quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

IMPRESSÕES DIGITAIS PROVAM A REENCARNAÇÃO...


No Paraná o delegado de Policia João Fiorini perito em identificação realiza pesquisas de ponta sobre vidas passadas

"Mamãe, eu morri num rio...." a frase dita a alguns anos por Felipe (nome adotado para este relato) ao passar sobre uma ponte, chocou sua mãe, que aqui chamaremos de Amélia. O menino, que desde muito cedo manifestava um grande medo do mar, tinha na ocasião apenas dois anos de idade e a família morava em Santos, litoral de São Paulo. Hoje, Felipe tem treze anos e mora com a família na cidade paulista de Jarinu. Já não se lembra mais dos detalhes da estória que contava aos atônitos pais : a de que havia vivido em Campos de Jordão, que se chamava na ocasião Augusto Ferreiro, que mexia com ferragens e cavalos e que havia morrido num acidente em que um automóvel Gol cor de vinho caberá num rio. Quando pequeno, o menino contava ainda detalhes da cidade serrana que não poderia conhecer – como o clima frio e a grande quantidade de flores azuis (hortênsias) nas ruas – já que a sua família atual jamais estivera ali.

O tempo passou e a família de Felipe nunca teve oportunidade de verificar a veracidade da estória. Até que, em dezembro passado, ao assistir ao programa "Espiritismo Via Satélite", hoje "Visão Espirita", no canal executivo da Embratel, dona Amélia conheceu o entrevistado daquele domingo, Dr. João Alberto Fiorini de Oliveira, delegado titular do Serviço de Registros Policiais para Investigações em Curitiba - Paraná. E quando soube que ele realiza pesquisas de casos de reencarnação, utilizando-se de técnicas avançadas de investigação, não teve duvidas: mandou um fax contando sua estória e pedindo o auxilio do perito.

O Dr. Fiorini interessou-se pelo caso e saiu a campo para investigar. Foi a campos de Jordão na semana do Natal de 2000 e, depois de muito procurar por pistas do tal Augusto Ferreiro – individuo que Felipe dizia ter sido em encarnação anterior – não logrou êxito. Consultou registros na Prefeitura , delegacia, cemitério, hospitais... e nada . Nenhum sinal daquele senhor. Até que, passando próximo ao teleférico num ponto de charretes (que em Campos de Jordão desempenham a função de táxi), decidiu parar e indagar aos carreteiros mais idosos.

- "Perguntei a um deles, chamado seu Antônio, se havia conhecido um tal de Augusto Ferreiro. Ele respondeu:" - conheço !, conta Fiorini. "Fiquei perplexo". Tudo indicava, portanto, tratar-se de um caso de paranormalidade, mas não de reencarnação já que Augusto Ferreiro continuava vivo. Fiorini, então, telefonou para a mãe de Felipe e relatou-lhe o fato. Ela por sua vez, contou a estória ao seu filho, que teve uma reação inusitada: entrou em um estado de profunda agitação, quase de pânico, ao se lembrar do verdadeiro Augusto Ferreiro.

Diante disso, Fiorini decidiu ir à procura desse personagem que, nesta altura dos acontecimentos, era a única pessoa capaz de decifrar o enigma. Voltou, então, ao ponto de charretes e, retomados os contatos, foi levado a residência daquele senhor.

Ali, numa casa simples, distante sete quilômetros do teleférico, Fiorini encontrou um ancião de 80 anos que o atendeu com cortesia, mas bastante desconfiado. Soube, então, que Augusto Ferreiro era um apelido. Sue nome verdadeiro é José Chagas, embora ninguém o conheça como tal, ganhara o apelido de Augusto ainda bebê, quando uma outra criança que havia nascido no mesmo dia que ele – esta sim chamada de Augusto – falecera dois dias depois. O "sobrenome" Ferreiro só veio muito mais tarde, quando passou a trabalhar com charretes, metais, ferraduras.... Feitas as apresentações, travou-se o seguinte dialogo:

Eu trouxe aqui um documento – principiou Fiorini, entregando-lhe o fax que a mãe de Felipe lhe havia enviado com o relato da historia - e gostaria que o senhor o visse e me desse algumas informações.

Augusto Ferreiro dispôs-se a colaborar.
Esse menino – prosseguiu o delegado – esta dizendo que é o senhor. É claro que está enganado ! Mas existe alguém na sua família que morreu afogado num rio ?

Não, foi a resposta categórica – não existe.

Bem, então como explica que um menino que nunca ouviu falar do senhor saiba seu nome, a cidade onde mora e como é essa cidade, mesmo nunca tendo estado aqui ?

Eu não sei – respondeu, sincero, o distinto senhor - Eu não sei nada sobre esse assunto- finalizou .

Fiorini agradeceu e se despediu, frustrado. Mas, a perplexidade não havia sido só dele, soube-o mais tarde . Naquele dia, o velho Augusto Ferreiro não consegui conciliar o sono. Disse, posteriormente, que custou a dormir e, quando pegou no sono, sonhou com um neto seu, Fernando, que ele não via há quase quinze anos. Fernando era filho de uma de suas filhas, Cidinha, que morava em Ubatuba, litoral norte de São Paulo. O que intrigou o senhor Augusto foi o fato de que o menino, no sonho, só lhe aparecia de costas. E, segundo ele, quando uma pessoa aparecia de costas - num sonho - era porque essa pessoa estava morta.

No dia seguinte, Augusto Ferreiro reuniu os filhos e contou-lhes a estória toda: o aparecimento em sua casa, na véspera, de um sujeito estranho contando uma estória igualmente estranha, de um menino que dizia ser ele e que havia morrido afogado. Depois, emendou o relato do impressionante sonho que tivera com Fernando, que há muito tempo não via, e perguntando-lhes se estavam escondendo algo sobre o neto.

Os filhos ficaram horrorizados. Entre confusos e encabulados, contaram ao pai que seu neto, Fernando, realmente havia falecido há vários anos - afogado - no rio do Boi, em Ubatuba, dragado por um tubo, ao cair de uma ponte que o próprio Augusto havia ajudado a construir. Na ocasião, a família deliberou esconder o fato do avô, para que ele não sofresse. Sim, era verdade, disseram-lhe os filhos, Fernando não estava mais entre eles.

Foi uma comoção geral e Augusto Ferreiro decidiu procurar o estranho que lhe visitara na véspera para contar-lhe o ocorrido. Mas, onde encontra-lo ? Decidiu, então, dirigir-se ao ponto de charretes e deixar recado para Fiorini procurá-lo, caso ele voltasse a passar por ali.

