sábado, 2 de julho de 2011

Cãozinho Ajuda Adolescente a Vencer Câncer Linfático


Nos dias mais difíceis do tratamento, Nick, da raça pug,
era a ligação da estudante com o mundo sem sofrimento.

A estudante Caroline Rachel de Oliveira faz o convite que todo cachorro adora: “Vamos passear?”. E lá vai Nick, um cãozinho da raça pug com cara de bravo. Só cara. O bicho é curioso e muito engraçado. Ele senta, deita, faz cara de triste, rola, se finge de morto, demonstra estar com fome. Tudo isso por um petisco. E tem mais: Nick ainda dá tchauzinho. Carol ensinou tudo sozinha para ele.

A história de Carol e Nick é muito bonita, mas começa de um jeito triste. Ela é filha única de um casal de médicos. A doutora Mery Gonzaga De Oliveira se lembra bem daquele Dia das Mães do ano de 2005. Foi quando chegou a notícia de que a filha estava com uma doença grave.

“Ela perguntava se eu tinha algum diagnóstico e não queria falar. Eu dizia que havia algumas suspeitas, mas que íamos esperar os resultados para ter uma certeza. Não era a minha área, estávamos dependendo de outros médicos para chegar a uma conclusão. Então, ela pediu para eu responder apenas uma coisa: 'O tratamento para o que você imagina que eu tenha vai me fazer perder cabelo?'. Eu disse que ia. Ela assumiu bem isso. Foi muito valente”, lembra a mãe de Carol.

A família feliz, com uma vida tranquila, viu o mundo desabar do dia para a noite. Logo começaram as sessões de quimioterapia e radioterapia, que levaram um ano e meio. Mas um remédio fez toda a diferença durante o tratamento: o amor dos pais e de um amigo especial, cheio de energia e de carinho para dar. Esse amigão é Nick, que ajudou Carol a enfrentar um câncer linfático.

Naqueles dias difíceis, dolorosos, o pug era a ligação da menina com o mundo sem sofrimento.

“Isso me ajudou a superar a fase difícil da doença porque eu me entretinha, não ficava pensando em coisas ruins, como o tratamento em si. Eu pensava em como adestrar o Nick. Fiquei meio obsessiva. Pode não ser muito saudável, mas na época me ajudou muito. Na época, foi saudável porque eu estava precisando”, conta Carol.

Então, foi uma troca: nesse um ano e meio, Carol ganhou atenção exclusiva do amigo que chegou filhotinho; e ele aprendeu um montão de truques com ela.

“Foi um amigo que me ajudou muito na época. Eu não podia ir para a escola porque estava com a imunidade muito baixa em virtude da quimioterapia. Então, ele me fez muita companhia. Companhia que os amigos acabaram não fazendo porque eu não podia ir para a escola, não podia ter muito contato com as pessoas, sob o risco de pegar alguma doença que atrapalharia o tratamento. Ele me fez muita companhia. Ficava comigo o tempo todo. Foi um amigo fiel, sempre abanando o rabo, disposto a aprender uma coisa que eu inventava”, diz Carol.

Nick foi mesmo um santo remédio. Quem receitou foi o doutor Vicente Odone Filho, oncologista respeitado internacionalmente e médico da menina.

“No caso específico da Carol, sentimos que ela esperava receber um cachorrinho e o surgimento da doença pôs em cheque aquela expectativa. Ela ficou doente e talvez não pudesse ter o animal. Saber que ela podia tê-lo foi uma grande alegria para ela e representou um sentido de participação, de normalidade, de atividade, da vida que ela gosta de ter. Foi absolutamente fantástico. Eu acho que isso é reproduzido em todas as crianças que vivenciam esse tipo de experiência. É algo que eu estou plenamente convencido de que só faz bem no tratamento dessas doenças tão graves”, afirma o médico.

O que o doutor não imaginava é que esses dois iam se dar tão bem! Nos momentos mais complicados do tratamento parecia até que Nick entendia o que estava acontecendo.

“Se ele a visse chorar, ficava meio apavorado. Ele é tranquilão, está sempre deitadinho. Mas quando ela chorava, ele ficava agitado e andava de um lado para o outro, preocupado, querendo fazer alguma coisa. Ele dava essa sensação. Ele olhava muito para mim e, em seguida, para ela. Dava a impressão de que ele queria que fizéssemos alguma coisa porque ela estava chorando. Ele percebia que ela não estava se sentindo bem. Era incrível como ele demonstrava isso”, conta a mãe de Carol.

