quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O Carnaval na Visão Espírita

 
 Carnaval (Obsessões Carnavalescas)
Revista Visão Espírita 
 
“Atrás do trio elétrico só não vai que já morreu...”. - Caetano Veloso
“Atrás do trio elétrico também vai quem já “morreu”...”.

      Ao contrário do que reza o frevo de Caetano Veloso, não são somente os “vivos” que formam a multidão de foliões que se aglomera nas ruas das grandes cidades brasileiras ou de outras plagas onde se comemore o Carnaval. 


      O Espiritismo nos esclarece que estamos o tempo todo em companhia de uma inumerável legião de seres invisíveis, recebendo deles boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que nos encontremos. Essa massa de espíritos cresce sobremaneira nos dias de realização de festas pagãs, como é o Carnaval. 


      Nessas ocasiões, como grande parte das pessoas se dá aos exageros de toda sorte, as influências nefastas se intensificam e muitos dos encarnados se deixam dominar por espíritos maléficos, ocasionando os tristes casos de violência criminosa, como os homicídios e suicídios, além dos desvarios sexuais que levam à paternidade e maternidade irresponsáveis. Se antes de compor sua famosa canção o filho de Dona Canô tivesse conhecido o livro “Nas Fronteiras da Loucura”, ditado ao médium Divaldo Pereira Franco pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, talvez fizesse uma letra diferente e, sensível como o poeta que é, cuidaria de exortar os foliões “pipoca” e aqueles que engrossam os blocos a cada ano contra os excessos de toda ordem. Mas como o tempo é o senhor de todo entendimento, hoje Caetano é um dos muitos artistas que pregam a paz no Carnaval, denunciando, do alto do trio elétrico, as manifestações de violência que consegue flagrar na multidão.


      No livro citado, Manoel Philomeno, que quando encarnado desempenhou atividades médicas e espiritistas em Salvador, relata episódios protagonizados pelo venerando Espírito Bezerra de Menezes, na condução de equipes socorristas junto a encarnados em desequilíbrios.


      Philomeno registra, dentre outros pontos de relevante interesse, o encontro com um certo sambista desencarnado, o qual não é difícil identificar como Noel Rosa, o poeta do bairro boêmio de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, muito a propósito, integrava uma dessas equipes socorristas encarregadas de prestar atendimento espiritual durante os dias de Carnaval. 


      Interessado em colher informações para a aprendizagem própria (e nossa também!), Philomeno inquiriu Noel sobre como este conciliava sua anterior condição de “sambista vinculado às ações do Carnaval com a atual, longe do bulício festivo, em trabalhos de socorro ao próximo”. Com tranqüilidade, o autor de “Camisa listrada” respondeu que em suas canções traduzia as dores e aspirações do povo, relatando os dramas, angústias e tragédias amorosas do submundo carioca, mas compreendeu seu fracasso ao desencarnar, despertando “sob maior soma de amarguras, com fortes vinculações aos ambientes sórdidos, pelos quais transitara em largas aflições”.


      No entanto, a obra musical de Noel Rosa cativara tantos corações que os bons sentimentos despertados nas pessoas atuaram em seu favor no plano espiritual; “Embora eu não fosse um herói, nem mesmo um homem que se desincumbira corretamente do dever, minha memória gerou simpatias e a mensagem das músicas provocou amizades, graças a cujo recurso fui alcançado pela Misericórdia Divina, que me recambiou para outros sítios de tratamento e renovação, onde despertei para realidades novas”. 


      Como acontece com todo espírito calceta que por fim se rende aos imperativos das sábias leis, Noel conseguiu, pois, descobrir “que é sempre tempo de recomeçar e de agir” e assim ele iniciou a composição de novos sambas, “ao compasso do bem, com as melodias da esperança e os ritmos da paz, numa Vila de amor infinito...”.


      Entre os anos 60 e 70, Noel Rosa integrava a plêiade de espíritos que ditaram ao médium, jornalista e escritor espírita Jorge Rizzini a série de composições que resultou em dois discos e apresentações em festivais de músicas mediúnicas em São Paulo. 


      O entendimento do Poeta da Vila quanto às ebulições momescas, é claro, também mudou: 
- “O Carnaval para mim, é passado de dor e a caridade hoje, é-me festa de todo, dia, qual primavera que surge após inverno demorado, sombrio”.

A Carne Nada Vale:


      O Carnaval, conforme os conceitos de Bezerra de Menezes, é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento. Como nosso imperativo maior é a Lei de Evolução, um dia tudo isso, todas essas manifestações ruidosas que marcam nosso estágio de inferioridade desaparecerão da Terra. 


      Em seu lugar, então, predominarão a alegria pura, a jovialidade, a satisfação, o júbilo real, com o homem despertando para a beleza e a arte, sem agressão nem promiscuidade. A folia em que pontifica o Rei Momo já foi um dia a comemoração dos povos guerreiros, festejando vitórias; foi reverência coletiva ao deus Dionísio, na Grécia clássica, quando a festa se chamava bacanalia; na velha Roma dos césares, fortemente marcada pelo aspecto pagão, chamou-se saturnalia e nessas ocasiões se imolava uma vítima humana.


      Na Idade Média, entretanto, é que a festividade adquiriu o conceito que hoje apresenta, o de uma vez por ano é lícito enlouquecer, em homenagem aos falsos deuses do vinho, das orgias, dos desvarios e dos excessos, em suma.


      Bezerra cita os estudiosos do comportamento e da psique da atualidade, “sinceramente convencidos da necessidade de descarregarem-se as tensões e recalques nesses dias em que a carne nada vale, cuja primeira silaba de cada palavra compõe o verbete carnaval”.

      Assim, em três ou mais dias de verdadeira loucura, as pessoas desavisadas, se entregam ao descompromisso, exagerando nas atitudes, ao compasso de sons febris e vapores alucinantes. Está no materialismo, que vê o corpo, a matéria, como inicio e fim em si mesmo, a causa de tal desregramento. 

