terça-feira, 2 de setembro de 2014

AFIRMAÇÃO DE FÉ

Afirmação de fé
DIVALDO PEREIRA FRANCO

Chegam tumultuados aos arraiais da fé, propondo modificações imediatas, apresentando reformas com estardalhaço, como se estivessem investidos da autoridade que os capacitasse à reformulação do trabalho que agora defrontam pela primeira vez.
São irrequietos, ansiosos, necessitados de público para o aplauso da ilusão, e por isso tudo promovem de modo a se promoverem a si próprios, imediatamente.
Para eles tudo se encontra errado, pelo que exigem alterações urgentes, como se devessem transformar a tarefa edificante em luta de desespero, na qual alguém deva ser batido pelas armas novas que esgrimem.
Não se detêm em parte alguma.
A princípio, catalisam o interesse geral, chamando atenção pela técnica de que se utilizam para persuadir, a fim de logo se revelarem intolerantes, embora dizendo-se idealistas, desejosos de ajudar; todavia, acreditando-se impedidos, geram clima de insegurança e, posteriormente, de desequilíbrio.
Se dispõem do ensejo de produzir, alegam incompreensões, fazem-se vítimas e abandonam a realização, a meio caminho, tornando-se instrumento da destruição dos mais elevados ideais...
Tem cuidado!
É certo que não deves estar armado contra ninguém; no entanto, é lícito que estejas vigilante no mister a que foste chamado, convocado pelo Senhor, para a tua própria redenção.
Rogaste a bênção da oportunidade de produzir nas lides enobrecedoras da Revelação Espírita e recebeste a investidura da saúde, da lucidez mental, da segurança da fé para te desincumbires a contento. Não que sejas melhor nem que estejas em pior situação do que os outros, mas porque necessitas imperiosamente de utilizar o tempo com sabedoria, ganhando a reencarnação de que te serves para a elevação espiritual a que te propões.
Estás, portanto, no mister da fé, a fim de retificares as realizações infelizes do passado, aparar as arestas negativas, aprimorar os sentimentos...
Quando receberes na célula cristã em que te encontras esses companheiros perturbadores-perturbados, resguarda-te na prudência, não te permitindo por eles enlear.
Ajuda-os com paciência, mas não te facultes agastamento, quando te certificares que não estão lealmente vinculados ao serviço da edificação.
Mimetizado pela aura deles, no azedume ou pela ira que carregam e exteriorizam, perderás a harmonia desequilibrando-te interiormente e, em consequência, cooperando com os planos nefastos de que se fazem portadores...
Ora e silencia, impedindo, através da atitude enérgica e coerente, a ação perniciosa que te pretendem impor.
... E prossegue sem desânimo, fazendo o melhor ao teu alcance em qualquer circunstância.
Medita que o céu a refletir-se no lago tranquilo superiores na tua esfera de realização, evoca o Cristo no ministério da Boa Nova.
Porque o firmamento esteja dominado por trevas densas, não te olvides das estrelas fulgurantes mais além das nuvens carregadas.
Medita que o céu a refletir-se no lago tranquilo não se furta a bordar com luz a água pútrida do pantanal, que aceita, esperançoso, a claridade do luar e dos pingentes fulgurantes dos demais astros que lucilam a distância.
Seja tua a dádiva do bem, e produzam as tuas mãos as tarefas que os outros rejeitam.
Fiel até o fim, afirmando a fé através do trabalho e da confiança infatigável, atingirás as culminâncias do ideal que amas e, chegando ao topo da subida, encontrarás Jesus que, não obstante enganado, traído, abandonado pelos perturbados-perturbadores, retornou ao seio da Comunidade amada, em sofrimento, a fim de continuar ajudando, sem cansaço, pelos evos em fora, até hoje.

Pelo Espírito Joanna de Ângelis
Divaldo P. Franco
Obra: Celeiro de Bênçãos

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

DOENÇA AUTO-IMUNE - O QUE É ISSO


DOENÇA AUTO-IMUNE – O QUE É  ISSO?
Vera Bassoi

Toda vez que ouvia a expressão “doença auto-imune”, eu me punha a pensar que aí deveria existir uma contradição. Na minha ignorante concepção da época, “ser auto-imune” significava que a pessoa que entrasse em contato com algum portador de determinada doença contagiante, seria capaz de sair ilesa. Isso seria devido a "n" possibilidades, dentre as quais algumas conhecidas (ex.: vacinas, cuidados preventivos...) e outras, aliás, a grande maioria, desconhecidas. E, se meu pensamento estivesse correto, então haveria de estar errada a idéia de “doença auto-imune”.