“De alguma forma, eu acho que ele entendia que eu precisava dele ao meu lado, me fazendo companhia. Então, ele estava lá. Não significa que ele entendesse assim”, diz Carol.

Doutora Mary é ginecologista e admite que Nick é responsável – em grande parte – pelo bem-estar e pela cura da filha. “Ela ficava feliz, estava sempre brincando, sorrindo, criando coisas com ele. O tempo passava, e conseguíamos adiantar o tratamento, porque ela estava com uma cabecinha boa, feliz, sem depressão, sem chorar. Lógico que ela tinha que estar mal em alguns períodos quando sentia dor. Ela decaía um pouquinho, mas ele estava sempre ali”, lembra.

E assim essa história teve um final feliz. Carol, que ficou doente aos 14 anos, venceu o câncer. E Nick, com jeito "simpaticão" e fiel, conquistou para sempre um lugar na vida da família.

“Nem sei como encontrar uma palavra para descrever o Nick. Ele é perfeito para mim, sempre foi”, define Carol.

“Tenho uma dívida de gratidão imensa com ele, porque eu via que ele conseguia alegrar a minha filha. Nas piores horas, ele estava ali. É engraçado como a família toda participou disso: minha mãe, minha irmã, minhas sobrinhas. Todo mundo tem um carinho muito especial por ele. Todo mundo tem esse sentimento de gratidão por ele”, conta a mãe de Carol.
Imagem do próprio Artigo (GLOBO REPÓRTER)

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Os Animais podem Prever a Morte?

Imagem cedida por Anna Humphreys/stock.xchng
Gatos normalmente são associados a um
comportamento alheio e independente.

Os Animais podem Prever a Morte?

Introdução

Em julho de 2007, uma história fascinante surgiu no New England Journal of Medicine sobre um gato (em inglês) que podia "prever" as mortes de pacientes em uma casa de saúde várias horas antes deles morrerem. Oscar, um gato adotado pela equipe da Casa de Saúde e Reabilitação Steere em Providence, R.I., fez pelo menos 25 previsões bem-sucedidas, nas quais os pacientes morreram horas após o gato sentar ao lado de seus leitos. Após a equipe da casa de saúde ter percebido a capacidade de Oscar, eles começaram a alertar as famílias sempre que o gato assumia seu posto próximo ao paciente. A maioria das famílias tolerava ou mesmo agradecia a sua presença, apesar de Oscar ficar estressado se forçado para fora do quarto de um paciente morrendo, miando atrás da porta.

Eles realmente têm um sexto sentido quanto à morte iminente?

As ações de Oscar parecem ser deliberadas. Ele regularmente caminha em volta da unidade da casa de saúde para pacientes com demência (em inglês) avançada. Ele fareja e fita uma paciente antes de sentar-se ao lado dela. Oscar então ronrona enquanto está com a paciente e normalmente a deixa logo após ela morrer.

Como Oscar faz isso? Trata-se de um "sexto sentido", um cheiro exclusivo que ele fareja ou algo mais? Especialistas em animais formularam várias explicações, mas a maioria concorda que provavelmente isso tem a ver com um cheiro específico produzido por pacientes terminais. Em outras palavras, pessoas que estão morrendo exalam cheiro de determinados produtos químicos que não são detectáveis por outros humanos, mas que podem provocar o olfato de Oscar. Um especialista em felinos disse que os gatos podem sentir doenças em seus amigos humanos e animais [Fonte: BBC News (site em inglês)]. Jacqueline Pritchard, uma especialista em animais, disse à BBC News que ela estava certa de que Oscar estava sentindo os órgãos vitais entrando em colapso [Fonte: BBC News (site em inglês)].

Imagem cedida por Dorte Jensen/stock.xchng
Alguns donos de animais de estimação atribuem poderes sobrenaturais aos seus amigos peludos, mas uma previsão de terremoto ou outra ocorrência estranha deve-se provavelmente aos sentidos aguçados do animal.


Quanto e por que ele faz vigília próximo aos pacientes, Oscar pode estar imitando o comportamento da equipe que passa mais tempo com pacientes que estão morrendo. Um especialista em animais sugeriu que pode ser que Oscar simplesmente aprecia o conforto de cobertores aquecidos colocados em pacientes que estão morrendo [Fonte: NPR (site em inglês)].

