa ser a epífise a glândula da vida mental e elo com a espiritualidade. Toda a energia mental absorvida e produzida pelo espírito transita nesta região, e por essa razão, a epífise funciona como o mais avançado laboratório de elementos psíquicos da criatura terrestre.

Portanto, quando a pessoa tem bons pensamentos, transitam energias mentais positivas e quando a pessoa tem pensamentos negativos, transitam energias mentais negativas. Assim, de acordo com o tipo de energia originada pelos pensamentos, os hormônios produzidos pela epífise irão afetar positivamente ou maléficamente todo o organismo.

Como os centros de força interagem entre si e com os corpos sutis que compõem o perispírito?

A interligação entre os centros de força do perispírito, do duplo etérico e os plexos nervosos do corpo físico acontece através de laços fluídicos. Internamente, em cada corpo, os centros de força se interligam por canais fluídicos, similar as veias do corpo físico que transportam sangue,  e nos corpos sutis, estes canais transportam energias. Estes canais são conhecidos nas doutrinas esotéricas pelo termo sânscrito “nadhis”.

Há estudos científicos sobre os chacras?

Em O Livro dos Espíritos, questão 147, os espíritos esclarecem Kardec a este respeito, dizendo o seguinte: “O fisiologista refere tudo ao que vê.

Orgulho dos homens, que julgam saber tudo e não admitem haja coisa alguma que lhes esteja acima do entendimento. A própria Ciência que cultivam os enche de presunção. Pensam que a Natureza nada lhes pode conservar oculto.”
A Ciência ainda está muito restrita às coisas do mundo material. Tudo aquilo que não pode ser mensurado dentro na ótica científica atual, por enquanto é deixado de lado. Mas, aos poucos estão surgindo algumas pesquisas... já se ouve falar de algo denominado pesquisas sobre os “centros bioenrgéticos” situados no organismo humano.

É verdade que as definições, as revelações de André Luiz, no livro Missionários da Luz, sobre a epífise, antecipou as descobertas cientificas terrenas?

Sim. A American Medical Association, do Ministério da Saúde dos EUA, possui vários trabalhos publicados sobre mediunidade e a glândula pineal. O Hospital das Clínicas, de São Paulo, sempre teve tradição de pesquisas na área da espiritualidade e espiritismo. Isso não é muito divulgado pela imprensa, mas existe um grupo de psiquiatras lá defendendo teses sobre isso. Inclusive, temos até o depoimento de um dos maiores pesquisadores na área de Psicobiofísica da USP, o psiquiatra e mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo, Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, da UniEspírito, afirmando que buscou o livro Missionários da Luz para obter conhecimento sobre a epífise. Diz ele que desde o colégio, estudando Filosofia, ficou impressionado com a obra de Descartes, que dizia que a alma se ligava ao corpo pela pineal. E quando entrou na faculdade, correu atrás das questões, do espiritual, da alma e de como isso se integra ao corpo. E por volta de 1979/80, estudou a obra Missionários da Luz, do Espírito André Luiz, psicografada por Chico Xavier.

A epífise e os chakras possuem alguma relação com a mediunidade?

A revelação espiritual informa que a epífise desempenha papel muito importante em qualquer modalidade de exercício mediúnico, principalmente as de efeitos psíquicos. Da mesma forma, os centros de força desempenham papel fundamental em relação a mediunidade.

Quando nossa reencarnação é planejada no plano espiritual, nossos centros de força são preparados com a velocidade compatível com a mediunidade que vamos ter. O aceleramento vibratório também pode se dar durante a encarnação, com a entrada de mais energia espiritual através do centro de força coronário e ou de energia mais densa através do centro de força básico. O aceleramento dos centros de força deve se dar de forma natural e progressiva à medida que o homem promover o seu próprio crescimento espiritual. Ao despertar o centro de força coronário através da nossa espiritualização, de forma natural, irrigaremos com mais intensidade os demais centros de força com energia espiritual, ativando nossas percepções espirituais de cima para baixo, dessa forma não correremos risco algum. Ao despertar o centro de força básico (em sânscrito, chakra muladhara), de forma equivocada, ativaremos nossas percepções espirituais de baixo para cima, irrigando com mais intensidade os demais centros de força com energia física, e passaremos a correr muitos riscos que poderão nos levar a sérios desequilíbrios.

