"Para quem acredita, nenhuma palavra é necessária; para quem não acredita, nenhuma palavra é possível." Dom Inácio de Loyola
segunda-feira, 5 de maio de 2014
domingo, 4 de maio de 2014
CADA DIA...
Cada dia a natureza produz o
suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário,
não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome.
Mahatma Gandhi
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sábado, 3 de maio de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
quinta-feira, 1 de maio de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
CASAMENTO E FAMÍLIA
Diante das contestações que se avolumam, na atualidade, pregando a reforma dos hábitos e costumes, surgem os demolidores de mitos e de Instituições, assinalando a necessidade de uma nova ordem que parece assentar as suas bases na anarquia.
A onda cresce e o tresvario domina, avassalador, ameaçando os mais nobres patrimônios da cultura, da ética e da civilização, conquistados sob ônus pesados, no largo processo histórico da evolução do homem.
Os aficionados de revolução destruidora afirmam que os valores ora considerados, são falsos, quando não falidos, e que os mesmos vêm comprimindo o indivíduo, a sociedade e as massas, que permanecem jungidos ao servilismo e à hipocrisia, gerando fenômenos alucinatórios e mantendo, na miséria de vários matizes, grande parte da humanidade.
Entre as Instituições que, para eles, se apresentam ultrapassadas, destacam o matrimônio e a família, propondo a promiscuidade sexual, que disfarçam com o nome de "amor livre", e a independência do jovem, imaturo e inconseqüente, sob a justificativa de liberdade pessoal, que não pode nem deve ser asfixiada sob os impositivos da ordem, da disciplina, da educação...
Excedendo-se, na arbitrariedade das propostas ideológicas ainda não confirmadas pela experiência social nem pela convivência na comunidade, afirmam que a criança e o jovem não são dependentes quanto parecem, podendo defender-se e realizar-se, sem a necessidade da estrutura familiar, o que libera os pais negligentes de manterem os vínculos conjugais, separando-se tão logo enfrentam insatisfações e desajustes, sem que se preocupem com a prole.
Não é necessário que analisemos os problemas existenciais destes dias, nem que façamos uma avaliação dos comportamentos alienados, que parecem resultar da insatisfação, da rebeldia e do desequilíbrio, que grassam em larga escala.
A monogamia é conquista de alto valor moral da criatura humana, que se dignifica pelo amor e respeito ao ser elegido, com ele compartindo alegrias e dificuldades, bem-estar e sofrimentos, dando margem às expressões da afeição profunda, que se manifesta sem a dependência dos condimentos sexuais, nem dos impulsos mais primários da posse, do desejo insano.
Utilizando-se da razão, o homem compreende que a vida biológica é uma experiência muito rápida, que ainda não alcançou biótipos de perfeição, graças ao que, é frágil, susceptível de dores, enfermidades, limitações, sendo, os estágios da infância como o da juventude, preparatórios para os períodos do adulto e da velhice.
Assim, o desgaste e o abuso de agora tornam-se carência e infortúnio mais tarde, na maquinaria que deve ser preservada e conduzida com morigeração.
Aprofundando o conceito sobre a vida, se lhe constata a anterioridade ao berço e a continuidade após o túmulo, numa realidade de interação espiritual com objetivos definidos e inamovíveis, que são os mecanismos inalienáveis do progresso, em cujo contexto tudo se encontra sob impositivos divinos expressos nas leis universais.
Desse modo, baratear, pela vulgaridade, a vida e atirá-la a situações vexatórias, destrutivas, constitui crime, mesmo quando não catalogado pelas leis da justiça, exaradas nos transitórios códigos humanos.
O matrimônio é uma experiência emocional que propicia comunhão afetiva, da qual resulta a prole sob a responsabilidade dos cônjuges, que se nutrem de estímulos vitais, intercambiando hormônios preservadores do bem estar físico e psicológico. Não é, nem poderia ser, uma incursão ao país da felicidade, feita de sonhos e de ilusões.
Representa um tentame, na área da educação do sexo, exercitando a fraternidade e o entendimento, que capacitam as criaturas para mais largas incursões na área do relacionamento social. Ao mesmo tempo, a família constitui a célula experimental, na qual se forjam valores elevados e se preparam os indivíduos para uma convivência salutar no organismo universal, onde todos nos encontramos fixados.
A única falência, no momento, é a do homem, que se perturba, e, insubmisso, deseja subverter a ordem estabelecida, a seu talante, em vãs tentativas de mudar a linha do equilíbrio, dando margem às alienações em que mergulha.
Certamente, muitos fatores sociológicos, psicológicos, religiosos e econômicos contribuíram para este fenômeno. Não obstante, são injustificáveis os comportamentos que investem contra as Instituições objetivando demoli-las, ao invés de auxiliar de forma edificante em favor da renovação do que pode ser recuperado, bem como da transformação daquilo que se encontre ultrapassado.