Histórias de animais com habilidades notáveis não são raras. Há muito tempo existem histórias de cães que detectam vários tipos de câncer com seu faro. Um estudo comprovou depois que os cães podiam sentir evidência de câncer de bexiga ao farejá-lo na urina. Algumas pessoas que sofrem de epilepsia (em inglês) grave usam cães especialmente treinados fornecidos por instituições de caridade. Esses cães avisam seus donos sobre convulsões (em inglês) iminentes, dando lambidas ou fazendo algum outro sinal. Uma mulher disse que seu cão regularmente lhe dá um aviso com antecedência de 40 minutos, permitindo que ela vá para um local seguro para não se preocupar com perigos quando ela tem convulsões [Fonte: BBC News (site em inglês)].

Os cães que sentem convulsões buscam cheiros sutis e mudanças nas características dos seus donos (como pupilas dilatadas). O seu treinamento, que leva pelo menos um ano, lhes ensina a avisar seus donos. Apesar de estarmos acostumados a ouvir falar de cães que aprendem a ajudar os cegos ou a buscar pessoas feridas, o caso de Oscar é mais curioso. Gatos, diferentemente de cães ou mesmo elefantes, não são associados a um comportamento altruístico ou empático. Cientistas acreditam que cães podem sentir doenças nos outros devido à sua origem evolucionária como os lobos, que precisavam ser capazes de detectar quando algum animal na matilha estava ferido ou doente.

Nós descobrimos algumas explicações racionais para as ações de Oscar e de cães que prevêem convulsões: cheiros sutis, pupilas dilatadas, comportamentos aprendidos. Mas, e quanto a outros comportamentos animais estranhos? Alguns animais podem realmente prever terremotos ou sentir compaixão? Na próxima página, vamos nos aprofundar no mundo da etologia.
Etologia e Comportamento Animal Estranho

Etologia é o estudo do comportamento animal, baseado na zoologia. Etologistas estudam a base evolucionária e o desenvolvimento dos comportamentos inatos dos animais, como uma aranha que sabe como fazer uma teia sem aprender com os pais. Eles também estudam formas de comunicação (física, química, visual) e interações sociais entre animais. A pesquisa da etologia humana observa as origens evolucionárias do comportamento humano e também compara comportamentos em diferentes culturas.

Outros estudos do comportamento animal são baseados na psicologia, enfocando aspectos como o comportamento aprendido e comportamentos de ensinamento dos animais, aplicando os resultados em humanos.

Uma pergunta comum sobre animais que pode ser considerada através da óptica da etologia é se os animais têm capacidades sensitivas especiais. Por milhares de anos foram difundidas histórias sobre animais que prevêemterremotos. Um pouco antes do tsunami de 2004 que arrasou partes do sudeste da Ásia, muitos animais exibiram um comportamento estranho ou correram (ou voaram) para terrenos mais elevados. De acordo com alguns depoimentos, os trabalhadores de resgate encontraram um número surpreendentemente baixo de animais mortos, apesar de ter havido áreas onde muitos animais mortos, especialmente gado, foram descobertos.

Este é outro caso de um "sexto sentido" especial ou capacidade sobrenatural? Alguns cientistas propõem que a audição sofisticada e a capacidade de detectar vibrações sutis permitem aos animais prever terremotos. Alguns também sugerem que animais detectam mudanças no ar ou em campos eletromagnéticos. De qualquer modo, provavelmente não se trata de um sentido misterioso mas um ou dois sentidos (como audição e olfato) que são tão refinados que os animais podem ouvir um terremoto ou sentir o cheiro de gases liberados por um terremoto. Alan Rabinowitz, da Wildlife Conservation Society, afirma que os humanos já tiveram essa capacidade mas a perderam ao longo da evolução [Fonte:National Geographic (site em inglês)]. O programa "60 Minutes" da CBS produziu uma notável reportagem explicando como o povo navegante Moken usou a sua estreita relação com o oceano para detectar o tsunami antes de ter acontecido.

É muito difícil para os cientistas determinarem exatamente o que faz com que os animais fujam ou entrem em pânico antes de um terremoto. Existem inúmeras histórias assim, mas não existe um método confiável de teste. Afinal, os animais respondem a muitos estímulos, alguns dos quais são difíceis de acompanhar. Os críticos também falam que as pessoas lembram de seus animais de estimação agindo diferentemente somente porque aconteceu um terremoto, e que os animais freqüentemente se comportam de maneira estranha sem haver nenhum terremoto ou desastre posterior. Mas a teoria de que os animais prevêem terremotos obteve fundamentação suficiente que os cientistas no mundo todo tentaram testá-la, com resultados inconclusivos.