      Esse comportamento afeta inclusive aqueles que se dizem religiosos, mas não têm, em verdade, a necessária compreensão da vida espiritual, deixando-se também enlouquecer uma vez por ano.

Processo de Loucura e Obsessão:


      As pessoas que se animam para a festa carnavalesca e fazem preparativos organizando fantasias e demais apetrechos para o que consideram um simples e sadio aproveitamento das alegrias e dos prazeres da vida, não imaginam que, muitas vezes, estão sendo inspiradas por entidades vinculadas às sombras. Tais espíritos, como informa Manoel Philomeno, buscam vitimas em potencial “para alijá-las do equilíbrio, dando inicio a processos nefandos de obsessões demoradas”. 


      Isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores, adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano.


      Esse processo sutil de aliciamento esclarece o autor espiritual, dá-se durante o sono, quando os encarnados, desprendidos parcialmente do corpo físico, fazem incursões às regiões de baixo teor vibratório, próprias das entidades vinculadas às tramas de desespero e loucura. Os homens que assim procedem não o fazem simplesmente atendendo aos apelos magnéticos que atrai os espíritos desequilibrados e desses seres, mas porque a eles se ligam pelo pensamento, “em razão das preferências que acolhem e dos prazeres que se facultam no mundo íntimo”. Ou seja, as tendências de cada um, e a correspondente impotência ou apatia em vencê-las, são o imã que atrai os espíritos desequilibrados e fomentadores do desequilíbrio, o qual, em suma, não existiria se os homens se mantivessem no firme propósito de educar as paixões instintivas que os animalizam.


      Há dois mil anos. Tal situação não difere muito dos episódios de possessão demoníaca aos quais o Mestre Jesus era chamado a atender, promovendo as curas “milagrosas” de que se ocupam os evangelhos. Atualmente, temos, graças ao Espiritismo, a explicação das causas e conseqüências desses fatos, desde que Allan Kardec fora convocado à tarefa de codificar a Doutrina dos Espíritos. Conforme configurado na primeira obra da Codificação – O Livro dos Espíritos -, estamos, na Terra, quase que sob a direção das entidades invisíveis: “Os espíritos influem sobre nossos pensamentos e ações?”, pergunta o Codificador, para ser informado de que “a esse respeito sua (dos espíritos) influência é maior do que credes porque, freqüentemente, são eles que vos dirigem”. Pode parecer assustador, ainda mais que se se tem os espíritos ainda inferiorizados à conta de demônios.

      Mas, do mesmo modo como somos facilmente dominados pelos maus espíritos, quando, como já dito, sintonizamos na mesma freqüência de pensamento, também obtemos, pelo mesmo processo, o concurso dos bons, aqueles que agem a nosso favor em nome de Jesus. Basta, para tanto, estarmos predispostos a suas orientações, atentos ao aviso de “orar e vigiar” que o Cristo nos deu há dois mil anos, através do cultivo de atitudes salutares, como a prece e a praticada caridade desinteressada. Esta última é a característica de espíritos como Bezerra de Menezes, que em sua última encarnação fora alcunhado de “o médico dos pobres” e hoje é reverenciado no meio espírita como “o apóstolo da caridade no Brasil”.


Título : Carnaval ( Obsessões Carnavalescas )
Autor: Revista Visão Espírita - (Março de 2000)
Meus agradecimentos  a Revista Visão Espírita por nos brindar com uma abordagem nobre sobre o tema.  

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O Carnaval na Visão de Emmanuel - Emmanuel


 Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer a apologia da loucura generalizada que adormece as consciências, nas festas carnavalescas.
É lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o título de civilização. 
Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.
Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.
Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.
Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos, na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.
Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras. Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem? Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretenciosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades, para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.
É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.

Autor Emmanuel - Psicografado pelo Médium Francisco Cândido Xavier

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Visão Canônica e Histórica de Jesus



Nascido em Belém, cidade da Judéia meridional, no Reinado de Herodes “O Grande”, quando Roma dominava a Palestina e Augusto era o imperador, Jesus Cristo ou de Nazaré teve durante a sua vida poucos registros da sua infância e juventude.
          A sua história está em maior parte registrada no testemunho de quatros evangelhos, escritos por quatro de seus doze discípulos (Marcos, João, Mateus e Lucas).
         Sobre o seu nascimento sabe-se que se deu, segundo Mateus, em Belém, quando o imperador Otávio Augusto teria encomendado um recenseamento de todos os habitantes do império, tendo que cada um se alistar em sua cidade natal. José (pai de Jesus), como era da cidade de Belém viajou com sua esposa Maria (mãe de Jesus) grávida que segundo a aparição de um “anjo” de nome Gabriel estaria destinada a conceber o Messias.

         Ao chegarem a Belém, sem local para serem acolhidos, Jesus nasceu em uma manjedoura, em meio aos animais. A data de Seu nascimento ainda é um paradoxo, sendo fixado para 25 de dezembro no ano de 440, devido a um erro de datação do monge Dionísio o Pequeno, quando organizava um calendário e com a finalidade de cristianizar a festa pagã que acontecia naquela data.