É claro e evidente que a seta indicava o erro para a minha direção. Descobri o significado correto quando fiz pós-graduação em Psicossomática e, sendo leiga em matéria de medicina, quero compartilhar com aqueles que, tão leigos quanto eu, queiram saber que o conceito de “doença auto-imune” não tem nada a ver com a idéia errônea que muita gente tem, e mais: é de importância vital sabermos o mal que poderemos estar causando a nós mesmos.

Poderemos evitá-la? Sim, porém, apenas se soubermos o porquê de a produzirmos, pois qualquer doença auto-imune é doença psicossomática.
Atenção para o corolário: - Nem toda doença psicossomática é auto-imune, mas toda doença auto-imune é psicossomática.

Hoje, o conceito de doença psicossomática já é bastante divulgado. Acredito que todos que estarão lendo este artigo saibam o significado, porém, para evitar de pecar pela falta de explicações, prefiro pecar pelo excesso.
“Psico” deriva de “psique” e quer dizer “mente”.
“Soma” quer dizer “corpo”.

Logo, doença psicossomática é o distúrbio que a mente causa no corpo físico.
Faço uma ressalva: na origem grega,“psique” tem o significado de “alma”. Porém, neste artigo, estarei me referindo apenas e tão somente à influência da mente sobre o corpo. Quero deixar para falar em “doença da alma” em outra ocasião, quem sabe, num dos próximos artigos.

Numa síntese fascinante de sabedoria antiga, taoísmo, medicina tradicional chinesa, medicina moderna, física quântica, pesquisa científica e experiências pessoais, é que atualmente se baseiam alguns médicos/escritores, tais como: Deepak Chopra, Paul Pearsall, Richard Gerber, Larry Dossey, Rüdiger Dahlke, Thorwald Dethlefsen, Bernie Siegel, James S. Gordon e outros, proporcionando a nós, leigos, numa linguagem acessível à nossa compreensão, uma visão clara da responsabilidade pessoal, que cada um tem, pela saúde ou pela doença que se é acometido.

Dizem eles que, se atentarmos para o trabalho que os órgãos realizam e que não dependem da nossa vontade, verificamos que existe uma sintonia perfeita, uma ordem natural e espantosa, que não se justifica por um imperativo bioquímico armazenado, no interior das células, como um sistema de conversão de energia impelido apenas geneticamente. Há de ter mais que isso. Há uma certa “inteligência”, uma “memória celular” que permite a realização perfeita da função específica que cada tipo de célula realiza.

• O corpo tem uma sabedoria própria.
Os corpos de todo mundo sabem, por exemplo, como curar um corte na pele. Se você está descascando batatas e corta o dedo, o corte se cura e, evidentemente, você não fica deslumbrado com isso, porque o processo de cicatrização - a coagulação do sangue para fechar o corte, a formação de uma crosta e a regeneração da nova pele e dos vasos sanguíneos - parece uma coisa absolutamente normal. Quando uma célula de sangue chega à borda de um corte e começa a formar um coágulo, não viajou até ali ao acaso. 

Sabe realmente aonde quer ir e o que fazer quando chegar, com a mesma certeza de um especialista, aliás, com mais até, já que age de forma completamente espontânea e não procura adivinhar. Mesmo que se reparta o conhecimento de uma célula em partículas cada vez menores, à procura do segredo de algum hormônio ou de uma enzima que sirva de mensageiro, não encontraremos um fio de proteína com o rótulo “inteligência”, mas não há dúvida de que ela está atuando.

Parte dessa inteligência dedica-se à cura e aparentemente é uma energia muito poderosa. Lembremos da regeneração do tecido ósseo em casos, tão comuns, como os de fratura de perna ou de braço, por exemplo.
“Todo médico compreende que é a natureza quem cura as doenças”, escreveu Hipócrates, pai da medicina, há mais de dois mil anos (por volta de 400AC).