Não apenas alguns animais têm sentidos altamente apurados, como também muitos deles têm emoções sofisticadas. Frans B.M. de Waal, um renomado primatologista na Universidade de Emory, afirma que uma variedade de animais - não apenas gatos (em inglês) ou cães, mas até mesmo ratos - sentem empatia e outras emoções [Fonte: Scientific American (site em inglês)]. Em um estudo, cientistas injetaram em camundongos um produto químico que lhes davam ligeiras dores de estômago. A resposta comportamental natural é esticar-se, e os camundongos injetados esticavam-se mais quando colocados próximos a camundongos injetados do que quando colocados próximos a camundongos não injetados. Camundongos machos também mostravam menos resposta próximos a machos que eles não conheciam. Em outras palavras, não apenas camundongos mostram uma resposta à dor dos outros, mas faz diferença quem é o outro camundongo. A neurobiologista da Universidade de Chicago Peggy Mason considerou este "um passo significativo em direção ao sentimento social similar ao humano" [Fonte: Scientific American (site em inglês)].

Fontes (em inglês)
Imagem do próprio Artigo ( SITE PESSOAS HSW )

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Casos Paranormais com Animais


Conheça alguns casos de Materializações de Animais,
 Contados pelo Escritor Espírita Marcel Benedeti.

Já faz alguns anos que nós estamos procurando trazer informações às pessoas e principalmente aos adeptos da doutrina espírita. Mas não somente os espíritas se interessam por este tema, pois freqüentemente somos chamados a fazer palestras a grupos ligados a outras religiões e doutrinas e até mesmo a grupos ligados à proteção animal, que nos procuram para receberem orientações a respeito do destino da alma dos animais depois da desencarnação. Já faz alguns anos que nós estamos espalhando a idéia, que não partiu de nós, mas da espiritualidade, de que os animais não são objetos, que os animais não são matéria prima de qualquer industria, que os animais são espíritos em evolução, que os animais são seres que merecem a nossa atenção, a nossa compaixão e principalmente o nosso respeito, pois eles são nossos irmãos. Ao longo deste tempo em que procuramos levar orientações às pessoas a este respeito, nós notamos que a compreensão delas está se tornando cada vez maior sobre este tema e rapidamente elas estão deixando de ver estes seres do mesmo modo como eram vistos antigamente, quando os animais eram tidos apenas como propriedade de alguém.

Ao longo deste tempo em que procuramos orientar as pessoas sobre os nossos irmãos animais, tornou-se notável como muitos estão passando a respeitar mais os animais como nossos semelhantes. Claro! Os animais são nossos semelhantes espirituais, pois são espíritos em evolução assim como nós. As pessoas estão acordando para esta realidade e vêm procurando aplicar os ensinamentos de Jesus, quanto ao amor ao próximo, por incluí-los, também neste rol. As palavras de Jesus diziam para nós amarmos a Deus acima de todas as coisas, e ao próximo como a nós mesmos, mas não especificou se os próximos deveriam ser somente os humanos. Gandhi já disse que tudo o que vive é o nosso próximo.

Hoje sabemos que os seres espirituais que estagiam na fase de animalidade nada mais são do que espíritos que estão sujeitos as mesmas leis evolutivas que outros espíritos mais adiantados, como nós, por exemplo. Os espíritos, ou almas, dos animais foram criados simples e ignorantes e por estarem sujeitos as mesmas leis que os espíritos estagiários em patamares superiores, também evolução e atingirão patamares tão altos quanto o nosso e até mais. A evolução acontece desde o “átomo ao arcanjo”, como lemos no Livro dos Espíritos. Sendo assim todos os espíritos, já passaram ou passarão por todas as fases antes de atingir a fase humana e supra-humana.

Eu, recentemente, fiz uma palestra sobre Espiritualidade dos Animais em uma Casa Espírita em São Bernardo do Campo que tem Francisco de Assis em seu nome.
Trata-se de um grupo muito interessado em estudar o assunto e entender tudo o que puderem sobre o assunto que acham interessante demais.

Em minha palestra eu falava sobre casos de materializações de animais comentados pela literatura espírita e disse sobre o fato de que faltava-nos casos do cotidiano que enriquecesse-nos as preleções, que poderiam ser contadas a fim de comprovar a veracidade de nossas palavras e das pesquisas desenvolvidas por cientistas do século IX e inicio do séc. XX, sobre materializações.

Eu comentei sobre o caso de uma pessoa conhecida que teve a sua gatinha morta recentemente, cuja materialização se confirmou com as marcas de pegadas nos lençóis da cama onde ela caminhou antes de se desvanecer diante dos olhos atônitos da amiga, que a observou desaparecer.