Nas obras de Kardec não têm informações claras sobre os centros de força.  Por quê?

Allan Kardec não pôde, no pouco espaço de tempo em que se desdobrou, entrar em todos os detalhes de todos os assuntos.

 O primeiro contato com os fenômenos foi em 1854; passou a estudá-los a partir de 1855 e desencarnou trabalhando em 31/03/1869. Teve aproximadamente 14 anos para realizar toda a Codificação Espírita, mesmo assim a soma de informações que nos legou é imensa. Outros espíritos posteriormente aprofundaram a análise de diversos assuntos, dando-nos mais pormenores. Portanto, o processo evolutivo do conhecimento espírita não parou em Kardec. Se os espíritos tivessem dito tudo a Kardec, não teríamos motivo para ter outros livros que viessem complementar a doutrina, tais como os psicografados por Chico Xavier, Divaldo P. Franco, entre outros. Naturalmente em compreensão de cada época, as obras complementares trouxeram mais iluminação acerca do conhecimento sobre os centros de força.

Children of Light Journal, Fevereiro de 1997

Hospital Espiritual do Mundo agradece os irmãos do SITE ALMA pelo artigo que engrandeceu este espaço de aprendizagem e encontros Sagrados.

O HOSPITAL ESPIRITUAL DO MUNDO, obteve do próprio Site Alma autorização para publicação de seus artigos.

Nota.: As imagens usadas neste site foram tiradas da net sem autoria das mesmas. Caso alguém conheça o autor das imagens, agradeceremos se nos for comunicado, para que possamos conferir os devidos créditos. Grata, Esperança.

ESPECIAL GLÂNDULA PINEAL -07

Glândula Pineal
Endocrinologia – Glândula Pineal
(Parte 7)

A glândula pineal está situada na parte posterior do cérebro. Ela tem cinco milímetros de diâmetro. Está rodeada de uma fina areia muito importante*. A glândula pineal é um pequeno tecido vermelho-acinzentado e está intimamente relacionada com os órgãos sexuais. Segrega certos hormônios que regulam todo o progresso, evolução e desenvolvimento dos órgãos sexuais.

A ciência oficial assegura que depois que esses hormônios alcançam seu objetivo, o total desenvolvimento dos órgãos sexuais, então degenera em um tecido fibroso que já não é capaz de segregar hormônios. Descartes assegurava que essa glândula é o assento da alma. Os orientais afirmam que esta glândula é um terceiro olho atrofiado. Quando a ciência médica do mundo ocidental descobriu que esta glândula é tão-somente um pequeno tecido vermelho-acinzentado situado na parte posterior do cérebro, rechaçou a afirmação de Descartes e dos orientais. Melhor teria sido não se fixar em dogmas científicos e estudar todos os conceitos de forma eclética e didática.

Os yogues da Índia asseguram que a glândula pineal é a janela de Brahma, o Olho de Diamante, o olho da polivalência que mediante um treinamento especial nos dá a percepção do ultra. A ciência ocidental não é completa se não estudar também a ciência oriental. Necessitamos de uma cultura integral, total.

O microscópio nos permitiu perceber objetivamente o infinitamente pequeno. O telescópio nos permitiu ver o infinitamente grande. Se a glândula pineal nos permite ver o ultra de todas as coisas deveríamos estudar a yoga oriental e desenvolver essa maravilhosa glândula. Os yogues da Índia têm práticas com as quais se pode obter um superfuncionamento especial da glândula pineal. Então percebemos o ultra. Negar essas afirmações da yoga oriental não é científico. É necessário estudá-la e analisá-la. Os sábios orientais dizem que da potência sexual depende a potência da glândula pineal. Agora poderemos explicar as bases científicas da castidade.