E foi o que ocorreu. No dia de Natal, Fiorini - que havia feito amigos entre os charreteiros - voltou para presenteá-los com panetones e vinhos. Foi quando recebeu o recado de Augusto Ferreiro e voltou a procurá-lo, ouvindo de sua boca a estória toda:

Há quinze anos, minha filha Cidinha teve um problema de tuberculose e eu fui buscá-la para fazer tratamento aqui em Campos. Ela veio e trouxe o filho, Fernando, que ficou comigo durante o período em que ela se tratava . Na época, um outro filho meu tinha um carro Gol cor-de-vinho e eles passeavam bastante pela cidade; só que esse carro não caiu no rio, não; foi destruído, tempos depois, num incêndio. Eu fazia carrinhos e brinquedos de boi para Fernando, que se afeiçoou bastante a mim, e eu a ele. Foi nessa época que ele conheceu o frio e as flores da cidade. Quando a mãe melhorou, voltaram para Ubatuba e, depois disso, eu nunca mais vi Fernando. Meus filhos contaram, agora, que pouco tempo depois de voltar para casa, meu neto - brincando num rio - foi dragado por um tubo, debaixo de uma ponte que eu ajudei a construir e morreu afogado. Eles esconderam essa estória de mim e só agora eu soube de tudo.

Mesmas digitais
A estória de Felipe, aparentemente, termina aqui. Fiorini gostaria de ter as impressões digitais de Fernando, o neto de Augusto Ferreiro, mas isso não será possível. Fernando faleceu aos seis anos de idade. Dois anos mais tarde, reencarnou em Santos, onde recebeu o nome de Felipe. Se fosse possível confrontar as digitais das duas crianças... Fiorini está convencido de que elas seriam idênticas. E esta seria a prova definitiva da realidade da reencarnação.

Essa, alias, é a polemica tese do Dr. João Fiorini : a de que carregamos as mesmas impressões digitais de uma encarnação à outra quando o intercurso – tempo decorrido entre uma encarnação e a seguinte – é relativamente curto.

Sabe-se que não existem dois seres humanos com as mesmas impressões digitais. Fiorini cita os estudos do medico Almeida Jr., já falecido, que foi professor de Direito da Faculdade do largo São Francisco, em São Paulo, e de Medicina Forense da Escola Paulista de Medicina. De acordo com esses estudos, numa relação sexual existem cerca de dezessete milhões de espermatozóides se debatendo para fecundar um dos óvulos da mulher. Isso resulta na espantosa cifra de possibilidades de combinações diferentes. Daí a improbabilidade de duas pessoas terem as mesmas digitais.
Não obstante, lembra Fiorini, existe - nos Estados Unidos - um serviço centralizado de cadastramento de pessoas com cinqüenta milhões de indivíduos registrados, todos com suas digitais. Pois bem, sempre que ocorre uma repetição de digitais, uma das pessoas envolvidas no episodio já faleceu. Jamais a digital se repete entre pessoas vivas. Como os americanos, de maneira geral, não acreditam na reencarnação, tudo para eles não passa de uma fortuita coincidência.

Segundo Fiorini, quando o período entre as encarnações é longo, as digitais acabam por sofrer a influência genética dos pais do reencarnado. Mas, se a reencarnação ocorre pouco tempo depois de desencarne anterior, a possibilidade de o períspírito manter as digitais inalteradas é bastante acentuada.

Neto de si mesmo
Entre os casos que estão sendo pesquisados pelo perito, está o de uma criança de Maceió, Alagoas, que segundo a família seria a reencarnação do próprio avô.

Também, neste caso, as evidências são significativas. A estória é a seguinte: um advogado de 80 anos de idade faleceu e, em sonhos de vários familiares, avisou que retornaria como seu próprio neto. Ocorre que esse advogado, quando tinha dezoito anos, sofreu um acidente durante uma caçada quando a espingarda que utilizava disparou por acaso e diversos chumbos alojaram-se em sua mão direita. Todos os chumbos foram removidos, menos um, que se instalara na junta do polegar direito; o que resultou numa deformidade local: seu dedo ficou torto puxando para a palma da mão.

O advogado faleceu em 1977 e depois dos avisos em sonho - de que voltaria - em 1999 nasceu seu neto, hoje com três anos de idade. Atualmente, a criança começa a apresentar o mesmo defeito de que seu avô era portador no polegar da mão direita. A família enviou para o Dr. Fiorini as impressões digitais do menino, tiradas rudimentarmente com batom, e xerox de um documento do advogado com sua digital. Numa analise preliminar, Fiorini – que é especialista em identificação – encontrou algumas semelhanças intrigantes, mas como a digital que existe no documento do advogado é aparentemente o polegar esquerdo – talvez devido à sua deformidade na mão direita – os sinais correspondentes na impressão digital da criança estão "espelhados", já que foi tirada da mão direita. Agora, Fiorini aguarda novas impressões digitais do menino, tiradas com maior técnica, para verificar se há - realmente - as tais correspondências.

Lembranças da guerra
Na cidade paulista de Riberão Preto, um outro caso curioso esta sendo investigado pelo delegado Fiorini. O menino Geraldo, (nome fictício) quando tinha apenas três anos e quatro meses de idade, voltou-se para sua avó e disse "Vó, quando eu era grande e você era pequenininha, eu era seu pai"... A frase, dita assim de supetão, deixou a pobre senhora abismada.

Hoje, Geraldo tem oito anos e, nesse período, muitas outras revelações sobre supostas vidas passadas foram feitas por ele, como a de que algumas das marcas de nascença que carrega no corpo são resultado de tiros que teria levado em outras vidas.

Ele vive tendo pesadelos, sempre relativos a guerra – diz Fiorini que, após investigações, descobriu que o bisavô de Geraldo, efetivamente, participou de uma luta armada, a Revolução Constitucionalista de 1932, quando levou um tiro na perna.

Geraldo traz uma marca de nascença na parte posterior da perna esquerda e outras quatro marcas semelhantes às de tiros; duas menores, como se os projéteis tivessem entrado por ali e, duas maiores, como se marcassem a saída dos disparos. Essas marcas maiores estão posicionadas na parte oposta da perna e em diagonal.

Uma informação dada pelo garoto, no entanto, parece não fazer muito sentido. Ele fala da sua participação numa guerra em 1968. Ora, a única guerra que acontecia naquela época, que se saiba, era a do Vietnã. Fiorini levanta uma hipótese:

Supostamente, ele teria sido um norte-americano nessa encarnação. Como o bisavô de Geraldo morreu em 1950 e a guerra do Vietnã aconteceu em 1968, portanto dezoito anos depois, é possível que Geraldo, realmente, tenha participado dela, já que a idade para alistamento militar nos Estados Unidos é de dezesseis anos. Nesse caso, essa seria uma encarnação intermediária entre a de Geraldo e de seu bisavô.

Analisando as digitais de Geraldo, de sua avó e de seu tio, Fiorini chegou a uma coincidência no tipo de "arco" dos dedos médio e indicador da mão esquerda de todos. Mas, para concluir a pesquisa, Fiorini precisa comparar as digitais do menino com as de seu bisavô. Em quanto isso não ocorre – as buscas estão em andamento - a expectativa permanece.

Divisor das águas
Além destes casos, Fiorini investiga outros igualmente intrigantes, como por exemplo, um que lhe chegou ao conhecimento por meio do conferencista espirita Henrique Rodrigues, de Belo Horizonte. É a estória de um sujeito Italiano chamado Giuliano Bonomi que, certa feita, procurou um pesquisador também Italiano, o professor Rancanelli, para lhe dizer que seu nome verdadeiro era Edward Schimit, que era um cidadão americano e que "durante um combate", entre 1939 e 1945, "dormiu" e depois "acordou" pequenino, numa casa Italiana, onde recebeu o nome com que agora era conhecido". Bonomi forneceu a Rancanelli os nomes dos atuais pais Italianos e dos pais americanos. O professor, que era católico e não acreditava em reencarnação, apenas anotou os dados numa ficha e anexou os retratos dos dois personagens: o italiano e o de sua suposta personalidade anterior, o americano.