Comentei sobre o caso de uma senhora que cuida de um gato desde pequeno, mas que tem o péssimo hábito de caminhar sobre a comida que será servida á família. Assim ela o pendeu no quarto enquanto preparava o jantar. Para a surpresa da senhora o gato surgiu na cozinha,mesmo tendo ela trancado a chaves a porta do quarto. Dada a bronca, o animal, esperto se evadiu. Ela o perseguiu e quase o alcançou, quando ele correu em direção ao quaro. Para sua surpresa, o gato desapareceu diante da porta, que esta ainda trancada. Ela abriu a porta e lá estava o gato ressonando. Dormia um sono pesado. Seu espírito se desdobrou e foi a cozinha onde desejava estar.

Outro caso interessante é o da senhora que todos os dias brincava com um cão que permanecia maior parte de seu tempo brincando na rua como se fosse um cão sem lar, apesar de ter um. Certo dia, como fazia de rotina, encontrou o cão brincando perigosamente entre os carros e sequer notou sua presença. No dia seguinte o cão nao estava ali a espera de seu afago como sempre fazia e ela logo desconfiou que ele provavelmente foi atropelado no dia anterior. Procurando a dona do cão, perguntou-lhe o que aconteceu. A mulher disse: “Faz vinte dias que ele morreu atropelado”.

Parecem muitos caso, mas são poucos e a Casa onde estive para fazer a tal palestra resolveu contribuir com mais uma:

Estavam estudando sobre o assunto “Espiritualidade dos animais” lendo um de nossos livros (Todos os Animais Merecem o Céu), quando um cão surgiu em total silêncio na sala de aula do Centro. O cão passou por cada aluno e mostrou-se extremamente carinhos, pedindo afagos de todos.

Depois de te passado algum tempo em companhia daquelas pessoas que tem especial carinho por animais, o cão se despediu e caminhou em uma direção e desapareceu, atravessando a parede da sala. Todos viram e se surpreenderam. Não é para menos!


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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Animais Ajudam no Tratamento de Doenças

Além de companheiros, os animais também podem
 ser verdadeiros médicos de quatro patas. 
Crédito: Flickr/ CC- Bogart Handsome Devil

Estudos revelam que cuidar de algum bichinho auxilia pacientes com depressão, problemas cardíacos e até Mal de Parkinson.

No Brasil, desde 1997, os pacientes com os mais diversos tipos de problemas de saúde têm tido a oportunidade de serem “cuidados” por animais terapeutas. A prática, conhecida como zooterapia foi trazida pela médica veterinária Hannellore Fuchs e tem se mostrado muito eficaz.

E para comprovar os benefícios da zooterapia, cientistas de todo o mundo têm realizado algumas pesquisas que mostraram a melhora considerável de pacientes com diversas doenças, inclusive, Mal de Parkinson, como revelou um artigo do Journal of Neurology.

De acordo com o tabloide britânico The Sun o texto revela como um simpático cachorrinho foi o responsável pela impressionante melhora de uma paciente que sofria da doença. Uma inglesa de 28 anos que não teve seu nome divulgado deixou de tomar doses de morfina diárias depois que ganhou um West Highland Terrier de presente.

Segundo os médicos da Imperial College London, responsáveis pelo artigo, a paciente teve melhoras significativas em sua locomoção, além do apetite e sono também terem voltado. Os estudiosos acreditam que o fato da paciente ter que levar o animal para passear e ter responsabilidade sobre ele a incentivou a praticar exercícios e desenvolver seu lado defasado do cérebro.

Além disso, eles descobriram um pet auxilia o paciente a produzir mais dopamina, responsável por estimular o sistema nervoso central. Mas saiba que não apenas os cães que têm esse poder. Gatos, coelhos, roedores e até peixinhos dourados podem ser excelentes “médicos”.
Não são apenas cães e gatos que auxiliam na
manutenção da saúde de seus donos. Crédito:
Captain Subtle's photostream.

O caso da britânica foi apenas uma das doenças que foram beneficiadas com a presença de um animalzinho. Confira a seguir mais sete problemas que podem ser amenizados com um pet.

Alergias
Crianças expostas a um ou mais cachorros ou gatos durante o primeiro ano de vida têm de 66% a 77% menos chances de desenvolverem algum tipo de alergia, segundo o estudo da Universidade de Medicina da Geórgia, EUA.