Não há dúvida que todos os grandes videntes bíblicos foram grandes pinealistas. A castidade científica, combinada com certas práticas, os permitiu ver o ultra da natureza. Os gnósticos dizemos que na glândula pineal está o átomo do Espírito Santo. Os orientais afirmam que na glândula pineal se acha o lótus de mil pétalas. Não há dúvida que essa é a Coroa dos Santos.

Os homens de gênio têm a glândula pineal muito desenvolvida. Nos cretinos descobriu-se que ela se encontra atrofiada. Os grandes fenômenos de fascinação de massas, tão comuns na Índia, só são possíveis quando o Faquir autêntico tem a glândula pineal cheia de grande vigor.

As secreções das glândulas endócrinas são absorvidas diretamente pelo sangue, o qual leva todas essas secreções a outros órgãos ou glândulas, que, então, se vêem impulsionadas a um maior esforço, a um trabalho mais intenso. A palavra Hormônio vem de uma palavra grega que significa “Excitar”. Realmente, os hormônios têm o poder de excitar todo o organismo e obrigá-lo a trabalhar.

As secreções das glândulas endócrinas influem também sobre a mente. Agora explicamos porque os hindustânicos se dedicam a controlar a mente. Por meio dela podemos regular nossas funções hormonais.

Alguns sábios hindustânicos têm permanecido enterrados durante muitos meses sem morrer. A biologia não pode permanecer indiferente a esses fatos. Os biólogos necessitam investigar todas as maravilhas e feitos desses sábios.

O senhor Immanuel Kant admite um “nisus formativus” para o nosso corpo físico. Os sábios orientais crêem que esse “nisus formativus” é um corpo fluídico que está em contato com o sistema nervoso grande simpático e com o sistema nervoso líquido. Não há dúvida de que o corpo fluídico é o resultado do corpo astral dos médicos medievais. Dentro do corpo astral está a mente humana e todos aqueles princípios puramente anímicos.

Os sentidos desse corpo astral parecem dimanar como flores-de-lótus originário do âmago das glândulas endócrinas. Aquele lótus de mil pétalas, mencionado pelos yogues da Índia, é um sentido anímico do corpo astral. O desenvolvimento especial da glândula pineal nos permite perceber o corpo astral e seus sentidos anímicos.

A ciência médica joga com a mecânica dos fenômenos, mas não conhece o fundo vital. Com o desenvolvimento especial da glândula pineal nos será permitido ver o fundo vital.

Uma das práticas para o despertar dessa glândula, é a pronúncia do mantra "I".
* Essa areia muito fina a qual o VM Samael se refere são os "cristais de apatita", grandes condutores de correntes elétricas e cósmicas.

Referências.:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gl%C3%A2ndula_pineal
Children of Light Journal, Fevereiro de 1997

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sábado, 4 de junho de 2011

ESPECIAL GLÂNDULA PINEAL -06


(Parte 6)

EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS PARA A GLÂNDULA PINEAL
É indicado ao praticante fazer estes exercícios sentado e com os olhos fechados. Observe a localização da glândula pineal no topo do crânio [figura 1]. Faça os exercícios procurando sentir a localização da pineal. Coloque também sua atenção na respiração, lembrando do alimento necessário ao Sistema Nervoso Central.