Bonomi nasceu em Consenza, ao sul da Itália, em 1972. de posse dessas informações, Fiorini pretende dirigir-se aos dois paises, Itália e Estados Unidos, para pesquisar "in loco" este caso.

Com a documentação dos casos que já investigou e com as que se encontram em andamento, o delegado João Fiorini pretende escrever um livro que, acredita, será um divisor de águas na historia das pesquisas científicas de identificações. A comprovação documental da reencarnação, sem duvida, dará em salto qualitativo não só na investigação policial, como também – e principalmente – em outras áreas do conhecimento científico com ênfase para a Medicina e a Psicologia.

Fonte (CLIK AQUI): ESPÍRIT NET

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

AMOR E ÓDIO




“Toda vez que a raiva é submetida à pressão e não digerida, produz danos no organismo físico e no emocional. No físico, mediante distúrbios do sistema vago-simpático, tais como: indigestão, diarréia, acidez, disritmia, inapetência ou glutonaria – como autopunição – etc. No emocional, nervosismo, amargura, ansiedade, depressão”.

“Muitas raivas que são ingeridas a contragosto e não eliminadas desde a infância, em razão de métodos castradores da educação, ou agressividade do grupo social, ou necessidades socioeconômicas, podem desencadear tumores malignos e outros de graves efeitos no organismo, alterando a conduta por completo”. (Autodescobrimento. Uma Busca Interior. Conteúdos Perturbadores. A Raiva).


Esse tipo de comportamento, à medida que cresce e toma força, vai além da pessoa desprezada por quem passamos a ter um sentimento ainda menor: a inveja. Assim, ignoramos as suas conquistas, o seu modo de viver ou de ser; se ela comprou um carro novo, chegamos até a desejar que se acabe em um acidente. Segue-se aqui aquela máxima sobre a inveja: “Dói mais ao invejoso o sucesso do outro do que seu próprio fracasso”.

Um outro sentimento provocado pelo ódio é a vingança. Quem odeia, às vezes, acredita que o ser odiado fez-lhe um grande mal, que pode não ser imaginário, mas real; como o patrão que despede o empregado; o professor que reprova o aluno; um amigo que engana o outro; a jovem ou o jovem que perde o (a) namorado (a) para outra pessoa; e, em casos mais extremos, o assassinato de um ente querido. Nesse momento, a pessoa julga-se com direito de provocar no outro um dano proporcional ao que acredita ter sofrido e vive o sentimento anticristão do olho por olho, dente por dente. Em verdade, o vingador não se vinga da ferida provocada nele ou em alguém que ele pensa amar, mas da ferida em seu amor-próprio. O vingador sente-se humilhado, menor, descompensado, e acredita que vingando-se devolverá ao seu ego a auto-estima perdida. O mesmo se dá com a necessidade de vingança que o marido traído tem contra a mulher adúltera. Esse último caso é disfarçado com o nome de sentimento de honra.

Muitas vezes, a pessoa ofendida não pode atingir aquele que a ofendeu. Caso o ofendido tenha uma mentalidade mais primitiva, o ódio poderá ser dirigido contra seu rival através de ações verbais, e o sentimento de hostilidade se transforma em pragas, maldiçoes e, paradoxalmente, a pessoa que se deseja atingir com a maldição não será atingida porque há uma justiça divina que está ao lado dela e que, automaticamente, ferirá a outra pessoa. Eu mesmo já ouvi frases como: “Se existe um Deus no céu”, fulano “há de pagar pelo que me fez”.
Essas pessoas parecem ignorar que Deus é amor e jamais atenderia a um pedido de vingança, não importa o motivo.

Esse tipo de pessoa, com suas pragas contra o odiado, e com o poder de sua imaginação, passa a lançar em torno de si uma escura e pesada rede mental, na qual constrói a sua vingança imaginária. “Vê” a outra pessoa morta ou muito doente, abandonada pelo seu amor, coberta de farrapos, esmolando pelas ruas. Nesse momento, sem saber, quem odeia atrai para si a companhia de espíritos desencarnados e trevosos que se afinizam com os sentimentos do encarnado, e como moscas-varejeiras voam sobre ele, impedindo que seus pensamentos alcem vôo em busca dos planos maiores. Daí a loucura, muitas vezes, basta um passo.

Depois dessas considerações introdutórias, vamos ao texto do Evangelho de Mateus. Jesus começa dizendo: “Tendes ouvido dizer que deveis amar o vosso próximo e odiar o vosso inimigo”. Com essas palavras, Jesus quer dizer que existe um discurso tradicional que relaciona amigo e amor inimigo e ódio. Em seguida, ele coloca a palavra “porém” (conjunção coordenada adversativa) que introduz uma oração de sentido contrário à anterior, e dá uma segunda regra sobre amar até mesmo o inimigo: “Amai o vosso inimigo e orai pelos que vos perseguem”. Com isso, Jesus altera a relação antiga para: amigo e amor e inimigo e amor, eliminando o ódio por completo.

A questão, do ponto de vista de Jesus, é tão séria que ele chega a dizer: “Aquele que não conseguir banir o ódio de sua vida não pode ser considerado filho de Deus”. Se o cristão consegue isso, ele se torna diferente do gentio e do publicano, em outras palavras, ele se torna uma pessoa de qualidade que se pode traduzir, em linguagem evangélica, por uma pessoa justa. Por esse motivo, Jesus está muito ocupado em nos dar a oportunidade de refletir sobre a inimizade. Ele chega a dizer em Mateus, V: 24: “Antes de oferecerdes a vossa oferenda ao Templo, correi e reconciliai-vos como o vosso inimigo”. Ou seja, não adianta, ensina Jesus, irmos aos cultos evangélicos, às missas católicas, às reuniões espíritas, aos terreiros de Umbanda, a fim de cumprir as nossas obrigações religiosas, se o nosso coração está tomado por sentimentos menores e hostis contra um irmão. Quando fazemos isso, realizamos um tipo de culto externo que muito pouco valor terá para o nosso progresso espiritual. Deus é amor, e não se pode comparecer perante o amor com o coração manchado de ódio.

A esta altura podemos nos perguntar: O que se pode fazer, do ponto de vista prático, para minimizar ou mesmo eliminar os sentimentos hostis? Acreditamos poder tomar algumas atitudes que, dependendo do compromisso que temos com as mudanças, podem ser bastante úteis.

1. Não feche questão sobre os seus sentimentos.
Não siga a frase impeditiva do crescimento: “Eu sou assim, assim mesmo que eu sou”. Procure refletir sobre o seguinte: nós nada somos, apenas estamos. Quando utilizo o verbo ser, estou me servindo de uma palavra de essência e é muito difícil, difícil mesmo, mudar em nós aquilo que é essencial. Quando uso o verbo estar, emprego uma palavra que exprime circunstãncia. O professor Eduardo Portela, cerra vez, foi questionado sobre a sua posição de ministro. Ele comentou, dizendo: “Eu não sou ministro, estou ministro”. Com essa frase, ele queria dizer que o ministério era um “acidente” e não fazia parte de sua essência e, portanto, poderia abrir mão do cargo sem maiores dificuldades.