Ataque Cardíaco
De acordo com a Universidade de Purdue, Estados Unidos, ter um pet reduz em 3% as chances de desenvolver um ataque cardíaco.

Depressão
Pesquisadores da Universidade do Missouri descobriram que os níveis de serotonina aumentam em pessoas que têm animais. Antidepressivos halopáticos têm a mesma função. 

Rinite
Um dos problemas mais comuns em todo o mundo, a alergia tem menos chances de se manifestar em donos de gatos. Segundo o Japan's Himeji Medical Association, quem tem um bichano como companhia tem 30% menos chances de contrair o problema. 

Eczema
Também conhecida como dermatite atópica, a doença tem menos chances de se manifestar em crianças que conviveram em casa com cães até seus 3 anos de vida. A descoberta foi feita pelo Marshfield Clinic, nos EUA.

Pressão Ata
Um estudo feito pelo Baker Medical Research Institute, na Austrália, revelou que donos de animais têm a pressão significativamente menor que os que não têm pets. 

Terceira Idade
De acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia, os idosos que têm cães em casa precisaram visitar 21% menos o médico para se tratar de algum problema.

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Centro Espírita faz Sessão para Animais

Centro Espírita faz Sessão para Animais
Willian Novaes
Do Diário do Grande ABC

Os animais ganham cada vez mais espaço e importância na vida das pessoas. Basta o bicho ficar doente para começar a corrida em busca da cura. Entre os locais de socorro estão clínicas e hospitais veterinários. Mas, atualmente, até centros espíritas têm sessões exclusivas para os bichos de estimação, com direito a passes nos pets para tratamentos pela fé.

Desde agosto, o Grande ABC conta com o Grupo Fraternal Francisco de Assis, no bairro Bastistini, em São Bernardo. No local, os animais são atendidos em reuniões realizadas nas tardes de sábado.

O Diário acompanhou uma sessão que teve a presença de 15 cachorros de diversas raças e tamanhos. Os donos trouxeram os cães por vários motivos, como medo, depressão, câncer, efisema pulmonar e intestino preso, entre outros diagnósticos. Mas já foram levados para o local gatos, passarinhos, tartarugas e até uma aranha.

O centro espírita segue a doutrina de Allan Kardec. A reunião é aberta para fiéis de todas as religiões. A maioria dos participantes é espírita. Todos os colaboradores do centro vestem camisas brancas com imagem de São Francisco de Assis.

O dirigente da casa, Gilberto Azevedo Marques, 47 anos, chega e liga o aparelho de som em volume baixo. A música tranquila parece relaxar os pets, que ficam deitados sobre os pés dos donos ou nos colos, como bebês. O que mais impressiona durante o ritual é que não há latidos ou brigas entre os animais.

CONVERSA COM ANIMAIS

A voz de Gilberto é baixa e pausada. A palestra dura cerca de uma hora. Na sequência, começa o atendimento para diagnóstico da doença ou do transtorno. O dirigente também é o encarregado desta parte. "Eu converso com o animal para saber qual é o seu problema. Eles recebem notas de zero a dez para saber quantas sessões de passes serão necessárias. Muitas vezes, quem precisa de ajuda são os tutores (donos)."

O passe é rápido. Três pessoas ficam de pé em volta do dono, que senta numa cadeira com o cão. Uma faz a oração e outras duas esticam as mãos e fazem movimentos circulares perto do bicho, sem encostar. No final, é dito uma boa semana e fique com Deus.

O Centro Espírita fica na Estrada Galvão Bueno, 5.143. Mais informações pelo telefone 4396-2297.


Especialistas não veem Problema em Tratamento Espiritual

O teólogo Fernando Altemeyr Júnior, professor da PUC (Pontifícia Universidade Católica), não vê problemas em o espiritismo ter sessões para tratar animais. "Está totalmente de acordo com o respeito que a religião tem com a natureza", disse.

Segundo ele, outras religiões também oferecem tratamentos específicos para os animais. "A igreja católica e o budismo também realizam cerimônias para a bênção", comenta.

No dia 4 de outubro, quando é comemorado o Dia de São Francisco de Assis - considerado o padroeiro dos animais -, é realizada a Missa Ecológica em todas as paróquias da ordem. Os animais são abençoados por padres e freis franciscanos. "As pessoas podem trazer os bichos todos os dias. Nós temos uma oração específica para eles", disse o Frei Gilmar José da Silva, da Ordem Franciscana.

Para a veterinária Solange Mineiro, as sessões são válidas. "O que eu percebo é que acalma muito os donos."