         A notícia do nascimento Daquele que seria o Rei dos Judeus espalhou-se rapidamente e Herodes incomodado ordenou uma matança de todos os meninos de Belém com até dois anos de idade, mas Jesus escapou porque os seus pais foram mais uma vez avisados por intervenção divina e fugiram com Ele para o Egito, lá se estabeleceram até a morte de Herodes, quando então José regressou com Maria e Jesus para Nazaré, onde Ele passou a maior parte de sua vida ajudando ao seu pai no ofício de carpinteiro. Segundo registro no evangelho de Lucas Seu primeiro contato público se deu aos 12 anos, quando Seus pais em visita a Jerusalém O encontra debatendo com os Doutores do Templo. 
Aos trinta anos de idade, após a morte de José, Seu pai, Ele compreende que era chegado o momento de cumprir a Sua missão e segue ao encontro de Seu primo João Batista, que acontece no Rio Jordão, onde ele pregava e batizava as pessoas, e lá Jesus foi batizado. Marcos, em seu evangelho descreve que Jesus após ser batizado viu o céu se abrir, e o Espírito qual pomba desceu sobre Ele, e Ele ouviu uma voz que lhe dizia: “Tu És meu Filho amado; em ti me comprazo”. Após batizado Jesus seguiu para o deserto, onde jejuou durante quarenta dias e quarenta noites, lá Ele foi tentado por três vezes por uma entidade maligna denominada de “diabo” e conseguiu por todas às vezes vencer as suas investidas com citações das escrituras sagradas.Em todos os evangelhos estão escritos que Jesus viera ao mundo para “dar a sua vida em favor de muitos” e “anunciar as boas novas do reino de Deus”, tendo realizado durante o seu ministério grandes “milagres”, curou doentes, multiplicou pães e peixes, andou sobre as águas do mar, ressuscitou mortos, livrando muitos do cativeiro das vicissitudes, ensinando a todos a amar e perdoar.

Aos 31 anos, ele completou um grupo de 12 seguidores, todos eles galileus que abandonaram tudo para segui-Lo, porém Jesus, sabedor do Seu destino sempre os preparou, alertando-os para Sua morte e futura ressurreição, também nesta idade Ele realizou um de seus mais belos e famosos discursos “O Sermão da Montanha”.

Jesus reuniu os seus discípulos e seguiu para Jerusalém para celebrar a páscoa, entrando na cidade num lombo de um jumento e foi recebido por uma multidão como Filho de Davi e foi chamado de Rei, e Lucas relata que alguns fariseus ouvindo o clamor de seus discípulos pediram a Ele que os repreendesse, e este lhes respondeu: “Se eles se calarem, as próprias pedras clamarão.”.

Aos 33 anos, quando Tibério era o Rei de Roma, Ele foi acusado de conspirar contra César, considerado blasfemo, por se proclamar filho de Deus e conforme havia predito em sua última ceia com seus discípulos, foi traído por um deles “Judas Iscariotes” em favor de 30 moedas, sendo preso quando orava no Jardim de Getsêmani, na presença de Pedro, Tiago e João (três de seus apóstolos) iniciando assim o seu triste calvário.

Após ter sido preso, Jesus foi levado para Anãs e antes Caifãs para ser submetido a processo religioso. Mais tarde foi conduzido para residência do procurador romano Pôncio Pilatos e este sem entender lhe enviou para Herodes Antipas.

Pilatos não conseguiu ver nenhum delito em Jesus e devido as fortes pressões para condená-lo num gesto simbólico lava as mãos declarando-se inocente de seu sangue, pronunciando a sentença de morte na cruz.Jesus foi flagelado, vestido com um manto vermelho, lhe puseram na cabeça uma coroa de espinhos e nas mãos uma vara de bambu, cuspiram nele e fizeram com que carregasse uma cruz até o Monte Gólgota, onde foi crucificado junto com dois malfeitores, segundo cálculos de estudiosos, historiadores e astrônomos, no dia 7 de abril do ano 27 d.C.

Segundo os evangelhos, no domingo de manhã, três dias após a sua morte, Maria Madalena foi bem cedo ao seu túmulo onde encontrou aberto e vazio, depois disso ele apareceu a ela e aos seus discípulos. Lucas narra em Atos que após a ressurreição Jesus ainda apareceu durante quarenta dias para os seus discípulos, passando ensinamentos e após esses dias ascendeu ás alturas até ser envolto em nuvens.

Alguns símbolos que representam Jesus:

Peixe: “O símbolo do peixe, recorrente no início da iconografia cristã. O termo "peixe" em grego χθύς (ichthýs) é o acrônimo de ησος Χριστός Θεο ιός Σωτήρ (Iēsoùs Christòs Theoù Yiòs Sōtèr), Jesus Cristo Filho de Deus Salvador”.

Pão: O corpo do CristoVinho: O sangue de Cristo A Cruz:
O sacrifício Frases e Pensamentos de Jesus:“ Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”" O reino de Deus está dentro de vós."

"Sim, estarei sempre com vós, até o final dos tempos."

"Tendes ouvido o que foi dito: Amarás ao teu próximo, e aborrecerás ao teu inimigo.

Eu porém vos digo: Amai a vossos inimigos, fazei o bem a quem vos tem ódio; e orai pelos que vos perseguem e caluniam. Para serdes filhos de vosso Pai, que está nos Céus, o qual faz nascer o seu Sol sobre bons e maus, esse Sol que nos dá energias e calor vivificando a terra, e que faz vir a chuva abençoada para a natureza e para nós que carecemos da água para a nossa vida. Esse Deus Pai e Criador de todas as coisas que através das matas verdejantes podemos receber o oxigênio da vida. Tudo isso e mais ainda, sobre bons e maus, justos e injustos."

O homem bom traz coisas boas do bem que carrega em seu coração, e o homem mau revela coisas malignas da maldade que carrega em seu coração. E, ao abrir seu coração, a boca fala."

“Bem aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus”.
"Mestre, por que falas por parábolas? Por quê a vos é dado conhecer os mistérios do reino do céu, mas a eles não é dado. Porque aquele que tem, se lhes dá, mas aquele que não tem, até aquilo que tenha lhe será tirado.
Por isso que falo por parábolas; porque vendo não vêem e ouvindo e não ouvem e nem entendem. E assim se cumpre o que foi dito pelo profeta Isaías, que disse: Ouvindo, ouvireis, mas não entendereis. E vendo, vereis, mas não percebereis.
 Porque o coração deste povo se encontra endurecido. Taparam seus ouvidos e fecharam seus olhos para que seus olhos não vejam, e seus ouvidos não ouçam, nem seu coração compreenda; para que não se convertam e eu os cure..."