O processo da evolução é inevitável. Todavia, a agressão, pela violência, contra as conquistas que devem ser alteradas, gera danos mais graves do que aqueles que se buscam corrigir. O lar, estruturado no amor e no respeito aos direitos dos seus membros, á a mola propulsionadora do progresso geral e da felicidade de cada um, como de todos em conjunto.
Para esse desiderato, são fixados compromissos de união antes do berço, estabelecendo-se diretrizes para a família, cujos membros se voltam a reunir com finalidades específicas de recuperação espiritual e de crescimento intelecto-moral, no rumo da perfeição relativa que todos alcançarão.
Esta é a finalidade primeira da reencarnação.
A precipitação e desgoverno das emoções respondem pela ruptura da responsabilidade assumida, levando muitos indivíduos ao naufrágio conjugal e á falência familiar por exclusiva responsabilidade deles mesmos.
Enquanto houver o sentimento de amor no coração do homem --- e ele sempre existirá, por ser manifestação de Deus ínsita na vida --- o matrimônio permanecerá, e a família continuará sendo a célula fundamental da sociedade.
Envidar esforços para a preservação dos valores morais, estabelecidos pela necessidade do progresso espiritual, é dever de todos que, unidos, contribuirão para uma vida melhor e uma humanidade mais feliz, na qual o bem será a resposta primeira de todas as aspirações.
TÍTULO.: CASAMENTO E FAMÍLIA
Pelo Médium.: DIVALDO PEREIRA FRANCO
Da Obra: Antologia Espiritual.
Ditado pelo Espírito Benedita Fernandes.
O HOSPITAL ESPIRITUAL DO MUNDO agradece os irmãos DO SITE PORTAL DO ESPÍRITO pelo texto que iluminou este espaço de aprendizagem e encontros Sagrados.
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domingo, 27 de abril de 2014
ENCONTRO DIVINO
ENCONTRO DIVINO
Francisco
Cândido Xavier
Quando o aprendiz desditoso
Contemplou toda a luz
Que o Mestre lhe trazia,
A Terra transformou-se
Aos seus olhos em pranto.
Renovado e feliz
Reconheceu que a lama
Era adubo sublime;
Notou em cada espinho
Uma vara de flores
E descobriu que a dor,
Em toda parte, é dádiva celeste.
Assombrado.
Viu-se, enfim, tal qual era
Um filho de Deus-Pai
Ligado em si à Humanidade inteira.
Descortinou mil sendas para o bem
No chão duro que lhe queimava os pés.
Encontrou primaveras
Sob o frio hibernal
E antegozou colheitas multiformes
Na sementeira frágil e enfermiça.
Deslumbrando,
Sentiu nas flores, estrelas mudas,
Nas fontes, bênçãos do céu exiladas no solo,
E nas vozes humildes da natureza
O cântico da vida
A Bondade Imortal.
Abrira-se-lhe nalma o Grande Entendimento...
Não conseguiu articular palavra
À frente do mistério.
Somente o pranto
De alegria profunda
Orvalhou-lhe o semblante em êxtase divino.
E, desde então,
Passou a servir sem cessar,
Dentro de indevassável silêncio,
Qual se o Mestre e ele se bastassem um ao outro,
Morando juntos para sempre,
À maneira de duas almas
Vivendo num só corpo
Ou de dois astros
A brilharem unidos,
Em pulsações de luz,
No Coração do Amor.
Contemplou toda a luz
Que o Mestre lhe trazia,
A Terra transformou-se
Aos seus olhos em pranto.
Renovado e feliz
Reconheceu que a lama
Era adubo sublime;
Notou em cada espinho
Uma vara de flores
E descobriu que a dor,
Em toda parte, é dádiva celeste.
Assombrado.
Viu-se, enfim, tal qual era
Um filho de Deus-Pai
Ligado em si à Humanidade inteira.
Descortinou mil sendas para o bem
No chão duro que lhe queimava os pés.
Encontrou primaveras
Sob o frio hibernal
E antegozou colheitas multiformes
Na sementeira frágil e enfermiça.
Deslumbrando,
Sentiu nas flores, estrelas mudas,
Nas fontes, bênçãos do céu exiladas no solo,
E nas vozes humildes da natureza
O cântico da vida
A Bondade Imortal.
Abrira-se-lhe nalma o Grande Entendimento...
Não conseguiu articular palavra
À frente do mistério.
Somente o pranto
De alegria profunda
Orvalhou-lhe o semblante em êxtase divino.