EXERCÍCIO 1 
[Massagear o alto do crânio]
Faça um movimento circular com a polpa dos dedos das duas mãos sobre o couro cabeludo, no alto da caixa craniana. Investigue vagarosamente até encontrar uma reentrância. Sinta-a com os dedos. Esse ponto corresponde à “moleira” dos recém-nascidos.
? Massageie esse ponto usando os dedos indicador e médio. Procure perceber qual o sentido mais confortável [sentido horário ou anti-horário].
? Massageie lentamente o ponto sem provocar atrito com a pele. Perceba que o couro cabeludo, muito colado no início, se desprende melhor depois de um certo tempo.
? Faça essa massagem sem pressa, no seu ritmo e no seu tempo. É importante salientar que este ponto é o local de união de todos os meridianos. A prática é ótima antes de dormir, pois a glândula pineal é a rainha do sono profundo.

EXERCÍCIO 2
[Massagear para frente e para trás o couro cabeludo com os dedos]
Outra forma indicada e confortável é puxar o couro cabeludo para frente e para trás sempre a partir desse ponto 
[no alto da caixa craniana].




EXERCÍCIO 3

[Tamborilar o alto do crânio com os dedos]
? A seguir você vai “tamborilar” com os dedos médios o ponto no alto da caixa craniana, onde se localiza a glândula pineal. A ação do toque deve ser amorosa, não use força.
? Perceba o que está sentindo. Você poderá sentir calor, salivação, enjôo, um mental tranqüilo. 

EXERCÍCIO 4
[Massagear a fronte na linha do início do couro cabeludo e a “coroinha”]
? Coloque o dedo médio e indicador da mão direita na fronte, precisamente no início do couro cabeludo, alinhados com o nariz. Massageie este ponto com os dois dedos. Escolha a direção que for mais confortável e agradável.
? Faça as massagens nos pontos cranianos sempre vagarosamente e observando seu próprio ritmo e tempo.
? Continue massageando esse ponto e com os dedos da outra mão encontre uma reentrância na parte posterior do crânio (um pouco mais atrás do topo da cabeça), acima do cerebelo. Esta reentrância ou depressão corresponde ao lugar chamado de “coroinha”. Os religiosos costumam marcar bem essa região, usualmente rasurando os cabelos num formato circular.
? Coloque o dedo médio e indicador sobre esse ponto e massageie no sentido que achar mais confortável. Perceba as sensações (dor, calor, lágrimas, relaxamento nos nervos oculares, sensação de estímulo da tiróide, sensação do palato, sensação de sair do tempo].

FINALIZAÇÃO 
[Irradiando calor com as mãos]
 ? Em seguida, aqueça as mãos friccionando-as e colocando-as no topo da cabeça.Deixe que as mãos escolham qual deve ficar em cima e qual deve ficar embaixo.
? Perceba o calor que a fricção das mãos provoca. Sinta o calor irradiando para a pineal e a resposta receptiva dessa glândula ao calor.
Faça contato com a glândula pineal, enviando-lhe afeto, reconhecendo todo o complexo trabalho que faz no seu organismo. Reconheça sua importância no equilíbrio geral do organismo e no retardamento do envelhecimento. Ao fazer isto, a glândula recebe calor e magnetismo. 

OBSERVAÇÕES
As tradições respeitavam a glândula pineal e a consideravam alinhada ao mais elevado centro espiritual. Os hindus entendiam que dentro do Lótus de Mil Folhas ou Chakra da Coroa, encontrava-se o verdadeiro centro do coração. Na tradição judaica usa-se até hoje o kipá [usado no topo da cabeça]. É usado para lembrar o usuário de sua reverência diante de Deus. Na mitologia grega, Hermes [Mercúrio] era representado com um capacete alado, símbolo de invulnerabilidade e de potência. Hades [Plutão] possuía um barrete que adornava sua cabeça e o tornava invisível. Os católicos representam os santos com auréolas ou halos dourados. Desta forma, a “coroa” no alto da cabeça tem um significado que não poderíamos omitir. Sua forma circular indica a participação da natureza celeste, um “Dom” vindo de cima, um poder, o acesso a um nível e a forças superiores.

Referências.: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gl%C3%A2ndula_pineal
Children of Light Journal, Fevereiro de 1997
IMAGEM.: Do Próprio Artigo

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