“O olho é a lâmpada do corpo. Se teu olho é bom, todo o teu corpo se encherá de luz. Mas se ele é mau, todo teu corpo se encherá de escuridão. Se a luz que há em ti está apagada, imensa é a escuridão.”(Mateus, 15 Versículos: 10 e 11)“.

E, chamando a si a multidão, disse-lhes: Ouvi e entendei:
O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem”. (Mateus, 15 Versículos: 15 a 20)
E Pedro, tomando a palavra, disse-lhe: Explica-nos essa parábola.
Jesus, porém, disse: Até vós mesmos estais ainda sem entender? Ainda não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce para o ventre e é lançado fora?

Mas o que sai da boca procede do coração, e isso contamina o homem.Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.São essas coisas que contaminam o homem; mas comer sem lavar as mãos, isso não contamina o homem.“
O homem bom tira boas coisas do seu bom tesouro, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más. Mas eu vos digo que de toda palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no Dia do Juízo. Porque por tuas palavras serás justificado e por tuas palavras serás condenado.”
“ Portanto vos digo: não andeis preocupados com a vossa vida, pelo que haveis de comer; nem com o vosso corpo, pelo que haveis de vestir. A vida vale mais do que o sustento e o corpo mais do que as vestes. Considerai os corvos: eles não semeiam, nem ceifam, nem têm despensa, nem celeiro; entretanto, Deus os sustenta. Quanto mais valeis vós do que eles?”.

Fonte Pesquisa: http://pt.wikipedia.org

Mestre Ascensionado El Morya

               

O Mestre Ascensionado El Morya, é diretor do Primeiro Raio - Azul e seu complemento Divino é a Mestra Miriam. Fundou a Teosofia no século passado, juntamente com o Mestre Kuthumi. Ele ergueu o seu Santuário, o Foco de Irradiação da Santa Vontade de Deus, aos pés do Himalaia - deste Templo é irradiada, ininterruptamente, a Fé na Misericórdia de Deus. Como raios de Sol, ela flui na mente, no sentimento e no mundo dos homens. No plano físico, El Morya assumiu diversas vidas: foi Matusalém e Abraão, patriarcas bíblicos; - foi Nabucodonosor, rei da Babilônia (630 a 562 anos a.C.); - foi Leônidas (532 a.C.), rei de Esparta; foi Melchior, um dos magos que visitou o Menino Jesus; - foi o Rei Arthur (século VI), que governou a Bretanha com a força de Excalibur; - foi Thomas Becket (1118 à 1170), arcebispo de Cantuária e chanceler da Inglaterra; - foi Thomas Morus (1478-1535), humanista inglês que morreu decapitado e foi mais tarde canonizado pela Igreja Católica; - foi Akbar, o Grande (1542-1605), pensador e Grão Mongol da Índia; - foi Shal Jahn (1592 à 1666), imperador da Índia que construiu o Taj Mahal; - foi Thomas Moore (1779-1852), poeta irlandês; - e foi El Morya Khan, filho de Ali Vardi Khan (monarca que ursupou o poder de Bangladesh em 1740), e que abandonou a realeza para ser líder religioso. Ascencionou em 1888 e hoje ainda habita na Terra, em um corpo físico que ele mesmo construiu. Vive em Shigatze, nas Cordilheiras do Himalaya, assim como os Mestres Kuthumi e Lord Maitreya que também trabalham para a evolução da humanidade. Aqueles que precisam de força, energia, vigor, e precisam resolver assuntos financeiros ou conseguir um bom emprego, deverão invocar o Mestre El Morya, repetindo as seguintes frases: "Eu sou a força de Hércules, eu sou minha ilimitada força e poder. nunca me desanimo". É homenageado em 6 de julho. Seu dia da semana é o domingo.

Fonte: Site Manancial de Luz   

Mestre Saint Germain


Este maravilhoso Ser que conhecemos como Saint Germain realizou a Sua ascensão no ano de 1684. Muitas e muitas vezes Ele aceitou novas encarnações e esforçou-se muito em estimular nos homens de diversos povos, neste planeta, o desejo de Liberdade, pois que é a Liberdade o seu dom especial.
Foi confiada a Ele, na qualidade de Mestre Ascensionado, a custódia do já iniciado ciclo de dois mil anos da Era da Liberdade. Assim como Jesus possuía a custódia do anterior ciclo de Dispensação Crística, o Mestre Ascensionado Saint Germain usufrui a preferência, o privilégio e a responsabilidade de Trazer a Liberdade no presente ciclo, a toda criatura - seja homem, ser elemental ou anjo prisioneiro. Chegará um tempo em que não mais haverá velhice, doença, pobreza ou males de qualquer natureza; nem mais haverá a chamada morte.Os ensinamentos editados pela "Ponte Para a Liberdade" contêm a orientação e indicação dos Mestres Ascensionados para melhor compreensão e aplicação do Fogo Sagrado, a fim de que todos possam obter a Liberdade do espírito, da emoção, do corpo físico e libertação das recordações. Estando os quatro corpos inferiores, definitivamente, purificados e harmonizados, e com isto em verdade "Libertados", o indivíduo estará, portanto, em condições de ser um Mestre Ascensionado ao final de sua encarnação; estará Livre para sempre!

Todas as Ascensionadas Legiões Celestiais ofereceram a Saint Germain seu auxílio para a solução desta gigantesca obra e Ele aceita qualquer cooperação de cada corrente de vida que está à procura de mais Luz e Liberdade.