Segundo a profissional, é importante que os proprietários não parem com o tratamento médico. Esse conselho também é dado pelo dirigente do Grupo Fraternal Francisco de Assis, Gilberto Marques. (Willian Novaes)

Capital também tem Centro para Pets

Fé, busca por conforto e amor pelos bichinhos de estimação também levam tutores, de várias cidades, às reuniões na Asseama (Associação Espírita de Amigos dos Animais), na Zona Norte de São Paulo.

A entidade foi fundada em 2006. É o primeiro centro voltado exclusivamente para a espiritualidade dos animais, de acordo com a presidente e veterinária Sandra Denise Calado, 38 anos.

"Seguimos a linha kardecista e os moldes de todo trabalho espírita. Acreditamos que os seres vivos evoluem e que os animais são espíritos mais jovens que precisam de amor, amparo e auxílio."

As reuniões acontecem três vezes por semana (quintas, sextas e domingos) com uma palestra de 20 minutos.

Foi principalmente para compreender as doenças do seu cachorro, o schnauzer Flak, 6 anos, e tratá-las com mais tranquilidade, que Milena Magnoli, 34, procurou pela associação. "Foi mais uma opção para o Flak, mas também ajudou a me acalmar, entender qual a trajetória dele e a não me sentir tão culpada por não conseguir curá-lo", conta.

A Asseama, que também faz tratamento à distância, fica na Rua Manoel de Moura, 63, Parque Vitoria, Zona Norte. Mais informações no 3534-3643, aos sábados, das 9h às 13h. (Marcela Munhoz ).

Donos creem na Cura de Doenças e Transtornos

Minutos após o começo da palestra, entra na sala uma mulher alta, com colar de pérolas, de salto e com um yorkshire no colo.

Ela senta na última fileira de cadeiras e acompanha a sessão com atenção. É a médica Mariângela Matos, 27 anos, com Austin, 5. O bichinho não precisa mais de tratamento. Ele passou por seis sessões de passes para melhorar o relacionamento com outras pessoas.

Mas, segundo a dona, o resultado foi tão satisfatório que resolveu acompanhar as reuniões todos os sábados. "É impressionante como ele agora suporta outra pessoa, antes era muito complicado. O Austin começava a latir e não parava quanto chegava alguém diferente em casa."

Sobre a eficácia do tratamento, ela garante que funcionou. "Eu sou cética, mas o meu cachorro mudou, e muito. Isso é que importa."

O engenheiro Enzo D'ippolito, 50, trouxe o dachshund Lucky, 11, para receber mais uma ajuda no seu tratamento contra um câncer no intestino.

O cachorro ficou o tempo inteiro no colo do engenheiro. O animal mescla o tratamento médico, que inclui quimioterapia, com o espiritual. "Eu noto que ele sai daqui melhorzinho", conta.

A aposentada Ana Rosa Calabrez, 60, foi a primeira a chegar ao centro espírita, junto com a vira-lata Puca, 10, que recebeu o sétimo passe. "Ela tinha medo de tudo e ainda comia fezes. Agora já brinca com os outros cachorros e parou, graças a Deus, de comer as fezes", disse Ana Rosa.

O fila Muay Tai, 13, entrou na sala e não avançou em ninguém. A idade pesa nas costas do cachorro preto, que já foi muito bravo.

A professora de educação física Marcia Kocic, 41, levou o amigão no mesmo dia que ficou sabendo do tratamento. "Ele está doente, mas já melhorou com uma sessão. Agora, vamos voltar para ele descansar em paz." (Marcela Munhoz)

Artigo: Centro Espírita faz Sessão para Animais
Por.: Willian Novaes

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NOTA.: As imagens usadas fazem parte do próprio Artigo do Site DIÁRIO DO GRANDE ABC . Grata, Esperança.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Tratamento Espiritual para Animais


Em busca de cura física e mental, donos recorrem a tratamento para cães, gatos, aves e até tarântulas.
A depressão é uma das principais causas das visitas
dos bichos aos centros espíritas Crédito: Flickr/CC - fazen

Na última sexta-feira, 2 de abril, estreou em todo o País, a cinebiografia do médium Chico Xavier, ícone do espiritismo nacional. O longa já é recordista de público, levando às salas de cinemas 590 mil pessoas, só nos três primeiros dias de exibição, segundo a distribuidora Dowtown. Com este resultado, o filme que conta a vida de Chico torna-se a maior bilheteria da história do cinema nacional desde 1995.