Se considerarmos esse modo de ver, estaremos sempre mais propensos às mudanças. Odiar, portanto, não faz parte de nossa essência. O ódio é uma atitude mental na qual me encontro temporariamente e nela não preciso continuar. Estar aberto às mudanças é o primeiro passo para abandonar rancores e ódios. Troque a frase: “Não gosto dele (ou dela) e acabou” por: “Não gosto dele (ou dela), mas estou disposto a rever minha posição”.

2. Reveja as causas de seu ódio.
Procure examinar com cuidado os motivos por que você não gosta de uma determinada pessoa, raça ou instituição.
Muitas vezes, nos aborrecemos com uma pessoa por futilidades, como:
Ela é uma pessoa “do contra”, se opõe sempre a tudo que falo. Se eu digo: é pedra, ela diz: é pau.

Se não gosto de uma pessoa por causa disso, preciso rever os meus conceitos de democracia. A democracia é a habilidade de conviver com as diferenças. Não posso esperar que uma pessoa pense sempre como eu ou concorde sempre com as minhas idéias, a não ser que me imagine dono da verdade. Somos espíritos muito diferentes uns dos outros, e cada um de nós é resultado de muitas experiências ao longo de várias vidas. Assim, por que ficarmos irritados se um companheiro discorda de nós? Isso é um direito dele. Deixe-o com os seus pontos de vista e sigamos o caminho que escolhemos. O tempo dirá quem estava certo.


Tomei raiva daquela pessoa quando soube que falou mal de mim.
Embora bastante corriqueiro em nosso dia-a-dia, esse é o motivo mais fútil para se indispor com alguém. É necessário ser muito frágil para acreditar em fofoca, em diz-que-diz. Muitas pessoas, ao ouvir que um amigo ou conhecido falou mal a seu respeito, ficam indignadas e fecham o coração para o suposto ofensor. Não se preocupam com os motivos do “fofoqueiro” e nem querem saber se o que disse (se é que disse) não poderia ser uma advertência que não foi feita diretamente por medo de magoar.

Imaginemos que alguém conte a você que ouviu uma amiga sua dizer: “A fulana não está educando bem a filha. Ontem vi a menina com umas pessoas estranhas, fumando”... Não responda a essa informação com frases como: “Por que ela não se mete com a própria vida? Da minha filha cuido eu”. Não seria melhor averiguar se essa informação procede? Será que a amiga, em vez de uma crítica, fez uma advertência? Não seria mais interessante procurá-la, agradecê-la por seu interesse e pedir-lhe mais informações? Situações como essas são muito comuns, mas as pessoas ficam magoadas quando deveriam ficar agradecidas.

Fulana (ou fulano) não me convidou para a festa na sai casa.

Não se aborreça, não busque desforra, não faça cara feia, isso só provará a sua fragilidade emocional.
Fulano (a) criticou o meu trabalho.

Será que o seu trabalho não merece críticas? Só os trabalhos perfeitos estão ao abrigo de críticas, e a perfeição é um ideal que devemos buscar, mas ainda é apenas um ideal. Não pedi a opinião dele, certo? Poderá você dizer. Mas ele não precisa pedir a sua permissão para criticá-lo, principalmente quando o seu trabalho é público. Se você escreve um livro, ao ser lançado, ele pertencerá ao público que pode ou não gostar da obra. O mesmo acontece com um recital de canto ou de música, com uma palestra, conferência ou aula. Nesses casos, é o receptor que vai nos julgar, pois, de um certo modo, ao correr esse risco, estamos, ainda que sem querer, pedindo a opinião das pessoas.

Nesses casos, seria muito útil questionar a validade da crítica. Pode ser que meu livro não seja tão bom quanto imagino ou eu não cante tão bem como penso, ou ainda, que as minhas aulas não sejam tão boas quanto acredito. Se tiver coragem e honestidade comigo mesmo, poderei crescer a partir dessas críticas. Ficando zangado, magoado com a crítica e com o crítico, nada ganharei, a não ser aborrecimentos.

Em outras situações, estou irado contra uma pessoa que me fez algo realmente grave e com o claro intuito de me prejudicar. São exemplos:

Ela (Ele) fingiu-se de amiga (o) para roubar o (a) meu (minha) esposo (a). Isso não perdôo.
Há, nesse pensamento puramente emocional, um equivoco sério. Não podemos perder aquilo que não possuímos. Não somos proprietários das pessoas, seres humanos não são possuíveis. E mais: se alguém nos tomou a pessoa amada, isso só foi possível porque os laços que nos prendiam a ela já estavam muito deteriorados ou nem mesmo existiam mais. Assim, a pessoa que acusamos de destruidora de lar nada maiôs foi do que um pretexto para o final de uma relação que perdera o significado.

Não podemos nos esquecer ainda que a pessoa com quem somos hostis, nesse caso, pode ter tirado de nossa vida um problema e tê-lo transferido para a dela, abrindo para você perspectivas novas de refazer a vida. É como o povo diz: “Deus escreve certo por linhas tortas”. Não odeie, portanto, a pessoa que fez isso com você, ela pode ter feito um bem, ainda que, no primeiro momento, pareça um mal.

Por causa dele (dela) perdi o meu emprego.
Esse caso parece muito com o anterior e se ajusta ao dito popular: “Há males que vêm para o bem”. Posso estar há anos em um emprego que não me satisfaz muito, entretanto, tenho medo de abandoná-lo. Porém, se um dia, alguém faz uma “ursada” comigo e sou despedido, inicialmente fico muito aborrecido e posso até desejar me vingar, até com violência, contra a pessoa que fez isso. Se consigo controlar meus sentimentos e não piorar a situação partindo para uma vingança, vou à luta, pois a vida continua. Foi com a indenização recebida de um colégio, onde trabalhou cerca de vinte anos, que um professor amigo meu abriu um colégio que hoje lhe dá um rendimento muitas vezes maior do que anteriormente. O professor, perdendo o emprego, ganhou um colégio. Então pergunta-se: a pessoa que fez mal a ele, despedindo-o, não teria, de fato, feito um bem?

Aqui ainda é pertinente lembrar uma frase do pensador chinês: “O mal que alguém me faz não me faz mal porque não me faz mal; mas o mal que faço a alguém, este sim me faz mal porque me faz mal”. Repare bem essa frase. Se uma pessoa me faz mal, faz mal a si mesma, pois, aos olhos de Deus, ela se torna má, entretanto, se faço mal a uma pessoa, torno-me mau, e isso, segundo a moral evangélica, é ruim para mim. Daí Jesus ter recomendado que orássemos por aqueles que nos perseguem, pois é melhor ser vítima do mal do que ser seu produtor.