Desde a época de Sua Ascensão, no ano de 1684, Saint Germain prepara-se para ser o Chohan do Sétimo Raio. No ano de 1786, recebeu o cargo da Bem-Amada Mestra Ascensionada Kuan Yin e, desde então, até o dia 1o de maio de 1954, Ele se dedica à preparação da imensa responsabilidade de Diretor Cósmico para o iniciado ciclo. Este abençoado Ascensionado Mestre pede, nesta Hora Cósmica, por preces, apelos, orações, dedicação e auxílio de todos os que O amem, Ele que sempre viveu para servir a Vida. Chegou agora o Grande e propício momento para trazer à Terra Seu presente de Liberdade.

 A Coroação de Saint Germain Em cada dois mil anos, a Terra entra em contato com um novo raio. A Roda Cósmica necessita, para uma completa rotação, de quatorze mil anos.
Cada Chohan que é escolhido como representante do novo raio é Coroado como Autoridade Cósmica, para continuar a evolução deste planeta e seus povos dentro este lapso de tempo.O Sexto Raio, que estava sob a orientação do Mestre Jesus, terminou seu ciclo no dia 1o de janeiro de 1954. Depois de um tempo transitório (poucos meses), começou, oficialmente, a Irradiação Cósmica do Sétimo Raio. O período de 1930 até 1954 é visto como a atividade do caminho preparatório semelhante ao trabalho antecipado de "João Batista".No dia 1o de maio de 1954, celebrou-se em Shamballa a cerimônia festiva da transmissão da coroa, cetro, espada e manto do Chohan retirante (Mestre Jesus) ao novo Chohan, Mestre Saint Germain.O símbolo da autoridade, COROA, veio à Terra sobre a cabeça do Arcanjo Miguel, com os primeiros homens, que encarnaram sobre o planeta e, desde então, vem sendo usada sucessivamente pelos Chohans dos Sete Raios, por transferência a cada um deles, quando já decorridos 2.000 anos.
Completara-se, portanto, 14.000 anos desde que o último Chohan do Sétimo Raio usou essa Coroa, transferida que fora de seu predecessor - o Chohan do Sexto Raio, que por sua vez, a recebera do quinto, prosseguindo desse modo a seqüência dos Chohans e seus Raios até o primeiro deles, no início do ciclo de 14.000 anos.O próprio Bem-Amado Mestre Jesus colocou nas mãos de Saint Germain o cetro da autoridade, investindo-o de poder sobre a evolução de todos os anjos, homens e seres elementais na presente Era, ao ser iniciado o novo ciclo de dois mil anos. O Maha Chohan entregou-Lhe a espada simbólica que representa o poder do Espírito Santo. O primeiro gesto de Saint Germain: colocou a coroa sobre a cabeça de Sua Chama Gêmea, Deusa da Justiça e da Oportunidade, a Bem-Amada PÓRTIA.Cada membro da hierarquia aproximou-se na correspondente ordem de categoria e todos, genuflexos, prestaram juramento perante o Novo Rei, Saint Germain, trazendo-Lhe as bênçãos de suas próprias emanações de vida. Anjos e seres elementais seguiram este exemplo, irradiando suas vibrações em direção ao reino humano e sobre todos os Seres que estavam cientes deste grande acontecimento cósmico.

 A Era da Liberdade o Grande Mestre Ascensionado SAINT GERMAIN é o Ser que dirige os dois mil anos já iniciados da Era da Liberdade. Sua gigantesca missão é Libertar todos os viventes, com também a Terra, e isto será realizado por meio do Fogo Violeta. Separadamente e em grupos, os homens apelam desejando dissolver toda criação inferior que obscurecer a luz dos homens.
Se apelais pela vossa Presença Divina "EU SOU" e ao Mestre Ascensionado Saint Germain para chamejar o Fogo Violeta através de vós, ele começará a afastar todas as criações negativas em vossos corpos do sentimento, do pensamento, etérico e físico; ireis constatar uma acentuada leveza e expansão em vossos sentimentos, uma notável clareza em vossos sentidos e mudança em vosso corpo. Alguns discípulos vêem esta chama violeta quando apelam por auxílio em seus círculos de vida; outros a sentem. Mesmo que vós não a vejais, ela está operando.
Parece ser invisível, mas chegamos a ver as coisas mais importantes da vida? Não são visíveis aos nossos olhos a vida, a eletricidade, o amor, o ódio, a guerra (os efeitos de guerra: ódio, vingança, tristezas, dor etc.) e a paz.; no entanto, são bem reais; podemos, em qualquer caso, ver os seus efeitos. O uso diário da vivente Chama Violeta pode afastar muita coisa que está acontecendo em vosso mundo. Mas, talvez deva ser esclarecido que, quando empregais sinceramente o Fogo Violeta e "acontecem" pequenos efeitos - isto não quer dizer que a Chama não faça a obra completa; significa que vossas Criações Humanas vêm à luz antes que as tenhais dissolvido.Sobre isto, alguém, em certa ocasião, disse:
 Assemelha-se a uma escada "rolante" trazendo ao mundo atual a ação das forças do passado. Vosso trabalho é usar, suficientemente, a Chama Violeta para que tais Forças Permaneçam Inertes ou Sejam Dissolvidas Antes Que Possam Agir.
Quando a Chama age, é com se explodisse uma porção de vossas criações humanas e então ficásseis livres de determinas qualidades inferiores.Procurai agir sempre com crescente entusiasmo, para dissolver-se rapidamente, tão depressa quanto possível, o que se apresenta na superfície de vossa vida diária.

