segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A Medicina da Alma

Os Cientistas já admitem que as práticas espirituais fazem bem à saúde.

                                                                                     Por: Celina Côrtes, Cilene Pereira e 
 Mônica Tarantino 

Não importa o nome do deus ou se há deus. O fato é que a medicina começa a incluir cada vez mais em suas práticas o instrumento da espiritualidade no cuidado com os pacientes. Isso significa usar a favor do doente sua crença em uma religião ou sua busca de aprimoramento espiritual por meio de outros caminhos que não os religiosos. O tema, que sempre incomodou os homens da ciência, também começa a ganhar destaque na literatura científica, em eventos médicos e nas escolas de medicina. 

Esse fenômeno é resultado de várias circunstâncias. Uma delas diz respeito à demanda dos próprios pacientes por um tratamento que contemple sua saúde em dimensões mais amplas. Eles querem ter seu lado espiritual respeitado e incluído nas terapias. Um estudo da Universidade de Ohio (EUA) feito no ano passado com 798 pessoas deixa esse anseio patente. Segundo o trabalho, cerca de 85% dos voluntários gostariam de discutir sua fé com o médico e 65% deles esperavam compreensão desse desejo por parte dos doutores. 

Outra razão que explica o crescimento da importância do assunto está ancorada na observação clínica dos efeitos positivos da espiritualidade. Já são muitos os médicos que fazem essa constatação no dia a dia. O oncologista Riad Yunes, do Hospital do Câncer de São Paulo, é um deles. “Os pacientes que têm religiosidade parecem suportar mais as dores e o tratamento. Também lidam melhor com a idéia da morte”, observa.

Esse tipo de informação já aparece em diversas pesquisas. Muitas estão sendo feitas sob a batuta do médico Harold Koenig, da Universidade de Duke (EUA). Entre seus achados estão resultados interessantes. Pessoas que adotam práticas religiosas ou mantêm alguma espiritualidade apresentam 40% menos chance de sofrer de hipertensão, têm um sistema de defesa mais forte, são menos hospitalizadas, se recuperam mais rápido e tendem a sofrer menos de depressão quando se encontram debilitadas por enfermidades. “Hoje há muitas evidências científicas de que a fé e métodos como a oração e meditação ajudam os indivíduos”, afirma Thomas McCormick, do Departamento de História e Ética Médica da Universidade de Washington (EUA). 

Estimulados por essa realidade, os cientistas procuram respostas que elucidem de que modo esse sentimento interfere na manutenção ou recuperação da saúde. Há algumas explicações. Uma delas se baseia numa verdade óbvia: a de que quem cultiva a espiritualidade tende a ter uma vida mais saudável. “Os estudos comprovam que a religiosidade proporciona menos comportamentos auto-destrutivos como suicídio, abuso de drogas e álcool, menos stress e mais satisfação. A sensação de pertencer a um grupo social e compartilhar as dificuldades também contribuiria para manter o paciente amparado, com melhor qualidade de vida”, explica o psiquiatra Alexander Almeida, do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP). 

Para os cientistas, essa explicação é só o começo. O que se quer saber é o que se passa na intimidade do organismo quando as pessoas oram, lêem textos sagrados e qual o impacto disso na capacidade de se defender das doenças. Embora não existam estudos conclusivos, acredita-se que esse plus esteja relacionado a mudanças produzidas pela fé na bioquímica do cérebro. “Setores do sistema nervoso relacionados à percepção, à imunidade e às emoções são alteráveis por meio das crenças e significados atribuídos aos fatos, entre outros fatores. 

Assim, um indivíduo religioso tem condições de atribuir significados elevados ao seu sofrimento físico e padecer menos do que um ateu ou agnóstico”, explica o psicólogo e clínico João Figueiró, do Centro Multidisciplinar da Dor do Hospital das Clínicas (HC/SP). 

Para aprofundar as investigações, está surgindo até um novo campo de conhecimento, chamado de neuroteologia. Trata-se de uma área de pesquisa dedicada ao estudo da resposta das regiões cerebrais em face da fé e da espiritualidade. Um dos pesquisadores da área é o neurocirurgião Raul Marino Jr., chefe do setor de neurocirurgia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Em julho, ele lançará um livro dedicado ao estudo dessas reações (A religião do cérebro, Ed. Gente). “Práticas como a prece, a meditação e a contemplação modificam a produção de substâncias do cérebro que têm atuação em locais como o sistema límbico, envolvido no processamento das emoções”, garante o especialista. Marino reuniu estudos feitos com aparelhos de ressonância magnética, PET/Scan (equipamento de imagem de última geração) e dezenas de trabalhos mostrando as modificações no cérebro. 