E, desde então,
Passou a servir sem cessar,
Dentro de indevassável silêncio,
Qual se o Mestre e ele se bastassem um ao outro,
Morando juntos para sempre,
À maneira de duas almas
Vivendo num só corpo
Ou de dois astros
A brilharem unidos,
Em pulsações de luz,
No Coração do Amor.
Pelo Espírito Rodrigues de Abreu
Do Livro: Nosso Livro
Médium: Francisco Cândido Xavier
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sábado, 26 de abril de 2014
AVC ESPIRITUAL?
AVC
espiritual?
Mais um dia de trabalho para o Joaquim no Hospital central onde é psiquiatra. O dia chuvoso trouxe-lhe poucos pacientes. Entretanto, foi chamado para ver um doente que tinha entrado nas urgências com um AVC (acidente vascular cerebral).
Perguntava-se ele: “para um psiquiatra?!“
Habituado às idiossincrasias diárias da vida de um
médico psiquiatra que praticamente já vira de tudo, lá disse à auxiliar que
podia mandar entrar o doente com o AVC, mas que aquele assunto não era da sua
especialidade.
A enfermeira e a auxiliar insistiam que aquele AVC
era “diferente”, pois tinha sido analisado pelos médicos da urgência: o doente
não tinha nada e, quando é assim…, manda-se para o psiquiatra!
Joaquim contava as horas para sair do serviço, regressar ao aconchego do lar, revendo os familiares.
O paciente lá entrou e, depois de examinar atentamente o seu registo, de fato, aparentemente, não tinha qualquer patologia, pensava Joaquim. No entanto, o mesmo aparentava todos os sinais de um AVC.
Joaquim contava as horas para sair do serviço, regressar ao aconchego do lar, revendo os familiares.
O paciente lá entrou e, depois de examinar atentamente o seu registo, de fato, aparentemente, não tinha qualquer patologia, pensava Joaquim. No entanto, o mesmo aparentava todos os sinais de um AVC.
Um familiar – a esposa que o acompanhava – disse que
o doente costumava passar por situações “esquisitas”: – “Sabe, doutor, parece
daquelas coisas que se falam por aí…”.
Joaquim perguntou que coisas.
– “Aquelas coisas de médiuns…”, já ouviu falar? Às
vezes lhe acontecem estas coisas, sabe, senhor Dr…?!!!!”
– “Hummm…” – foi a resposta discreta do médico.
De repente, fez-se-lhe luz.
Joaquim, além de médico psiquiatra, era um entendido
e estudioso da mediunidade (percepção extrassensorial) e da doutrina espírita
(ou Espiritismo), e as coisas começaram a compor-se no seu “puzzle” mental.
Apercebeu-se de que o doente era apenas um médium
deseducado, sem conhecimento da faculdade que possuía (o sexto sentido ou
mediunidade) e daí os achaques e as doenças fantasmas.
Apercebeu-se também, pela sua sensibilidade espiritual, da presença de um ser já falecido junto do paciente, começando a falar com o Espírito (embora ambos, paciente e familiar, pensassem que o médico estivesse falando com o próprio doente), e, mentalmente, foi pedindo ajuda espiritual para aquele ser que teria falecido com AVC, cujos sintomas, o médium, sem saber, captava telepaticamente.
Apercebeu-se também, pela sua sensibilidade espiritual, da presença de um ser já falecido junto do paciente, começando a falar com o Espírito (embora ambos, paciente e familiar, pensassem que o médico estivesse falando com o próprio doente), e, mentalmente, foi pedindo ajuda espiritual para aquele ser que teria falecido com AVC, cujos sintomas, o médium, sem saber, captava telepaticamente.
Os médicos precisam urgentemente conhecer o
Espiritismo e a mediunidade, para melhor poderem entender o ser humano, na sua
condição de Espírito imortal temporariamente num corpo carnal.
Passados uns 10 minutos de evangelização e apelo à
confiança em Deus, o doente foi recuperando a lucidez, até voltar ao “normal”,
enquanto o falecido com AVC era recolhido pelos amigos espirituais do médico
(guias ou anjos da guarda).
Joaquim informou ao paciente que estava tudo bem e
que podia ir para casa; que não se preocupasse e, em que pese o alívio do
mesmo, o seu familiar não se conformava: – “Mas, oh! senhor doutor, não lhe vai
receitar nada?”.
Joaquim, habituado à psicologia do quotidiano,
ripostou: – “Olhe, a senhora acredita naquelas coisas que falou há pouco?”
– “Acredito sim, senhor
José Lucas
O HOSPITAL
ESPIRITUAL DO MUNDO agradece os irmãos do FORUM ESPÍRITA,
pela mensagem que iluminou este espaço de aprendizagem e encontros
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quinta-feira, 24 de abril de 2014
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