 Algumas Encarnações do  Mestre Saint Germain:

 Rei da Cidade de Ouro, capital de uma antiga civilização, que floresceu há mais de 50.000 anos, onde hoje encontra-se o Saara.- Sumo Sacerdote do Templo da Chama Violeta em Atlântida.- Profeta Samuel.
Preparou e ungiu David como rei de Israel.- José, escolhido do Espírito Santo como pai de Jesus.- Mago Merlin, amigo e conselheiro do rei Artur que criou a Ordem dos Cavaleiros da Távola Redonda que tinha como grande objetivo a procura do Santo Graal.
Roger Bacon, alquimista do século XIII, considerado precursor da ciência moderna.
Cristóvão Colombo, grande navegador que, superando a ignorância e o medo infundado dos europeus, descobriu a América, a Terra da Liberdade.- Francis Bacon, filósofo inglês do século XVII. Um dos fundadores da Franco-Maçonaria.
Possivelmente, também autor das peças literárias de Shakespeare.- Tendo alcançado sua Ascensão em 1º de maio de 1684, Saint Germain obteve a permissão do Conselho Cármico de retornar ao mundo num corpo físico, assombrando a Europa nos séculos XVIII e XIX, como o Conde de Saint Germain.

Fontes Bibliográficas:

"Haja Luz" - Ponte para a Liberdade" Os Mistérios Desvelados" - Ponte para a Liberdade" O Livro de Ouro de Saint Germain" - Ponte para a Liberdade" Os Senhores dos Sete Raios" - The Summit Lighthouse

O Mestre Ascensionado Kuthumi


O Mestre Ascensionado Kuthumi, também conhecido como Koot Hoomi ou K. H. ou Ramatis, já dirigiu o 2º Raio Dourado e foi elevado a Instrutor do Mundo, juntamente com Jesus. Seu Templo da Sabedoria e da Compreensão situa-se na Índia, em uma colina de Kashemira. Em suas vidas passadas ele foi Tutmosis III, faraó que expandiu o reino egípcio por quase todo o Oriente, foi Sarthon, sumo sacerdote na Ásia Menor, Baltasar, um dos reis magos, Pitágoras, matemático grego, Xá Jahan e São Francisco de Assis. Em uma de suas vidasfundou a fraternidade Essênia e na última encarnação foi o Sábio Kuthumi Cal Sing, que morava ao pé das montanhas do Himalaia. Nessa vida final ele viveu 320 anos e habitava em um convento de lamas, numa localidade chamada Shigatzé. Hoje ele ainda reside em Shigatzé, num corpo físico que ele mesmo construiu. Desta forma o Mestre acompanha a caminhada de seus discípulos. Kuthumi é o Mestre da Sabedoria, Iluminação, Paciência e Compreensão. Junto com El Morya, fundou a Escola dos Mistérios da Fraternidade Teosófica.

Fonte: Site Manancial de Luz

Mestres Ascensos

Mestres Ascensos

Ou avataras (do sânscrito avatara, que significa “descida”; de avatarati, “ele desce”; de ava, “longe” + tarati “ele atravessa”) é um termo esotérico que define um grupo de seres que alcançaram grande evolução epiritual, após diversas encarnações como seres humanos. 

O termo surgiu no século XIX, em 1877, nas obras da esoterista russa, Helena Blavatsky: The Mahatmas, Masters of Wisdom, Elder Brothers. São chamados de mestres porque orientam espiritualmente os seres que estão em busca de evolução espiritual na Terra; e ascencionados porque já encarnaram e evoluiram hierarquicamente, afastando-se das limitações do plano terreno em direção à Luz, à ascensão espiritual. A ascensão diz respeito à busca de um Amor incondicional pela vida, numa quantificação mínima de 51% de Karma negativo, transcendido pelo Dharma; os outros 49% são equacionados em serviços de devoção à humanidade, em níveis de oitavas superiores.

O trabalho dos mestres é o de despertar a consciência crística, o Cristo na consciência de cada um. 

O trabalho dos mestres diz respeito ainda ao auxílio na libertação da Roda das Samsaras ou do ciclo de reencarnações, no qual a humanidade estaria aprisionada.

Os mestres orientam a humanidade na busca de evolução espiritual e de conscientização da necessidade dessa transcendência

Segundo a hierarquia cósmica, os mestres situam-se entre Deus e anjos

Segundo o esoterismo, a ascensão é o objetivo primordial dos seres encarnados na Terra, ao final da qual a alma já não mais precisa existir no tempo e no espaço, é um momento de confraternização com o Espírito Santo e a presença Eu Sou. 

MESTRES ASCENCIONADOS são a hierarquia superior. Eles estão entre Deus e os Anjos. 

Quando falamos com os anjos, quando pedimos alguma coisa para eles, na verdade, estes sêres alados não tem autonomia para resolver o problema, assim eles pedem permissão para os Mestres Ascencionados para realizar o pedido. Evidentemente, estamos falando de um pedido que venha interferir no kharma. 

Quando se trata de um assunto simples, aí os anjos podem tratar por si mesmos.

Eles foram humanos e trouxeram uma mensagem de Deus - e todos foram reconhecidos como ENVIADOS.  

Depois que deixaram de existir em nosso plano físico, continuaram sendo mensageiros de Deus, em esferas mais elevadas.

Eles pertencem á GRANDE FRATERNIDADE BRANCA, e continuam auxiliando a humanidade se esta assim o deseja. 

Eles são os dirigentes dos 7 Raios. Para cada raio existe o seu condutor.
Ninguém jamais conseguiu mestria sobre todas as circunstâncias externas sem o auxílio das Ascencionadas Legiões das Luzes. Quando os homens apelam por Deus estes apelos são percebidos e respondidos pelos Mestres Ascencionados. As vibrações das esferas são tão sutis e delicadas que sómente pouquíssimas pessoas são capazes de receber impressões com clareza suficiente para agir de acordo com elas. 

Quando os Mestres encontram, realmente, um receptáculo instruído, incorporado numa pessoas física, então se torna fácil transmitir a Verdade á global humanidade através destes receptáculos. 

