"Para quem acredita, nenhuma palavra é necessária; para quem não acredita, nenhuma palavra é possível." Dom Inácio de Loyola
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
terça-feira, 19 de agosto de 2014
ENSINAMENTOS SOBRE O AMOR
Ensinamentos
sobre o Amor
AMOR (MAITRI)
O primeiro aspecto do amor verdadeiro é maitri, a intenção e a capacidade de proporcionar alegria e felicidade. Para desenvolvê-lo, temos que adotar a prática de olhar e ouvir do fundo do coração para sabermos o que fazer e o que não fazer para que os outros sejam felizes. Se oferecemos a uma pessoa que amamos algo de que ela não precisa, isso não é maitri. Precisamos conhecer a sua real situação, senão nossa oferta poderá deixá-la infeliz.
No sudeste da Ásia, as pessoas de um modo geral gostam muito de uma fruta grande, cheia de espinhos, chamada durião.Posso até dizer que são viciadas nela. O cheiro é extremamente forte. Quando acabam de comê-la, algumas pessoas chegam a colocar a casca debaixo da cama para continuar sentindo o aroma. Para mim, o cheiro do durião é horrível. Um dia, quando praticava cantando no meu templo no Vietnã, havia no altar um durião que tinha sido oferecido ao Buda. Eu estava tentando recitar o Sutra do Lótus, usando um tambor de madeira e um grande sino em forma de tigela para fazer o acompanhamento, mas não conseguia me concentrar. Finalmente levei o sino até o altar e o virei de cabeça para baixo, cobrindo o durião para poder cantar o sutra, Quando terminei, fiz uma reverência ao Buda e liberei o durião. Caso você me dissesse “Thây, eu gosto tanto de você que apreciaria se comesse um pouco desse durião”, isso seria um sofrimento para mim. Você me ama e quer me ver feliz, mas me obriga a comer durião. Esse é um exemplo de amor sem compreensão. Sua intenção é boa, mas falta o entendimento certo.
Sem compreensão nosso amor não é verdadeiro. Temos que olhar profundamente para ver e compreender as necessidades, as aspirações e o sofrimento de quem amamos. Todos nós precisamos de amor. Esse sentimento nos proporciona alegria e bem estar. É tão natural quanto o ar. Somos amados pelo ar. Nós temos necessidade de ar fresco para nos sentirmos bem e felizes. Somos também amados pelas árvores. Precisamos delas para sermos saudáveis. Para sermos amados, devemos amar, o que significa compreender. Para nosso amor permanecer, temos que adotar a maneira apropriada de agir ou não agir para proteger o ar, as árvores e as pessoas que amamos.
Maitri pode ser traduzido como “amor”, ou “bondade amorosa”. Alguns mestres budistas preferem “bondade amorosa” por considerarem a palavra “amor” muito perigosa. Mas eu prefiro o termo “amor”. Às vezes as palavras adoecem, e nós temos que curá-las. A palavra “amor” tem sido usada como um termo correspondente a apetite, ou desejo, como “eu amo hambúrgueres”. É necessário empregar o idioma com mais cuidado. “Amor” é uma palavra bonita, devemos recuperar seu significado. O termo maitri tem raízes na palavra mitra, que quer dizer amigo. No budismo, o principal significado de amor é amizade.
Todos nós possuímos a semente do amor. Podemos desenvolver essa maravilhosa fonte de energia nutrindo o amor incondicional que nada espera de volta. Quando compreendemos uma pessoa no fundo do coração, inclusive alguém que nos feriu, não conseguimos deixar de amá-la. O Buda Shakyamuni mencionou que o Buda do próximo éon se chamará “Maitreya, o Buda do Amor”.
POR.: Thich Nhat Hanh
FONTE.: http://www.forumespirita.net
O HOSPITAL ESPIRITUAL DO MUNDO
agradece os irmãos do FORUM ESPÍRITA pelo artigo que iluminou este espaço de
aprendizagem e encontros Sagrados.