• O corpo também é capaz de produzir, ao mesmo tempo, centenas de diferentes substâncias químicas, orquestrando-as em relação ao conjunto.
O corpo vivo é a melhor farmácia inventada até hoje. Ele produz diuréticos, analgésicos, tranquilizantes, soníferos, antibióticos e tudo o mais que é fabricado pelas indústrias de drogas, mas sua produção é muito superior. A dosagem é sempre certa e ministrada no horário adequado; os efeitos colaterais são mínimos ou inexistentes; as indicações para o uso estão incluídas na própria droga, como parte de sua inteligência.

Dr. Deepak Chopra encara essa inteligência corporal simplesmente como know-how.
O que quer que se pense sobre inteligência em termos abstratos, não há dúvida de que ao corpo deve ser creditada uma enorme base de conhecimento. Por exemplo, se uma pessoa ouvir uma forte explosão vinda da rua e se sobressaltar em sua poltrona, numa reação instantânea, esse efeito ocorre diante de um complexo evento interno. O gatilho para esse evento é o jorro de adrenalina liberado pelas glândulas supra-renais. Levada pela corrente sanguínea, essa adrenalina comunica as reações ao coração, que começa a bombear o sangue, mais rapidamente, às veias, que se contraem e forçam a elevação da pressão arterial; ao fígado, que põe mais combustível na fórmula de glicose; ao pâncreas, que segrega tanta insulina que mais glicose é metabolizada; e ao estômago e intestinos, que cessam imediatamente de digerir os alimentos para que a energia seja desviada para os membros superiores e inferiores a fim de preparar o corpo para a luta ou para a fuga.

Toda essa atividade que se desenvolve num ritmo violento e com efeitos poderosos em todo o organismo é coordenada pelo cérebro, que usa a pituitária para distribuir os sinais hormonais acima descritos. Além disso, outras sinalizações químicas percorrem os neurônios, fazendo com que a vista focalize melhor, os ouvidos fiquem mais aguçados, os músculos das costas se retesem e a cabeça se volte em sinal de alerta.

Para fazer com que todas essas reações se desencadeiem e cessem novamente, ocorre um mecanismo de ajuste, semelhante ao da chave na fechadura, onde o organismo sabe como reverter cada processo desses com a mesma perfeição com que o iniciou.
O médico canadense Hans Selye disse que esses períodos de “alarme” e “resistência” representam uma resposta criativa, uma mobilização do corpo para lidar com o estresse. Porém, se a tensão é prolongada, sobrevirá uma fase de “esgotamento”, na qual as defesas restantes do corpo são chamadas a intervir. Se o estresse não diminuir, o corpo fica interpretando que deve estar sempre pronto para fugir ou lutar e, conseqüentemente, suas reservas de energia irão se acabando. Porta aberta para a doença.

Como eu estava dizendo numa situação contínua de estresse, a reação natural do corpo fica abalada e a pessoa começa a perder energia.
“A inteligência interior do corpo é tão poderosa que, quando se desvia, o médico tem pela frente uma antagonista temível. Por exemplo, cada célula do corpo é programada por seu DNA para se dividir até determinado ponto, quando a célula-mãe se reparte em duas. Como todo o resto regulado por nossa inteligência interior, esse processo não é puramente mecânico. A célula se divide em resposta à própria necessidade interna, aliada aos sinais gerados pelas células vizinhas e por órgãos distantes que “falam” com ela por meio de mensagens químicas. A divisão da célula é cuidadosamente calculada - e uma decisão bem pensada, a não ser no caso do câncer.

O câncer é o comportamento selvagem e anti-social de uma única célula, que se reproduz sem seguir o padrão, sem sinais de nenhum lado, a não ser, aparentemente, de seu próprio DNA enlouquecido”(Dr. Deepak Chopra).

• O que faria o DNA enlouquecer?
Aparentemente a resposta é simples, quando fazemos a relação mente/corpo: - seria a constante exposição do indivíduo às situações estressantes, tais como: perda de um ente querido, qualquer tipo de perseguição, perda de emprego, rompimento de relações amorosas, acidentes, etc.
É costume recorrer ao uso de uma metáfora para que leigos possam compreender a função do sistema imunológico: - O sistema imunológico é o Quartel General (QG) onde todos os soldados (leucócitos ou glóbulos brancos do sangue) estão sempre em alerta para defender o organismo contra qualquer invasor (bactérias, vírus). Ao mínimo sinal de alarme, o batalhão, mais próximo do lugar afetado, se desloca em direção ao intruso, cercando-o e expulsando-o para fora do corpo. Terminada a operação, o corpo como um todo sente-se livre do inimigo e os soldadinhos voltam para o QG.