Vale ressaltar, que essa organização, fundada por ancestrais de Amenóphis IV, faraó do Egito, tivera desde sua origem a missão de congregar as pessoas mais sábias do país para discutir, analisar e preservar o Grande Conhecimento. Pode-se dizer que formaram a primeira classe de médicos conhecida. O nome vem do fato de que eles usavam túnicas bem alvas, um branco difícil de se obter naquela época. Nos dez séculos anteriores a Cristo, ramos da Grande Fraternidade Branca estabeleceram-se com denominações diversas em várias partes do mundo - e um deles eram os Essênios

O nome "Essênio" provém do termo sírio asaya, que significa médico (terapeuta, em grego, e essaya, em aramaico). Sua missão era curar doenças do corpo e da alma. 

Conforme espiritualistas de diversas correntes, Jesus, se não foi essênio, pelo menos manteve contato com eles. O teósofo francês Édouard Schuré afirma que Maria, mãe de Jesus, era essênia e destinara seu filho, antes do nascimento, a uma missão profética. 

Harvey Spencer Lewis, dirigente máximo da Ordem Rosacruz das Américas, também afirma a origem essênia de Jesus. Segundo ele, Maria e José eram gentios (habitantes da Galiléia considerados "estrangeiros" pelos palestinos e, portanto, "não-judeus"), pertencentes á Fraternidade Essênia, embora formalmente ligados á fé mosaica, de acordo com as leis locais. 

O "ramo" da Fraternidade Branca mais conhecido atualmente é o dos Sete Raios como abordado anteriormente. Esses raios são energias compostas de um certo padrão e que que funcionam como molas propulsoras para a nossa evolução (Algo como a influência dos signos). 

"Corresponde aos 7 Caminhos Ocultos, que cada alma e personalidade precisa percorrer, aprender e neles se aperfeiçoar, em cada uma de suas características. Deste modo, cada experiência em cada um dos 7 raios é um meio para alcançar uma expansão espiritual cada vez maior, atingir a perfeição humana e a unificação com a Luz, a iluminação das leis do Karma e da reencarnação obrigatória na Terra". 

Por exemplo: as pessoas que nascem sob a influência do primeiro raio (representado pelo Mestre Ascensionado El Morya e cujas características são vontade, força, ação, fé coragem, ordem, autoconfiança e poder) são aquelas que exercem posições de chefia, poder e liderança, com grande capacidade para a execução de tarefas. 

Ressalta-se ainda que a Grande Fraternidade Branca é uma irmandade presente nos Planos Superiores e Ascencionados, formada por seres que já viveram na Terra e que através de diversas experiências, suplantaram as limitações humas e conseqüentemente, suas necessidades de reencarnação, e assim se tornaram os chamados Mestres Ascencionados. São seres dotados de grande maestria no domínio e no conhecimento da matéria física, na transmutação da matéria e, principalmente, no próprio caminho da ascensão.


Optaram por assim dizer por continuar na órbita terrestre, para auxiliar os seres humanos em seu caminho de evolução. 

Enquanto houver uma única alma sofrendo, aqui eles estarão. São nossos grandes Amigos espirituais, que em seu Amor e Compaixão, não medem esforços para o despertar espiritual do ser humano. 

Alguns Mestres Ascencionados que fazem parte da Grande Fraternidade Branca: Jesus, Kuan Yin, Saint Germain, Kutumi, Seraphis Bey, entre muitosoutros.E ainda os Anjos e Arcanjos, tal como Arcanjo Miguel, e sua legião de Luz. 

Muitos são conhecidos como Mestres dos Sete Raios, são: El Morya, Confúcio, Rowena, Seraphis Bey, Nada, Saint Germain. 

Fonte: Site Manancial de luz
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A Saúde é Harmonia das Vibrações

           A Saúde é Harmonia das Vibrações

Se o homem compreendesse que a saúde do corpo é reflexo da harmonia espiritual, e se pudesse abranger a complexidade dos fenômenos íntimos que o aguardam além da morte, certo se consagraria à vida simples, com o trabalho ativo e a fraternidade legítima por normas de verdadeira felicidade. 

A escravização aos sintomas e aos remédios não passa, na maioria das ocasiões, de fruto dos desequilíbrios a que nos impusemos. 
Quanto maior o desvio, mais dispendioso o esforço de recuperação. 

Assim, também, cresce o número das enfermidades à proporção que se nos multiplicam os desacertos, e, exacerbadas as doenças, tornam-se cada vez mais difíceis e complicados os processos de tratamento, levando milhões de criaturas a se algemarem a preocupações e atividades que adiam, indefinidamente, a verdadeira obra de educação que o mundo necessita. 

O homem é inquilino da carne, com obrigações naturais de preservação e defesa do patrimônio que temporariamente usufrui. 

Não se compreende que uma pessoa instruída amontoe lixo e lama, ou crie insetos patogênicos no próprio âmbito doméstico. Existe, no entanto, muita gente de boa leitura e de hábitos respeitáveis que não se lhe dá atochar dos mais vários tóxicos a residência corpórea e que não acha mal no libertar a cólera e a irritação, de minuto a minuto, dando pasto a pensamentos aviltantes, cujos efeitos por muito tempo se fazem sentir na vida diária. 

Sirvamo-nos deste símbolo, para estender-nos em mais simples considerações. Se sabemos imprescindível a higiene interna da casa, por que não movermos o espanador da atividade benéfica, desmanchando as teias escuras das ideias tristes? 

Por que não fazer ato salutar do uso da água pura, em vasta escala, beneficiando os mais íntimos escaninhos do edifício celular e atendendo igualmente ao banho diário, no escrúpulo do asseio? Se nos desvelamos em conservar o domicílio suficientemente arejado, por que não respirar, a longos haustos, o oxigênio tão puro quanto possível, de modo a facilitar a vida dos pulmões? 

Quem construa uma habitação, cogita, não somente bases sólidas, que a suportem, senão da orientação, de tal jeito que a luz do sol a envolva e penetre profundamente; jamais voltaria esse alguém a situar o ambiente doméstico numa caverna de troglodita. 