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Obrigada. Hospital Espiritual do Mundo.
NOTA.: As imagens usadas neste site foram tiradas da net sem autoria das mesmas. Caso alguém conheça o autor das imagens, agradeceremos se nos for comunicado, para que possamos conferir os devidos créditos. Grata, Esperança.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
DO MARAVILHOSO AO SOBRENATURAL
Suely Caldas Schubert
Para
os que consideram a matéria a única potência da Natureza, tudo o que não pode
ser explicado pelas leis da matéria é maravilhoso, ou sobrenatural, e, para
eles, maravilhoso é sinônimo de superstição".
"A explicação dos fatos que o espiritismo admite, de suas causas e
conseqüências morais, forma toda uma ciência e toda uma filosofia, que reclamam
estudo sério, perseverante e aprofundado". Allan Kardec. ( "O Livro
dos Médiuns", Primeira Parte. Cap.II, Itens 10 e 14, n.º 7º)
Os fenômenos mediúnicos são de todos os tempos e estão em todas as raças. Ao
longo da história dos povos a intervenção dos Espíritos é como um sopro forte,
agitando, sacudindo, alterando o clima psíquico dos homens.
Essas presenças imateriais, constantes, vivas e atuantes entrevistas por
muitos, pressentidas por outros, transformam-se, ao sabor das fantasias de
mentes imaturas, em fatos maravilhosos e sobrenaturais coloridos com as tintas
fortes da imaginação.
E à medida que o tempo avança a tradição oral se encarrega de transmitir os
fatos maravilhosos de geração em geração, naturalmente acrescidos dos matizes
regionais, o que depois veio a constituir-se no folclore característico de cada
região. Muita coisa hoje considerada folclórica teve a sua origem em fatos
mediúnicos, destes decorrendo superstições as mais diversas, profundamente
enraizadas na alma do povo. Desde o feiticeiro, na mais antiga, remota e
primitiva das aldeias indígenas, que pratica a sua medicina numa tentativa de
esconjurar os maus Espíritos e atrair os bons, até o nosso sertanejo, o homem
simples do povo, que e apega às simpatias e sortilégios para garantir a sua
defesa contra os mesmos maus Espíritos e granjear a proteção dos bons, vemos o
conhecimento espontâneo, intuitivo e natural que o ser humano tem da
imortalidade da alma e da comunicabilidade entre os "mortos"e os
vivos. Desta certeza originam-se, evidentemente, os cultos afros, tão
difundidos em nosso país, mas herança de uma pátria distante, numa amálgama
muito bem elaborada de religião e folclore.
Muitas lendas - algumas bem antigas - são até hoje bastante propaganadas em
nosso sertão. É o caso, por exemplo, da "mula-sem-cabeça"que ainda
prossegue apavorando, pois vez que outra a lenda se vitaliza com a notícia de
novas aparições da monstruosa criatura. A lógica nos faz deduzir que tal lenda
nasceu da aparição de algum Espírito zombeteiro e maldoso que se deixava ver
nesta forma para aterrorizar as pessoas, com que se diverte e compraz.
igualmente as aparições de lobisomens, sacis, boitatás, etc.
Allan kardec elucida a respeito, em "O Livro dos Médiuns".
"(...)
Mas, também já temos dito que o Espírito, sob seu envoltório semimaterial, pode
tomar todas as espécies de formas, para se manifestar. Pode, pois, um Espírito
Zombeteiro aparecer com chifre e garras, se assim lhe aprouver, para
divertir-se à custa da credulidade daquele que o vê, do mesmo modo que um
Espírito bom pode mostrar-se com asas e com uma figura radiosa."(Cap. VI,
Item 113-ª)
Embora muitas crendices tenham-se originado de fatos mediúnicos, há ainda uma
enorme variedade de superstições que nada têm a ver com eles e são conseqüência
da ignorância e do temor ante o desconhecido.
Em decorrência surgiram as fórmulas mágicas, as simpatias, os talismãs como
recursos de defesa.