Porém, em se tratando de uma mente estressada, o corpo recebe a mensagem de constante perigo, como já vimos anteriormente. O QG fica emitindo sinal de alerta e o exército é mobilizado para sair correndo à cata do inimigo. Mas, onde está o inimigo?
Por que o alarme não pára? Ainda não foi encontrado?

Lembrando que os soldadinhos têm a sua própria inteligência, o “pensamento” deles será:- “Ah, já sei. O inimigo está disfarçado!”
Imediatamente, não tendo como reconhecer aquele que é amigo daquele que não é, os soldados cumprem fielmente a função – defender o corpo – e vão matando, comendo ou expulsando todos os que encontram pela frente. Deu loucura em todo mundo !!! E o pior é que, nesse caso, não há nenhum intruso. Foi alarme falso!
É isso... o próprio organismo se auto-destruindo.

Fica claro, então, que o desequilíbrio mental e emocional provoca um desarranjo no sistema imunológico que, afetado, não consegue mais identificar, no organismo, as células defensoras que lhe são próprias, daquilo que é considerado como “invasor”. O sistema imunológico passa a atacar o próprio organismo, se auto-destruindo – daí as chamadas “doenças auto-imunes”.
As doenças auto-imunes mais comuns hoje são: câncer, artrite reumatóide, espondilite anquilosante, esclerose múltipla, lúpus e algumas outras.

Descobriu-se que as áreas do cérebro mediadoras de nossas emoções - as amígdalas e o hipotálamo, também conhecido como “cérebro do cérebro” - são especialmente ricas em todas as substâncias do grupo neurotransmissor. Isso significa, portanto, que onde os processos de pensamento são abundantes (o que quer dizer que muitos neurônios estão fortemente agrupados), também estão as substâncias químicas associadas ao pensamento. Quando a ciência pensou que podia isolar as substâncias químicas cerebrais e categorizar suas posições, inesperadamente, o corpo mostrou o quanto é complicado. Pesquisadores do National Institute of Mental Health descobriram receptores igualmente abundantes em outros pontos fora do cérebro. Desde o início da década de 80, foram descobertos receptores para neurotransmissores e neuropeptídios nas células do sistema imunológico chamadas monócitos.

Dotado de um vocabulário cuja complexidade espelha o do sistema nervoso, o sistema imunológico evidentemente manda e recebe mensagens com a mesma variedade. Se o fato de estarmos felizes, tristes, pensativos, animados, etc., obriga nossas células cerebrais a produzirem neuropeptídios e neurotransmissores, as células imunológicas também devem ser felizes, tristes, pensativas e animadas - devem, enfim, ser capazes de expressar toda a gama de “palavras” (carregadas de emoções) que os neurônios empregam.

Portanto, o fator desencadeador do processo que leva o indivíduo à doença não é o estresse propriamente dito, mas a maneira como ele vai lidar com o que a situação de estresse mobiliza dentro dele. Vários indivíduos submetidos ao mesmo estímulo estressante terão respostas diferentes de acordo com o tipo de personalidade, seu histórico de vida ou experiências anteriores, as relações interpessoais, realização profissional, sua auto-estima, seu sistema de crenças, enfim, a maneira de encarar a vida e se colocar nela.

Partindo deste princípio, os indivíduos afetados significativamente pelo estresse poderão reagir negativa ou positivamente.

A reação negativa ao estresse é aquela que o indivíduo se sente de tal forma abalado que entra em desequilíbrio emocional, se desespera, se angustia, se coloca como vítima da vida e se deprime. Caso haja o fator genético predispondo o indivíduo a desenvolver determinada doença, com o sistema imunológico em desequilíbrio, o prato está feito. A doença se instala. E o pior que pode acontecer é a pessoa perder a vontade de lutar.
A reação positiva é aquela que o indivíduo percebe sinais significativos para a realização de mudanças interiores, entende esses sinais e aceita que, naquele momento, está aprendendo com a experiência aparentemente negativa. Melhor dizendo, experiências dramáticas levam à transformação pessoal de maneira positiva, pois, nos ensinam lições.