Odeio aquela pessoa que matou meu ente querido.
Essa parece ser uma razão suficiente para se odiar alguém e buscar vingança contra o assassino, entretanto, não é. Em primeiro lugar, o meu ente querido não morreu enquanto individualidade, o que desapareceu foi a sua personalidade. Não houve, portanto, uma perda total. Em segundo lugar, o meu desespero, ou mesmo a minha vingança, não vão alterar a situação objetiva, ou seja, não trarão aquela pessoa de volta. Em terceiro lugar, não conhecemos as motivações espirituais do crime; e, em quarto lugar, digna de pena é a pessoa que matou e não a que foi morta. Por todos esses motivos, devo perdoar o assassino, perdoar mesmo, sinceramente, e deixar que a vida dê a cada um segundo as suas obras.

Jesus trata a questão das inimizades com muito interesse pois, para ele, o ódio é o inverso frontal do amor, e não posso melhorar a minha realidade espiritual se ainda abrigo ódio em meu mundo interior. Com isso, abrimos um espaço para falar do ato de amar. Onde não existir amor, não poderá haver nem ação nem vida; por isso, o homem nada será se não amar e for amado. O homem sem amor é uma árvore estéril, sem galhos, flores e frutos. Nela os pássaros não pousam nem fazem ninhos, apenas deslizam negras e venenosas serpentes.

O amor é um sentimento bastante forte para se bastar a si mesmo, por isso, o verdadeiro amor não busca recompensa, apenas ama. Assim, Jesus amou a sua família, aos seus apóstolos, mas também aqueles que o levaram ao suplício da cruz. Suas últimas palavras no Gólgota são uma intercessão em favor de sues algozes. “Perdoai-os, Pai, pois eles não sabem o que fazem...” Nessas palavras de perdão está a maior de todas as lições sobre a necessidade de amar ao próximo sem restrições.

O amor, lembra Erich Fromm, é o sentimento que busca a união entre os seres, que nos leva a superar o sentimento de isolamento e de separação, sem que, porém, amante e amado percam a sua individualidade. No amor ocorre um paradoxo, pois dois se tornam um sem deixar de serem dois. O amor é, em última análise, uma atividade.

O amor é uma atividade, e não um afeto passivo; é um “erguimento” e não uma “queda”. De um modo geral, o caráter ativo do amor pode ser descrito, afirmando-se que o amor, antes de tudo, consiste em dar e não em receber. (E. Fromm).

O amor, desse ponto de vista, é o contrário do egoísmo. No amor, meu sentimento altruísta volta-se para outro e, no egoísmo, faço de mim mesmo o centro do mundo; entretanto, quanto mais me amo egoisticamente, menos sou capaz de amar o outro. Nenhuma dor me comove, a não ser a minha própria dor, nenhum problema me preocupa, a não ser o meu. Amor e egoísmo não convivem e compete a cada um de nós escolher um ou outro.

No texto do Evangelho que motivou essas paginas há uma exigência de Jesus que, em geral, consideramos muito complexa: “Amar os inimigos”. Vamos voltar a ela. A palavra amigo deriva de um antigo radical indo-europeu que significa ligar, unir, atar. Assim, o amor seria o sentimento que funde dois pronomes eu e tu, convertendo-os em nós. Assim, amigo é aquele que ama, que busca a união, a junção com todos os outros seres. A palavra inimigo é formada de in=não+amigo=ao que ama, ou seja, inimigo é aquele que não amamos, aquele do qual é imperativo viver separado. Como é possível, então, que uma pessoa possa amar o inimigo? Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, há um texto no qual há um esclarecimento sobre o que consiste amar o inimigo:

Amar os inimigos, portanto, não é ter por eles uma afeição que não é natural, uma vez que o contato com o inimigo faz o coração bater de uma forma totalmente diferente da que ocorre ao contato com um amigo. Amar os inimigos é não ter contra eles nem ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; é perdoar-lhes sem segundas intenções e sem restrições o mal que nos fizeram; e não colocar nenhum obstáculo è reconciliação; é desejar-lhes o bem em lugar do mal; é ficar alegre em vez de triste, com o bem que lhes aconteça; é estender-lhes a mão para socorrê-los em caso de necessidade; é evitar por palavras e ações, tudo o que possa prejudicá-los; é, enfim, retribuir-lhes o mal com o bem, sem intenção de humilhá-los. Aquele que assim proceder cumpre plenamente o mandamento: “Amai os vossos inimigos”.

TÍTULO.: AMOR E ÓDIO
POR.: JOSÉ CARLOS LEAL
DO LIVRO.: EVANGELHO E QUALIDADE DE VIDA

CARNE E SESSÃO MEDIÚNICA









TÍTULO.: CARNE E SESSÃO MEDIÚNICA
por.: Dr. Ricardo Di Bernardi (É Médico Homeopata Geral, Pediatra, Presidente da Associação Médico-Espírita de Santa Catarina, Articulista Espírita, Palestrante e Autor de diversos livros. Natural de Florianópolis SC, o médico homeopata e pediatra Ricardo Di Bernardo foi um dos fundadores do MEUC – Movimento Espírita Universitário, do ICEF – Instituto de Cultura Espirita de Florianópolis e da AME SC – Associação Médico-Espirita de Santa Catarina. Tem elaborado inúmeros workshops, participando como palestrante em jornadas e congressos espiritas em diversos países. Desenvolveu interessante pesquisa sobre fotos Kirlian com estudo da movimentação da aura pelo passe magnético. Em 1993 lançou seu primeiro livro “Gestação Sublime Intercâmbio” tendo alcançado expressivo sucesso tanto no Brasil como na Europa. É autor também de “Dos Faraós à Física Quântica”, “Reencarnação em Xeque”, “Navegando nos Mares da Imprensa”, “Reencarnação – Amor e Sabedoria (Voo Livre)”, “Reencarnação e Evolução das Espécies, “Flávia, Sonhos e Regressão” Seus estudos podem ser acompanhados pelo Site: www.incefaovivo.com.br, email: Ricardo.di.bernardo@terra.com.br) 

O HOSPITAL ESPIRITUAL DO MUNDO agradece os irmãos do SITE PORTAL DO ESPÍRITO E O DR. RICARDO DEI BERNARDI pelo artigo que iluminou este espaço de aprendizagem e encontros sagrados.
O HOSPITAL ESPIRITUAL DO MUNDO,  obteve do próprio autor autorização para publicação de seus artigos.

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

DOENÇAS E AS EMOÇÕES

DOENÇAS E AS EMOÇÕES – CAUSAS EMOCIONAIS DAS DOENÇAS

Nos dias que decorrem ainda é um pouco estranho, para muitas pessoas, aceitar que as doenças e as emoções podem de alguma forma estar ligadas. Aceitar que uma doença possa ser causada por distúrbios emocionais faz cada vez mais sentido e tem-se verificado que a mudança desses padrões emocionais, atenuam a doença e podem mesmo abolir a doença se esses padrões emocionais desequilibrados deixarem de existir. Óbvio que à degenerações podem depois ter difícil retrocesso, no entanto são conhecidos casos de sucesso.

Quando a boca cala…. o corpo fala!! AMAR pode CURAR
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

As Doenças, as emoções e a genética
É muito comum ouvirmos falar em doenças herdadas genéticamente, o certo é que quando estamos no ventre materno estamos já expostos aos padrões emocionais vividos no ambiente familiar. Estes padrões emocionais vão ser parte integrante também da educação da criança e mais tarde manifestar-se fisicamente se não forem transformados em potencialidades e sabedoria.