Assevera kardec:
"Assim, o Espiritismo não aceita todos os fatos considerados maravilhosos,
ou sobrenaturais. Longe disso, demonstra a impossibilidade de grande número
deles e o ridículo de certas crenças, que constituem a superstição propriamente
dita". (Cap. II da Primeira Parte, Item 13. Ob. Cit.)
A Doutrina Espírita tem explicação lógica e racional para todas as coisas e
situações da vida. lançando luz sobre problemas considerados inextricáveis,
esclarece com raciocínio claro e insofismável tudo o que está ao alcance da
mente humana. Essas explicações são simples e objetivas, despojadas de
misticismo e quaisquer crendices. Não se justifica, portanto, que entre os
espíritas sejam cultivadas certas crenças, sejam adotadas atitudes que
constituem um misto de ritualismo superstições. É exatamente na prática
mediúnica que mais se encontram estes resquícios.
A fé, sob o domínio do pensamento mágico, é novamente envolvida nos véus dos
mistérios e, não sendo raciocinada, deixa de esclarecer e libertar.
Concessões
vão sendo feitas, gradativamente, até que ao final já não exista quase nada que
lembre a Doutrina Espírita qual a deturpação e práticas estranhas enxertadas.
Não
se justifica que a mediunidade seja encarada em nosso meio como alguma coisa
sobrenatural e os médiuns como pessoas portadoras de um dom maravilhoso que as
torna seres da parte, diferentes dos demais. Tudo isto é fruto, unicamente da
falta de estudo doutrinário. E quando a Codificação jaz esquecida e os
postulados básicos da Doutrina Espírita sequer são conhecidos, restará apenas o
mediunismo ou o sincretismo religioso. Neste campo o maravilhoso e o
sobrenatural imperam.
A Doutrina Espírita não é isto. Não podemos contemporizar quanto ao nosso testemunho
de fidelidade doutrinária. E este testemunho deve ser prestado, sobretudo,
dentro da Casa Espírita, no seu dia-a-dia. Por essa razão não se pode postergar
o estudo da obra de kardec, estudo este que deve ser metódico e constante.
Pode ser que assim, penetrando no sentido cada vez mais profundo do que seja o
Espiritismo no seu todo global, abrangente, consigamos um pouco do bom senso,
da lógica e da firmeza que eram apanágio do Codificador.
TITULO.:
DO MARAVILHOSO AO SOBRENATURAL
O Hospital
Espiritual do Mundo agradece os irmãos do SITE O
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domingo, 17 de agosto de 2014
sábado, 16 de agosto de 2014
O BEM MAIS PRECIOSO
Conta o folclore europeu que há muitos anos um rapaz
e uma moça apaixonados resolveram se casar.
Dinheiro eles quase não tinham, mas nenhum deles ligava para isso.
Dinheiro eles quase não tinham, mas nenhum deles ligava para isso.
A confiança mútua era a esperança de um belo futuro,
desde que tivessem um ao outro.
Assim, marcaram a data para se unir em corpo e alma.
Assim, marcaram a data para se unir em corpo e alma.
Antes do casamento, porém, a moça fez um pedido ao
noivo:
Não posso nem imaginar que um dia possamos nos
separar. Mas pode ser que com o tempo um se canse do outro, ou que você se
aborreça e me mande de volta para meus pais.
Quero que você me prometa que, se algum dia isso acontecer, me deixará levar o bem mais precioso que eu tiver então.
Quero que você me prometa que, se algum dia isso acontecer, me deixará levar o bem mais precioso que eu tiver então.
O noivo riu, achando bobagem o que ela dizia, mas a
moça não ficou satisfeita enquanto ele não fez a promessa por escrito e
assinou.
Casaram-se.
Decididos a melhorar de vida, ambos trabalharam muito e foram recompensados.
Cada novo sucesso os fazia mais determinados a sair da pobreza e trabalhavam ainda mais.