• Na busca do re-equilíbrio está o escape à doença.
O primeiro passo para a cura será tomar consciência do que pode estar nos afetando. A maioria de nós não sente a necessidade de estar atento às coisas que nos afetam, quando tudo está indo bem. A vida torna-se uma espécie de piloto automático que vai nos levando, até que... a doença ou a infelicidade sobrevém e nos sentimos esmagados, mergulhados em um mar indiferenciado de acontecimentos e emoções.
Há que se deixar de lado o orgulho e a vaidade e reconhecer que somos frágeis e precisamos de ajuda.

Precisamos de médicos, mas, com certeza, precisamos de alguém que nos mostre o caminho de volta para a nossa essência – o caminho do Autoconhecimento. Cuidar de si mesmo é o primeiro de todos os cuidados. Só nós mesmos seremos os nossos verdadeiros curadores.

Título.:
DOENÇA AUTO-IMUNE – O QUE É  ISSO?
Por.:   Vera Bassoi - (veramunizbassoi@terra.com.br)
           http://padmashanti.blogspot.com.br

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

EXEMPLOS VIVOS


 Possivelmente você já ouviu falar, mais de uma vez, a respeito de Anne Frank.

Seu diário, escrito durante os dois anos em que permaneceu escondida dos nazistas, durante a Segunda Guerra Mundial, em um minúsculo anexo, no sótão do prédio em que funcionava o escritório de seu pai, em Amsterdã, foi publicado e transformou-se em peças de teatro e filmes famosos.

Anne Frank viveu como um canário na gaiola e apesar de tudo o que sofreu, acreditava que as pessoas, no fundo, são realmente boas.

Com seus pais, a irmã mais velha, um dentista e a família Van Daan foi finalmente apanhada pelos nazistas e confinada em um campo de concentração, onde veio a morrer.

O que poucos sabem, possivelmente, é que seu pai, Otto Frank, após a morte da filha, recebeu cartas de jovens do mundo inteiro e tornou-se mentor, orientador de muitas vidas.

Assim foi que uma jovem americana, de nome Cara Wilson, teve reacendida sua esperança por ele.

Observando a triste figura do mundo, após o assassinato de John e Bobby Kennedy, de Martin Luther King Jr., ela acreditava que o mundo estava perdido.

Afinal, todos eles haviam sido baleados por homens perturbados. Como ela poderia gerar um filho num mundo assim?

Otto Frank lhe escreveu, em resposta: Mesmo que o fim do mundo fosse iminente, eu plantaria hoje uma árvore. A vida continua, e talvez seu filho faça o mundo avançar um passo.

Graças a essa perspectiva de esperança, ela teve coragem para se tornar mãe. Teve dois filhos.

De Atenas, uma outra jovem lhe escreveu narrando seu horripilante passado - o modo como o pai, envolvido no movimento de Resistência aos nazistas, fora morto na sua frente.
A jovem perdera o interesse por tudo, pela vida em si.

Foi então que ela assistiu à peça O diário de Anne Frank. Escreveu a Otto e ele lhe respondeu que, embora houvessem impedido Anne de ver suas metas realizadas, ela tinha diante de si toda uma vida de esperanças. A garota ateniense superou a depressão.

Um rapaz de nome John Neiman, depois de reler o livro de Anne Frank na Faculdade, escreveu a Otto e ele o orientou, dizendo que se ele quisesse honrar a memória de Anne e dos outros que morreram, cumprisse aquilo que Anne tanto desejava - fazer o bem aos outros.

John se tornou sacerdote e em Redondo Beach, Califórnia, passou a estender a mão aos sobreviventes do Holocausto.

Talvez não se consiga jamais saber quantas vidas o exemplo de Anne Frank e os conselhos de seu pai influenciaram positivamente.

Contudo, o que se guarda é a certeza de que cada ser, onde se encontre, com quem esteja, pode se tornar uma carta viva do amor a serviço do bem.
 
Anne Frank tinha somente 13 anos quando sua vida se transformou radicalmente. Deixou a casa grande e ensolarada de Amsterdã para viver no único local que lhe garantiria a vida.

Durante dois anos, ela somente podia contemplar o céu azul de primavera ou as noites estreladas, de uma pequena abertura na água-furtada onde se escondia, sem jamais poder abrir uma janela.

Seu diário revela uma fé inabalável e a nobreza fora do comum de um Espírito amadurecido no sofrimento.

Anne Frank morreu em fevereiro de 1945, no Campo de Concentração de Bergen-Belsen.