O sucesso do filme é um dos indicadores do interesse da população sobre temas ligados ao espiritismo. Por debater assuntos controversos como reencarnação, alma, morte e vida, por exemplo, a religião tem se tornado uma doutrina respeitada e dotada de diversos adeptos, tendo, inclusive, nos meios de comunicação, mais espaço para discutir e esclarecer as pessoas.

Os animais são considerados nossos irmãos menores
 segundo a doutrina espírita. Crédito: Flickr/CC – Barillot

Um dos pontos que chamam a atenção é o que diz respeito aos animais de estimação. A religião, aliás, dedica boa parte de seus estudos para explicar questões relacionadas ao reino animal e deixa claro o respeito com que eles devem ser tratados. Prova disso é a maneira que os bichos são chamados: “irmãos menores”, como explica o médium Gilberto Marques, responsável pelo Grupo Fraternal Francisco de Assis. “Os nossos irmãos menores não são propriedades, mas sim animais domesticados, seres vivos que estagiam conosco para um crescimento espiritual”.

Formado há pouco mais de um ano, o grupo liderado por Gilberto realiza, dentre suas diversas atividades, o tratamento espiritual para os animais de estimação e seus tutores. São cerca de 40 visitas semanais de pessoas de diversas denominações religiosas que vão ao local em busca de cura física e espiritual. “Não existem restrições para o tratamento, tanto que para nossa alegria, já atendemos, aves, cães, gatos, tartarugas e até uma tarântula”. 

Passe Espiritual
O Grupo Fraternal Francisco de Assis atende cães, gatos,
aves e até aracnídeos. Crédito: Flickr/CC – sskennel

Segundo os estudos espíritas, a dor é um processo necessário para que o ser vivo possa evoluir, e os animais de estimação não são exceção. Segundo Gilberto, os casos mais comuns que chegam ao centro são relacionados à depressão, “doença milenar”, como esclarece. Esse foi justamente o motivo que levou Marjori Ocana Ribeiro a procurar o centro, há dez meses. Ela cuida de sete gatos, todos retirados da rua, dos quais Penélope, de 9 anos, começou a sofrer de depressão.

Marjori, que atua na área administrativa e financeira, também auxilia na recepção dos animais que visitam o centro para o tratamento espiritual, que acontece sempre aos sábados, das 14h às 16h. Ela explica que atualmente sua gatinha está curada e que tem presenciado muitos outros casos. “Percebi mudança em muitos animais, alguns eram extremamente bravos, não podia olhar que já avançavam, já hoje, eles nem latem mais”.
O tratamento espiritual pode ser eficaz,
mas não deve ser substituído pelas visitas ao veterinário.
Crédito: Flickr – CC protographer23.

Vale ressaltar, no entanto, que nem todos os casos acabam com final feliz. Em busca de alívio físico e espiritual para Balú, uma SRD de aproximadamente 12 anos, a auxiliar de enfermagem Simone de Nardi buscou o centro espírita, mas o animal não resistiu. Ela conta que a cadela foi encontrada na rua e sofreu um AVC (acidente vascular cerebral) que havia debilitado muito o bichinho.

Como os veterinários que consultou não chegavam a um diagnóstico correto quanto ao problema do pet, ela decidiu optar pelo tratamento espiritual. “Pude notar que na semana que ela comparecia ao centro, sentia-se muito bem, comia, andava, dormia bem, sem gritar ou convulsionar como acontecia antes”. Infelizmente, o tratamento que duraria 10 sessões não pode ser concluído, porque a cadelinha faleceu.

Segundo Gilberto, o tratamento espiritual não serve como substituto ao convencional e reforça a importância do trabalho conjunto com um médico veterinário. De qualquer forma, para os interessados, o médium garante que todos os tutores serão bem acolhidos no Grupo Fraternal Francisco de Assis.

Nas reuniões, os tutores recebem uma palestra, com o objetivo de explicar o papel de “suprir a necessidade dos irmãos menores animais que estão nas filas da reencarnação”, e em seguida, ocorre o passe, propriamente dito. Na sala, “médiuns passistas sincronizam os centros vitais dos irmãos menores animais interpondo suas mãos nas mãos do tutor e desta forma revitalizam o animal”, explica Gilberto.

Serviço
Grupo Fraternal Francisco de Assis
Quando: Sábados, das 14h às 16h
Local: Estrada Galvão Bueno, 5143 com acesso na Rua Augusto Vinturini, 5.
Bairro Batistini, São Bernardo do Campo
Tel: (11) 4396-2297

Mapa do Local
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