O tempo passou e o casal prosperou. Conquistaram os cônjuges uma situação estável, cada vez mais confortável, e finalmente ficaram ricos.
Decididos a melhorar de vida, ambos trabalharam muito e foram recompensados.
Cada novo sucesso os fazia mais determinados a sair da pobreza e trabalhavam ainda mais.
O tempo passou e o casal prosperou. Conquistaram os cônjuges uma situação estável, cada vez mais confortável, e finalmente ficaram ricos.
Mudaram-se para uma ampla casa, fizeram novos amigos
e se cercaram dos prazeres da riqueza.
Mas, dedicados em tempo integral aos negócios e aos compromissos sociais, pensavam mais nas coisas do que um no outro.
Mas, dedicados em tempo integral aos negócios e aos compromissos sociais, pensavam mais nas coisas do que um no outro.
Discutiam sobre o que comprar, quanto gastar, como
aumentar o patrimônio, mas estavam cada vez mais distanciados entre si.
Certo dia, enquanto preparavam uma festa para amigos
importantes, discutiram sobre uma bobagem qualquer e começaram a levantar a
voz, a gritar, e chegaram às inevitáveis acusações.
Você não liga para mim! - Gritou o marido. Só pensa em você, em roupas e jóias. Pegue o que achar mais precioso, como prometi, e volte para a casa dos seus pais. Não há motivo para continuarmos juntos.
Você não liga para mim! - Gritou o marido. Só pensa em você, em roupas e jóias. Pegue o que achar mais precioso, como prometi, e volte para a casa dos seus pais. Não há motivo para continuarmos juntos.
A mulher empalideceu e encarou-o com um olhar
magoado, como se acabasse de descobrir uma coisa nunca suspeitada.
Muito bem, disse ela baixinho. Quero mesmo ir embora.
Mas vamos ficar juntos esta noite para receber os amigos que já foram
convidados. Ele concordou.
A noite chegou. Começou a festa, com todo o luxo e a
fartura que a riqueza permitia.
Alta madrugada o marido adormeceu, exausto. Ela, então, fez com que o levassem com cuidado para a casa dos pais dela e o pusessem na cama.
Alta madrugada o marido adormeceu, exausto. Ela, então, fez com que o levassem com cuidado para a casa dos pais dela e o pusessem na cama.
Quando ele acordou, na manhã seguinte, não entendeu o
que tinha acontecido. Não sabia onde estava e, quando sentou-se na cama para
olhar em volta, a mulher aproximou-se e disse-lhe com carinho:
Querido marido, você prometeu que, se algum dia, me
mandasse embora eu poderia levar comigo o bem mais precioso que tivesse no
momento.Pois bem, você é e sempre será o meu bem mais precioso. Quero você mais
do que tudo na vida, e nem a morte poderá nos separar.
Envolveram-se num abraço de ternura e voltaram para casa mais apaixonados do que nunca.
Envolveram-se num abraço de ternura e voltaram para casa mais apaixonados do que nunca.
* * *
O egoísmo, muitas vezes, nos turva a visão e nos faz
ver as coisas de forma distorcida.
Faz-nos esquecer os verdadeiros valores da vida e buscar coisas que têm valor relativo e passageiro.
Importante que, no dia a dia, façamos uma análise e coloquemos na balança os nossos bens mais preciosos e passemos a dar-lhes o devido valor.
Faz-nos esquecer os verdadeiros valores da vida e buscar coisas que têm valor relativo e passageiro.
Importante que, no dia a dia, façamos uma análise e coloquemos na balança os nossos bens mais preciosos e passemos a dar-lhes o devido valor.
Redação do Momento Espírita, com base no texto O bem mais precioso, do folclore do Leste europeu.
O HOSPITAL
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sexta-feira, 15 de agosto de 2014
RESPEITO MÚTUO
RESPEITO MÚTUO
CHICO XAVIER
Compadece-te dos que não pensam com as tuas
idéias e não lhes encareces a vida em tua própria vida, afastando-os da senda a
que foram convocados.