Redação do Momento Espírita com base no livro O diário de Anne Frank, ed. Record e no artigo Cartas aos pais de Anne Frank, publicado na revista Seleções Reader´s Digest, de junho/1997. Em 09.02.2009.

Artigo.: Exemplos Vivos

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MENSAGEM DE VIDA


Madre Teresa de Calcutá, que foi Prêmio Nobel da Paz, entre tantos exemplos, deixou também escritos de grande valor.

Escreveu ela: Você sabe qual é o dia mais belo? Hoje.
Tinha razão. Nada se iguala ao dia que se está vivendo. O ontem é passado. Já nos trouxe a experiência e o amanhã ainda não é realidade.

E a coisa mais fácil? Equivocar-se. Com certeza. Quantas vezes, no mesmo dia, cometemos erros? Por pressa, damos informações incorretas. Por descuido, fazemos uma anotação indevida. E assim por diante.

Qual é o presente mais belo? O perdão.
Sim, o perdão é sempre extraordinário para quem o recebe e que, normalmente, aguarda ansioso por isso, desejando de alguma forma se redimir da falta praticada.

É suficiente que lembremos como ficamos preocupados quando ferimos um amigo e aguardamos a chance de nos ver de novo ao lado dele, para, de alguma forma, compensar o que fizemos de errado.

Quais as pessoas mais necessárias? Os pais.
São eles que nos transmitem a vida, nos formam o corpo, nos alimentam, nos educam. São eles que nos protegem nos primeiros anos, quando somos tão frágeis, incapazes de viver e caminhar por nós mesmos.

São eles que nos seguem, anos afora, sempre amigos, atentos, cuidadosos.
E os maiores professores? As crianças. Sem dúvida, as crianças, pela sua forma descontraída de agir, nos dão muitos exemplos da melhor maneira de nos portarmos na vida.

As crianças são simples. Expressam com facilidade seu carinho. Lutam pelo que desejam. Não têm vergonha de chorar.
O melhor remédio? O otimismo. Quem leva a vida com otimismo, jamais se entrega ao desalento. Consegue sempre forças renovadas para lutar e vencer.

A expressão mais eficaz? O sorriso. O sorriso conquista simpatias. Quando nos encontramos em lugares estranhos, entre desconhecidos, quando todos parecem um pouco assustados, o sorriso de alguém traz reconforto.

E pode ser o início de um diálogo, logo adiante.
A força mais potente do Universo? A fé. Não foi por outro motivo que Jesus, falando a respeito da fé, disse que se a tivéssemos do tamanho de um grão de mostarda, conseguiríamos mover montanhas.

Lembremos que o grão de mostarda é uma das menores sementes. É minúscula.
Finalmente, a coisa mais bela? O amor.
O amor coloca cores na paisagem, alimenta e dá forças. Por amor, uma criatura se entrega a outra criatura e se torna cocriadora com Deus.

Por amor, um Espírito Excelso veio à Terra, cantou e viveu o amor, deixando, ao partir, o mais belo poema de amor que a Terra já conheceu: o Evangelho.

***
Comece o seu dia agradecendo a Deus, pela bênção da vida.
Se você tem alguma mágoa da véspera, faça como o sol: esqueça a sombra e brilhe outra vez.
Use o sorriso com abundância e descobrirá como ele lhe trará precioso rendimento de colaboração e felicidade.
Lembre que a fórmula da felicidade recomenda ter para com tudo e para com todos a disposição de cooperar para o bem.

TÍTULO.: MENSAGEM DE VIDA
Redação do Momento Espírita, a partir de frases de Madre Teresa de Calcutá, da revista Harmonia, nº 62, de dezembro de 1999 e dos caps. 1 e 2 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.Em 06.01.2012.