Analogamente, deve o homem assentar fundamentos morais seguros, que lhe garantam a verdadeira felicidade, colocando-se, no quadro social onde vive, de frente voltada para os ideais luminosos e santificantes, de modo que a divina inspiração lhe inunde as profundezas da alma. 

Frequentemente a moradia das pessoas cuidadosas e educadas se exorna, em seu derredor, de plantas e de flores que encantam o transeunte, convidando-o à contemplação repousante e aos bons pensamentos. Por que não multiplicar em torno de nós os gestos de gentileza e de solidariedade, que simbolizam as flores do coração? Ninguém é tentado a descansar ou a edificar-se em recintos empedrados ou espinhosos. Assim também, a palavra agradável que proferimos ou recebemos, as manifestações de simpatia, as atitudes fraternais e a compreensão sempre disposta a auxiliar, constituem recursos medicamentosos dos mais eficientes, porque a saúde, na essência, é harmonia de vibrações. 

Quando nossa alma se encontra realmente tranquila, o veículo que lhe obedece está em paz. 

A mente aflita despede raios de energia desordenada que se precipitam sobre os órgãos à guisa de dardos ferinos, de consequências deploráveis para as funções orgânicas. 

O homem comumente apenas registra efeitos, sem consignar as causas profundas. 

E que dizer das paixões insopitadas, das enormes crises de ódio e de ciúme, dos martírios ocultos do remorso, que rasgam feridas e semeiam padecimentos inomináveis na delicada constituição da alma? 

Que dizer relativamente à terrível multidão dos pensamentos agressivos duma razão desorientada, os quais tanto malefício trazem, não só ao indivíduo, mas, igualmente, aos que se achem com ele sintonizados? 

O nosso lar de curas na vida espiritual vive repleto de enfermos desencarnados.
Desencarnados embora, revelam psicoses de trato difícil. 
A gravitação é lei universal, e o pensamento ainda é matéria em fase diferentes daquelas que nos são habituais. 

Quando o centro de interesses da alma permanece na Terra, embalde se lhe indicará o caminha das alturas. 

Caracteriza-se a mente também, por peso específico, e é na própria massa do Planeta que o homem enrodilhado em pensamentos inferiores se demorará, depois da morte, no serviço de purificação. 

Os instrutores religiosos, mais do que doutrinadores, são Médicos do Espírito que raramente ouvimos com a devida atenção, enquanto na carne. 

Os ensinamentos da fé constituem receituário permanente para a cura positiva das antigas enfermidades que acompanham a alma, século trás séculos. 
Todos os sentimentos que nos ponham em desarmonia com o ambiente, onde fomos chamados a viver, geram emoções que desorganizam, não só as colônias celulares do corpo físico, mas também o tecido sutil da alma, agravando a anarquia do psiquismo. 

Qualquer criatura, conscientemente ou não, mobiliza as faculdades magnéticas que lhe são peculiares nas atividades do meio em que vive. Atrai e repele. 

Do modo pelo qual se utiliza de semelhantes forças depende, em grande parte, a conservação dos fatores naturais de saúde. 

O espírito rebelde ou impulsivo que foge às necessidades de adaptação, assemelha-se a um molinete elétrico, armado de pontas, cuja energia carrega e, simultaneamente, repele as moléculas do ar ambiente; assim, esse espírito cria em torno de si um campo magnético sem dúvida adverso, o qual, a seu turno, há de repeli-lo, precipitando-o numa roda-viva por ele mesmo forjada. 

Transformando-se em núcleo de correntes irregulares, a mente perturbada emite linhas de força, que interferirão como tóxicos invisíveis sobre o sistema endocrínico, comprometendo-se a normalidade das funções. 

Mas não são somente a hipófise, a tireóide ou as cápsulas supra-renais as únicas vítimas da viciação. 

Múltiplas doenças surgem para a infelicidade do espírito desavisado que as invoca. 

Moléstias como o aborto; a encefalite letárgica, a esplenite, a apoplexia cerebral, a loucura, a nevralgia, a tuberculose, a Coréia, a epilepsia, a paralisia, as afecções do coração, as úlceras gástricas e as duodenais, a cirrose, a icterícia, a histeria e todas as formas de câncer podem nascer dos desequilíbrios do pensamento. 

Em muitos casos, são inúteis quaisquer recursos medicamentosos, porquanto só a modificação do movimento vibratório da mente, à base de ondas simpáticas, poderá oferecer ao doente as necessárias condições de harmonia. 

Geralmente, a desencarnação prematura é o resultado do longo duelo vivido pela alma invigilante; esses conflitos prosseguem na profundeza da consciência, dificultando a ligação entre a alma e os poderes restauradores que governam a vida. 

A extrema vibratilidade da alma produz estados de hipersensibilidade, os quais, em muitas circunstâncias, se fazem seguir de verdadeiros desastres organopsíquicos. 

O pensamento, qualquer que seja a sua natureza, é uma energia, tendo, conseguintemente, seus efeitos. Se o homem cultivasse a cautela, selecionando inclinações e reconhecendo o caráter positivo das leis morais, outras condições, menos dolorosas e mais elevadas, lhe presidiriam à evolução. 

É imprescindível, porém, que a experiência nos instrua individualmente. Cada qual em seu roteiro, em sua prova, em sua lição. 

Com o tempo aprenderemos que se pode considerar o corpo como o prolongamento do espírito, e aceitaremos no Evangelho do Cristo o melhor tratado de imunologia contra todas as espécies de enfermidade. 

Até alcançarmos, no entanto, esse período áureo da existência na Terra, continuemos estudando, trabalhando e esperando. 

Do livro “Falando à Terra” 
Espíritos Diversos - Psicografia: Francisco Cândido Xavier