Padrões emocionais e crenças negativas – causam doenças
As mudanças de padrões emocionais passam pela mudança das crenças e padrões de pensamento que alimentamos desde que existimos. Através da mudança de pensamentos é possível curar doenças e as emoções.
Mostramos a seguir algumas doenças e os padrões e crenças negativas que os sustentam e as respectivas afirmações positivas que devemos dizer para mudar os padrões e crenças e assim libertar-nos das doenças e emoções negativas (Poder das afirmações positivas)

Acidentes – Rebelião contra autoridade. Crença em violência, raiva.
Afirmação positiva - Paz e segurança. Eu amo e aceito tudo na vida como uma fonte de sabedoria.

Acne - Não se aceitar; desamor de si.
Afirmação positiva - Eu amo-me e aceito-me tal como sou. Eu sou maravilhoso e amado por todos (causas emocionais das doenças)
Adenóides - Atritos familiares, discussões. Criança se sente mal querida.
Afirmação positiva - A criança é querida e bem-vinda.
Alcoolismo – Sentimentos de futilidade, inadequação, culpa e auto-rejeição.
Afirmação positiva - Eu relaxo e liberto o passado. Eu tenho valor, amo-me e aceito-me tal como sou agora.
Alergias – A quem você é alérgico? Falso ego e sensibilidade.
Afirmações positivas - Eu estou em Paz. O mundo é seguro e amigo.
Amigdalite – Emoções reprimidas e medo; raiva reprimida.
Afirmação positiva - Nada impede o bom em mim. Eu permito a liberdade de expressão, das idéias divinas, que fluem e ganham significado em mim.
Anemia – Falta de prazer; desinteresse da vida (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva – Meu mundo é cheio de alegria e estou interessado em tudo.
Apendicite – Medo da vida; bloqueio do fluxo das sensações.
Afirmação positiva - Alegria; eu relaxo e deixo minhas sensações fluírem.
Arteriosclerose – Resistência; tensão; abertura mental estreita.
Eu estou completamente aberto para a vida e a alegria. A vida é boa.
Artrite – Amargura, ressentimento, crítica, sentimentos de desamor.
Afirmação positiva - Amor e perdão. Eu deixo os outros serem eles mesmo. Eu sou livre.
Asma – Super sensibilidade; amor sufocado; supressão do choro, sentimentos sufocados.
Afirmação positiva - Eu sou livre. Eu me encarrego da minha própria vida. Eu posso expressar meus sentimentos como eles são.
Ataques, golpes, congestão – Rejeição da vida; auto-violência, resistência extrema (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva - Eu aceito a vida passada, presente e futura. Vida e alegria.
Bexiga (problemas) – Ansiedade; resistência contra novas idéias.
Afirmação positiva - Eu abandono o passado, despreocupo me do futuro. Eu aceito o que é novo, agora.
Boca (problemas) – Incapacidade de engolir idéias; fixação de opiniões e mente fechada.
Afirmação positiva - Eu dou boas-vindas a idéias e conceitos novos.
Bronquite – Ambiente familiar inflamado.
Afirmação positiva - Paz. Ninguém consegue irritar-me.
Bursite – Raiva reprimida, vontade de bater em alguém.
Afirmação positiva - Eu relaxo a raiva de maneira que ela não cause mal. O amor relaxa.
Câimbras – Tensão; segurar-se; oprimir-se.
Afirmação positiva - Eu relaxo e deixo a vida fluir.
Cancro – Profundos segredos ou aflições corroendo o Eu; retenção longa dos ressentimentos;ferimentos profundos.
Afirmação positiva - Não existem segredos. Eu deixo que o passado se vá. Meu presente é preenchido com alegria.
Catarata – Futuro pouco claro; inabilidade de ver a frente (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva - Eu sou livre. A vida é eterna e cheia de alegria.
Ciática – Medo do dinheiro e do futuro.
Afirmação positiva - Eu me movimento no melhor de tudo. Meu bem está em todo lugar e eu estou seguro.
Coceira – Desejos insatisfeitos, remorso; punição e culpa.
Afirmação positiva - Tudo que eu precisar estará sempre aqui. Eu aceito tudo de bom sem sentimentos culposos.
Colesterol – Entupimento dos canais do prazer; medo de aceitar o prazer.
Afirmação positiva - O prazer é normal. Meus canais estão largamente abertos. Eu amo a vida.
Colite – Pais super-excitados; opressão, menosprezo; necessidade de afeto.
Afirmação positiva - Eu sou livre-pensador. Eu estou em paz na minha mente.
Contensão, (machucaduras, esgotamento) – Pequenos impactos da vida.
Afirmação positiva - Não existe razão para eu bater na vida. Eu estou ajo com amor.
Coração – Problemas emocionais sérios longamente suportados; falta do prazer, rejeição da vida. Crença nas pressões e no esforço.
Afirmação positiva - Alegria, alegria, alegria, amor e paz. Eu prazerosamente aceito tudo na vida.

Corcunda – Raiva atrás de você, ressentimento conservado (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva - Eu vejo o passado com alegria. Ninguém jamais me fez mal.
Crescimento – Nutrir ferimentos emocionais, falso senso de valores e orgulho.
Afirmação positiva - Perdão. Eu amo a mim mesmo. Não irei fazer-me mal.
Dedos – Super exagerar os detalhes da vida (unhas- super analisar).
Afirmação positiva - Eu relaxo conscientemente de que a sabedoria da vida cuida dos detalhes.
“Defeitos” de nascença – Necessidade de reencarnação; você pediu para vir assim.
Não se sinta culpado. Você e seus pais, têm algo a aprender.
Dentes – Sustentar longas indecisões; incapacidade de derrubar idéias por análise ou decisão.
Afirmação positiva - Eu faço minhas decisões baseado nos princípios da verdade e fico seguro com o resultado.
Deslocamento de disco
Indecisão; não se sentir emocionalmente amparado pelos outros (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva - Eu sou corajoso e independente. Eu sou amparado pela vida.
Desmaios – Medo; não poder conviver ou enfrentar; apagar-se de tudo.
Afirmação positiva - Eu tenho poder, força e conhecimento para lidar com tudo na vida.
Diabetes – Profundo sentimento de mágoa; falta de açúcar na vida.
Afirmação positiva - Eu permito que a vida seja gostosa. Eu deixo o passado ser apenas passado. Eu aceito que o prazer e a alegria sejam as bases da minha vida.
Doenças venéreas – Culpa sexual; crença de que os órgãos genitais são pecaminosos e sujos;
necessidade de punição.
Afirmação positiva - Eu amorosa e prazerosamente aceito minha sexualidade e sua expressão.
Não há culpa sem punição.