Chamem-se pais ou filhos, cônjuges ou irmãos,
amigos ou parentes, companheiros e adversários, diante de ti, cada um daqueles
que te compartilham a existência é uma criatura de Deus, evoluindo em degrau
diferente daquele em que te vês.
Ensina-lhes o amor ao trabalho, a fidelidade
ao dever, o devotamento à compreensão e o cultivo da misericórdia, que isso é
dever nosso, de uns para com os outros, entretanto, não lhes cerres a porta de
saída para os empreendimentos de que se afirmam necessitados.
Habituamo-nos na Terra a interpretar por ingratos aqueles entes queridos que aspiram a adquirir uma felicidade diferente da nossa, entretanto, na maioria das vezes, aquilo que nos parece ingratidão é mudança do rumo em que lhes cabe marchar para a frente.
Habituamo-nos na Terra a interpretar por ingratos aqueles entes queridos que aspiram a adquirir uma felicidade diferente da nossa, entretanto, na maioria das vezes, aquilo que nos parece ingratidão é mudança do rumo em que lhes cabe marchar para a frente.
Quererias talvez titulá-los com os melhores
certificados de competência, nesse ou naquele setor de cultura, no entanto, nem
todos vieram ao berço com a estrutura psicológica indispensável aos estudos
superiores e devem escolher atividades quase obscuras, não obstante
respeitáveis, a fim de levarem adiante a própria elevação ao progresso.
Para outros, estimarias indicar o casamento que se te figura ideal, no campo das afinidades que te falam de perto, no entanto, lembra-te de que as responsabilidades da vida a dois pertencem a eles e não a nós, e saibamos respeitar-lhes as decisões.
Para alguns terás sonhado facilidades econômicas e domínio social, contudo, terão eles rogado à Divina Sabedoria estágios de sofrimento e penúria, nos quais desejem exercitar paciência e humildade.
Para outros, estimarias indicar o casamento que se te figura ideal, no campo das afinidades que te falam de perto, no entanto, lembra-te de que as responsabilidades da vida a dois pertencem a eles e não a nós, e saibamos respeitar-lhes as decisões.
Para alguns terás sonhado facilidades econômicas e domínio social, contudo, terão eles rogado à Divina Sabedoria estágios de sofrimento e penúria, nos quais desejem exercitar paciência e humildade.
Para muitos terás idealizado a casa farta de
luxuosa apresentação e não consegues vê-los felizes senão em telheiros e
habitações modestas, em cujos recintos anseiam obter as aquisições de
simplicidade de que se reconhecem carecedores.
Decerto, transmitirás aos corações que amas
tudo aquilo que possuis de melhor, no entanto, acata-lhes as escolhas se te
propões a vê-los felizes.
Respeita os pensamentos e afinidades de cada
um e aprende a esperar.
Todos estamos catalogados nas faixas de
evolução em que já estejamos integrados.
Se entes queridos te deixam presença e
companhia, não lhes conturbes a vida nem te entregues a reclamações.
Cada um de nós é atraído para as forças com
as quais entramos em sintonia.
E se te parece haver sofrido esse ou aquele desgaste afetivo, não te perturbes e continua trabalhando na seara do bem.
E se te parece haver sofrido esse ou aquele desgaste afetivo, não te perturbes e continua trabalhando na seara do bem.
Pelo idioma do serviço que produzas, chamarás
a ti, sem palavras, novos companheiros que te possam auxiliar e compreender.
Não prendas criatura alguma aos teus pontos
de vista e nem sonegues a ninguém o direito da liberdade de eleger os seus
próprios caminhos.
Se as tuas afinidades pessoais ainda não
chegaram para complementar-te a tranqüilidade e a segurança é que estão
positivamente a caminho.
E assim acontecerá sempre, porque fomos
chamados a amar-nos reciprocamente e não para sermos escravos uns dos outros,
porque, em princípio, compomos uma família só e todos nós somos de Deus.
Francisco Cândido Xavier
Pelo espírito Emmanuel
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