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OS AMIGOS ESPIRITUAIS...



terça-feira, 26 de agosto de 2014

DAS VANTAGENS DE SER BOBO

Aviso: não confundir bobos com burros. Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: "Até tu, Brutus?" 
Bobo não reclama. Em compensação, como exclama! 
Os bobos, com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu. Se Cristo tivesse sido esperto não teria morrido na cruz. 
O bobo é sempre tão simpático que há espertos que se fazem passar por bobos. Ser bobo é uma criatividade e, como toda criação, é difícil. Por isso é que os espertos não conseguem passar por bobos. Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida. Bem-aventurados os bobos porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás não se importam que saibam que eles sabem. 
Há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem por não nascer em Minas!
Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando por cima das casas. É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

MANTÉM O OTIMISMO

MANTÉM O OTIMISMO
DIVALDO PEREIRA FRANCO

Este companheiro desalentado, talvez tenha lutado até à exaustão.
Aquele amigo que tombou na delinquência, provavelmente adiou a hora do crime quanto pôde.
Esse conhecido que se arrojou ao vício, reagiu por muito tempo, não havendo conseguido superar a circunstância ingrata.
Este outro cooperador que debandou da ação dignificante, esforçou-se ao máximo das suas possibilidades, não logrando permanecer no trabalho.
Aqueloutro conhecido que se te fez adversário contumaz, não teve valores morais para vencer as más  inclinações.
As criaturas em queda merecem compreensão antes que censura.
Algumas gostariam de encontrar-se em situação melhor e não conquistaram os recursos para manter-se no bem.
Outras ainda lutam, intensivamente, sem que ninguém saiba.
Diversas têm sido heroínas anônimas agora em fracasso.
Todas anelam pela oportunidade de soerguimento, embora nem sempre o demonstrem ou peçam ajuda.
*
Fixa-te no lado positivo dos seres e olvida-lhes o outro.
Não os rechaces.
É fácil simpatizar com pessoas afáveis e úteis, sempre dispostas a ajudar e a servir.
Faz-se agradável a companhia de criaturas dignas, que conquistam sem esforço.
Mesmo estas, no entanto, têm problemas; só que os não conheces.
*
A Terra é escola-hospital de aprendizes e enfermos da alma.
Não há ninguém que aqui se encontre em clima excepcional.
Inútil intentares conseguir a convivência com anjos, que aqui não se encontram reencarnados.
Da mesma forma que sofres, que tens limitações, que anelas pela paz e aguardas a felicidade, eles também, esses que compartilham das tuas horas e estão no teu caminho.
*
Evita censurar as deficiências que observas no teu próximo.
Se não podes ajudar, silencia e desculpa, quando fores atingido pelas imperfeições deles.
Não te desalentem os fracassos que anotas no comportamento alheio.
Conheces a diretriz de segurança e te afeiçoas ao trabalho do bem.
Permanece, desse modo, confiante, voltando à gentileza para com todos.
*
Sob qualquer esforço retira mágoas e desencantos das tuas paisagens emocionais e recupera o otimismo, com o qual te emularás ao avanço e reconquistarás os que se afastaram, para que voltem à vida.
Jesus jamais desanimou, nunca recolheu ressentimentos, mesmo quando abandonado após a traição e vencido pela urdidura da mentira, a fim de tornar-se o Vencedor perene em todas as refregas.

Pelo espírito de Joanna de Angelisa
Pisicografia de Divaldo Pereira Franco
Livro: Viver e amar

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domingo, 24 de agosto de 2014

EXTINÇÃO DO MAL

Extinção do Mal
CHICO XAVIER

Na didática de Deus, o mal não é recebido com a ênfase que caracteriza muita gente na Terra, quando se propõe a combatê-lo.
Por isso, a condenação não entra em linha de conta nas manifestações da Misericórdia Divina.
Nada de anátemas, gritos, baldões ou pragas.
A Lei de Deus determina, em qualquer parte, seja o mal destruído não pela violência, mas pela força pacífica e edificante do bem.
A propósito, meditemos.
O Senhor corrige:
a ignorância: com a instrução;
o ódio: com o amor;
a necessidade: com o socorro;
o desequilíbrio: com o reajuste;
a ferida: com o bálsamo;
a dor: com o sedativo;
a doença: com o remédio;
a sombra: com a luz;
a fome: com o alimento;
o fogo: com a água;
a ofensa: com o perdão;
o desânimo: com a esperança;
a maldição: com a benção.
Somente nós, as criaturas humanas, por vezes, acreditamos que um golpe seja capaz de sanar outro golpe.
Simples ilusão.
O mal não suprime o mal.
Em razão disso, Jesus nos recomenda amar os inimigos e nos adverte de que a única energia suscetível de remover o mal e extingui-lo é e será sempre a força suprema do bem.

Francisco Cândido xavier
Carlos A. Baccelli
Da obra: Brilhe Vossa Luz
Ditado pelo Espírito Bezerra de Menezes

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