Dor – Congestão, bloqueio; crença em barreiras; punição, culpa.
Afirmação positiva - Eu descanso minha necessidade de punição. Eu deixo a vida fluir.
Dor de Cabeça – Tensão, revolta, contrariedades emocionais. Sentimentos feridos.
Afirmação positiva - Paz, amor, alegria, relaxamento. No meu mundo tudo está bem.
Dor de ouvidos – Causa emocional da doença – Raiva; não querer ouvir (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva - Eu ouço com amor e prazer. Sempre escuto o bom de tudo.
Edema – Super sensibilidade, individualidade machucada. Personalidade ferida.
Afirmação positiva - Eu sou seguro, ninguém ameaça minha individualidade.
Enjoar no carro – Medo-dependência, sentimento de ser pego em armadilhas.
Eu ando facilmente no tempo e espaço. Não existe o medo.
Enjoar no mar – Medo; medo da morte.
Afirmação positiva - A vida continua. Não existe a morte. Somente mudanças.
Enlouquecer – Reter amor e consideração (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva - Eu respondo à vida, reparto meus sentimentos e meu amor. Eu sinto… eu amo…
Envelhecer – Crença social; velhos pensamentos.
Afirmação positiva - Eu me amo e me aceito em todas as idades; cada idade é perfeita. Eu sou espírito. Eu sou eterno.
Enxaqueca – Resistência ao fluir da vida; medos sexuais. Desperdícios emocionais.
Afirmação positiva - Eu descanso no fluxo da vida. Deixo-a fluir através de mim.
Epilepsia – Rejeição da vida; sensação de perseguição; violência contra si.
Afirmação positiva - Eu amo a mim mesmo e a toda a vida. A vida é uma eterna alegria.
Esclerose múltipla – Dureza mental, coração endurecido, vontade de forra; inflexibilidade.
Afirmação positiva - Eu não tento me controlar. Eu me solto com alegria na vida.
Espinhas – Crença na feiúra, culpa, ódio de si (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva - Eu não propago pensamentos feios. Eu amo todo o meu corpo. Não há culpa.
Estomago (problemas) – Incapacidade de assimilar idéias. Medo de novas idéias.
Afirmação positiva - Eu assimilo novas idéias facilmente. A vida concorda comigo.
Excesso de peso – Insegurança; auto-rejeição; procura de amor. Medo de perda, sufocar sentimentos.
Afirmação positiva - Eu aceito-me e me amo-me tal como eu sou. Eu sou sempre seguro no caminho espiritual.
Face (doenças) – Representa individualidade, reconhecimento (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva - Reconheço meus verdadeiros valores. Minha individualidade.
Fadiga – Resistência, aborrecimento; falta de amor pelo que faz.
Afirmação positiva - Estou entusiasmado com a vida. Cheio de Energia.
Febre – Queimar-se com alguém ou algo; raiva.
Afirmação positiva - Eu sou calmo, exprimo amor e paz.
Febre do Feno – Congestão emocional; confusão nas crenças; medo do moralismo.
Afirmação positiva - Eu nego qualquer moralismo. Eu sou uno em tudo na vida.
Gagueira – Insegurança; falta de auto-expressão (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva - Eu permito-me falar por mim e comunico-me com amor.
Garganta – Repressão de raiva; ferimentos emocionais engolidos.
Afirmação positiva - Eu expresso-me com alegria e ninguém me pode magoar.
Gastrite (gases) – Reter idéias indigestas; sufocar o ar por medo.
Afirmação positiva - Eu deixo a vida fluir através de (gases) mim.
Gengivas (problemas) – Inabilidade de levar avante as decisões uma vez que elas sejam tomadas.
Afirmação positiva - Eu sou uma pessoa decidida. Eu deixo-me ir pela vida.
Glândulas (problemas) – Desequilíbrio; falta de ordem; distribuição insuficiente.
Afirmação positiva - Eu estou em equilíbrio total. Meus sistemas estão em ordem.
Glaucoma – Pressão emocional por sustentar por longo tempo sentimentos feridos.
Afirmação positiva - Ninguém pode jamais me ferir. Eu vejo com amor e ternura.
Gota – Impaciência, raiva, dominação.
Afirmação positiva - Eu deixo o ego e sentimentos de superioridade irem-se. Deixo os outros serem o que são.
Gripe – Respostas a negatividade e crença geral; medo, crença em estatísticas.
Afirmações positivas -Eu não sou governado pelas crenças de grupos ou preconceitos.
Eu sou livre de todas influências.
Hemorróidas – Carga, pressão, tensão, medo de deixar acontecer.
Afirmação positiva - Eu descanso todo o peso e as cargas. Eu vivo na alegria do presente.
Hepatite – Medo, raiva, ser odiado. O fígado é o local da raiva e emoções primitivas.
Afirmação positiva - Eu deixo ir agora tudo que não preciso mais, minha consciência esta limpa, cheia de vida.
Hérnia – Carga, resistência mental, autopunição; raiva; expressões criativas incorretas.
Afirmação positiva - Minha vida é calma e harmoniosa. Eu me amo com ternura.
Herpes – Prolongada suspensão nervosa (causas emocionais das doenças)
Afirmação positiva – Descanso agora tranquilamente de todos os meus pensamentos e de todas actividades que exercem pressão sobre mim.A paz está em mim.
Hipoglicemia – Desequilíbrio no sistema.
Afirmação positiva - A aceitação do prazer equilibra o meu sistema.
Impotência – Pressão sexual, tensão, culpa; crenças sociais; rancor contra um antigo parceiro.
Afirmação positiva - Eu permito que todo poder dos meus princípios sexuais opere com facilidade e prazer.
Inchaços (verrugas) - Auto-rejeição, medo, falta de amor.
Afirmação positiva - Eu só adiciono amor em mim. Nada terá mais poder em mim.
Indigestão – Medo, ansiedade, pavor.
Afirmação positiva - Eu recebo o novo e assimilo.
Infecções – Irritação, raiva, chateação.
Afirmação positiva - Nada tem o poder de irritar-me. Eu sou pacífico e harmonioso.
Insanidade – Escapismo, recolhimento; violenta separação da vida.
Ressentimentos familiares.
Afirmação positiva - Minha mente sabe sua verdadeira identidade e eu sou um ponto criativo da expressão divina.
Insónia - Tensão, culpa, medo.
Afirmação positiva - Eu descanso do dia e mergulho num sono perfeito, pacífico.
Laringite – Medo de verbalizar opiniões; raiva. Ressentimento da autoridade.
Afirmação positiva - Eu posso falar por mim. Eu me expresso livremente.
Mãos – A habilidade de segurar e deixar as idéias escaparem; medo de novas idéias
Afirmação positiva - Eu lido com todas as idéias com amor e facilidade.
Mau hálito – Atitudes podres, pensamentos estúpidos.
Afirmação positiva - Eu falo com amor. Eu expiro o que é bom.
Menopausa (problemas) - Medo de não ser mais querido, auto-rejeição. Modo de envelhecimento.
Afirmação positiva - Eu sou equilibrado em todos os ciclos da mudança, abençôo meu corpo com amor.
Nervos e nervosismo – Comunicação, luta, pressa; medo, ansiedade. Pensamentos confusos.
Afirmações positivas - Eu estou na interminável jornada pela eternidade. Que a paz.
esteja conosco. Não existe nenhum lugar para o qual devamos nos apressar.
Olhos (problemas) – Não gostar do que vê em sua vida. Medo do futuro; não ver a verdade.
Afirmações positivas - Eu vejo com olhos amorosos, eu vejo, a verdade, eu vejo claramente.
Ombros – Suportar carga, excesso de carga.
Afirmação positiva - A vida é alegria e liberdade; tudo o que aceito é bom.
Ossos (problemas) – Revolta contra a autoridade (os ossos são a estrutura do universo).
Afirmação positiva - Eu estou em paz com a autoridade. Em meu mundo, sou minha própria autoridade.
Paralisia – Medo, escapismo, resistência, choque.
Afirmação positiva - Eu sou uno com a vida. Eu bendigo minhas experiências.
Pele (problemas) – Sentir-se ameaçado na individualidade; falta de segurança, impaciência; assadura; maneira de ganhar atenção.
Afirmações positivas - Eu aceito minha individualidade. Eu sou emocionalmente seguro.
Eu ganho atenção de maneira positiva.
Pernas (problemas) – Medo do futuro (as pernas carregam você para frente).
Afirmação positiva - Eu me movo com confiança e alegria.
Pés (problemas) – Medo do futuro
Afirmações positivas - Eu paro na verdade. Vou adiante com prazer. Tenho compreensão espiritual.
Pescoço (problemas) – Inflexibilidade, recusa em ver outros lados da questão; teimosia.
Afirmação positiva - Eu sou flexível. Aceito outros pontos de vista.
Pneumonia – Desespero; cansaço da vida, preocupações emocionais; distúrbios internos.
Afirmação positiva - Eu recebo livremente idéias divinas, impregnadas com o hálito da vida.
Pressão sangüínea
ALTA: manter por longo tempo problemas insolúveis; BAIXA: depressão, mágoa, derrotismo, raiva.
ALTA: eu sou alegria e deixo o passado dissolver-se. BAIXA: eu vivo com mais alegria agora; a vida é alegria.
Prisão de ventre (intestinos) – Recusa de relaxar sobre velhas idéias; mesquinhez.
Afirmação positiva - Eu relaxo o passado, generosamente permito que a vida flua através de mim.
Próstata (problemas) – Desistência, derrotismo sensualidade excessiva com sentimento de culpa; crença na velhice
Afirmação positiva - Eu aceito minha masculinidade; eu sou eternamente poderoso. Sexo é prazer.
Psoríase (pele) – Insegurança emocional.
Afirmação positiva - Eu sou pacífico e seguro. Eu estou em paz com tudo na vida.
Pulmões – Medo de receber e dar-se à vida.
Afirmação positiva - A respiração flui através de mim.
Quadris (problemas) – Medo de ir avante em decisões importantes.
Afirmação positiva - Sigo com alegria, amparado e sustentado pelo poder da vida.
Queimaduras – Raiva; queimar-se com os outros.
Afirmação positiva - As pessoas não tem poder contra mim. Eu tenho paz no meu ambiente.
Quisto – Crescimento falso; fomentação de choques e machucados emocionais.
Afirmação positiva - Eu dissolvo velhas raivas. Nada pode ferir-me.
Raquitismo – Desequilíbrio emocional; falta de amor e segurança.
Afirmação positiva - Eu sou seguro e nutrido pelo amor do Universo.
Resfriados - Confusão, desordem, pequenos machucados; família e crenças estereotipadas.
Afirmação positiva - Eu sou livre-pensador; estou em paz com minha mente.
Retenção (líquidos) – O que é que você tem medo de perder?
Afirmação positiva - Eu descanso com alegria, e espontaneidade.
Reumatismo – Falta de amor; ressentimento; amargura crônica; vingança.
Afirmação positiva - Eu tenho compaixão com os outros e comigo. Eu aceito sentimentos prazerosamente.
Rins (problemas) - Crítica, sensibilidade, desapontamento.
Afirmações positivas -Eu vejo somente o bom em tudo. Ações corretas sendo tomadas. Eu estou realizado.
Roer unhas - Separação dos pais, pedaço de si que se recalca.
Afirmação positiva - Eu sou indivíduo criativo. Aceito, sou seguro em minha maturidade.
Sangue (problemas) - Falta de alegria; faltas de circulação das idéias; pensamentos estagnados.
Afirmação positiva - Alegria. Com alegria as novas idéias circulam livremente.
Sinusite - Presença de pessoas que o irritam.
Afirmação positiva - Ninguém tem o poder de me irritar a menos que eu permita. Paz e harmonia.
Surdez - O que você não quer escutar? Rejeição, teimosia, isolamento.
Afirmação positiva - Eu escuto Deus. Eu escuto o prazer e a vida, sou parte dela.
Tórax (Quisto) - Super dimensão de atitudes e propósitos na vida. Super proteção.
Afirmação positiva - Eu sou livre e permito liberdade a todos.
Tosse - Nervosismo, amolação, crítica.
Afirmação positiva – Eu expresso-me pacificamente e falo com amor.
Tuberculose - Egoísmo; possessão; crueldade.
Afirmação positiva - Eu não me sufoco na vida. Meus pensamentos desenvolvem ótimas idéias.
Todos momentos da vida são cheios de sentido.
Tumor - Crescimento falso; ferimentos e choques emocionais.
Afirmação positiva - Descanso e perdão. O amor dissolve ferimentos.
Tumor no cérebro - Crenças incorretas computadas; teimosia; recusa em mudar os velhos padrões.
Afirmação positiva - Tudo na vida é mudança. Meus padrões são sempre novos.
Úlceras - Algo se corrói em você; ansiedade, medo, tensão. Crença em pressões.
Afirmação positiva - Nada pode irritar-me; sou pacífico, calmo e feliz.
Urinar na cama - Medo dos pais (normalmente do pai).
Amor, compreensão e compaixão.
Urticária - Pequenos medos escondidos; exagero de pequenos problemas.
Afirmação positiva - Eu estou em paz com as pequenas coisas da vida.
Vaginite - Culpa sexual; sentimento de perda de alguém ou algo amado.
Afirmação positiva - As formas e as vias podem mudar. O amor nunca se perde. Todas as partes do meu corpo são bonitas.
Varizes - Negatividade, resistência; remoer emoções; sustentar um trabalho que você odeia;
circulação entravada, atulhada de idéias; desencorajamento.
Afirmação positiva - Eu me movimento e vivo com prazer. Eu amo a vida e circulo livremente.
Vesícula (pedras na) - Amargura; pensamentos dolorosos que você não encontra meios de evitar.
Afirmação positiva - Jubilosamente deixo o passado ir-se. A vida é boa. Eu sou bom.
Cada vez há mais abertura a acreditar que por trás de uma doença ou de um acidente existe sempre um pensamento ou crença negativa alimentada pela pessoa. Todos nós criamos uma realidade no nosso mundo mental, que se materializa em nosso corpo ou realidade numa realidade concreta concreta. As doenças e as emoções fazem parte dessa manifestação concreta materializada por pensamentos, crenças e padrões de comportamento que podem ser alterados por uma auto-responsabilidade diária sobre a forma como vemos e sentimos a vida e a forma como a vivemos. Para ver outras afirmações ir a Afirmaçoes positivas para a auto-estima.

Fonte.: http://tratamentodadepressao.org/1215-doencas-emocoes-causas-emocionais-doencas/

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