Médiuns – A abrangência dos estudos também está aumentando. Se antes a maioria das pesquisas estudava populações protestantes, católicas e adeptos do judaísmo, agora começam a surgir trabalhos com praticantes de outras religiões. O psiquiatra Almeida, da USP, verificou a saúde mental de 115 médiuns espíritas. Descobriu que a incidência de transtornos como ansiedade e depressão nessa população fica em torno de 8%, um porcentual menor do que aestimativa encontrada na população em geral, de 15% de incidência. 

Todo esse movimento está levando muitas escolas de medicina a abrir espaço para debate. De acordo com um trabalho da Universidade de Yale (EUA) publicado no Jornal da Associação Médica Americana (Jama), em 1994 apenas 17 faculdades americanas ofereciam cursos sobre medicina e espiritualidade. Em 2004, já eram 84 instituições. No Brasil, a Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará inaugurou, também no ano passado, um curso opcional de 20 horas. Cem alunos já cursaram a disciplina. “A mudança está ligada a uma nova abordagem da escola médica, focada na humanização do relacionamento do médico com o paciente”, diz a criadora da disciplina, a professora de histologia e embriologia humana Eliane Oliveira. 

Aos poucos, essa modificação começa a se desenhar nos hospitais brasileiros. Um dos médicos que fazem questão de estimular a prática da espiritualidade em seus pacientes é Eymard Mourão Vasconcelos, da Universidade Federal da Paraíba e com pós-doutorado em espiritualidade e saúde pela Fundação Oswaldo Cruz. Para ele, não restam dúvidas quanto ao poder da fé na recuperação dos doentes. “É preciso despertar a garra em portadores de enfermidades. Isso não se faz com conhecimento técnico, mas mexendo com a emoção profunda da espiritualidade”, frisa. 

Outro que usa a ferramenta da fé é o cirurgião oncológico Paulo Cesar Fructoso, do Rio de Janeiro, integrante da Sociedade Brasileira de Cancerologia. “Mas nenhum tratamento médico deve ser interrompido”, ressalta. 

Risco – O médico toca em um ponto importantíssimo. Quando a religiosidade toma o lugar da medicina, as coisas se complicam. Quem leva a fé a ferro e fogo e decide depositar tudo nas mãos de Deus corre o sério risco de perder a vida. Um estudo feito pelo médico Riad Yunes com três mil pacientes de câncer de mama no Hospital do Câncer de São Paulo mostra o quanto essa possibilidade é real. Segundo o trabalho, 20% das mulheres preferiram fazer tratamentos espirituais antes de se submeter à cirurgia e tomar os medicamentos indicados pelos médicos. 

“Quando voltaram ao hospital, três ou quatro meses depois, os tumores tinham dobrado de tamanho”, diz Yunes. Como se vê, o equilíbrio entre as necessidades da alma e as do corpo é um dos segredos de uma boa saúde. É o que busca, por exemplo, a atriz Lucélia Santos, 47 anos. “ 

O desenvolvimento espiritual me traz harmonia. A saúde do organismo e do espírito andam juntas”, diz.

A Medicina da Alma
Por: Celina Côrtes, Cilene Pereira e Mônica Tarantino 
Revista IstoÉ – nº Edição: 1859.
Obs: Ao reproduzir o texto, favor citar autor e a fonte.

Amor Existencial

Vida
É o amor existencial.
Razão
É o amor que pondera.
Estudo
É o amor que analisa.
Ciência
É o amor que investiga.
Filosofia
É o amor que pensa.
Religião
É o amor que busca Deus
Verdade
É o amor que se eleva.
Fé
É o amor que transcede.
Esperança
É o amor que sonha.
Caridade
É o amor que auxilia.
Fraternidade
É o amor que se espande.
Sacrifício
É o amor que se esforça.
Renúncia
É o amor que depura.
Simpatia
É o amor que sorri.
Trabalho
É o amor que contrói.
Indiferença
É o amor que se esconde.
Desespero
É o amor que se desgoverna.
Paixão
É o amor que se desequilibra.
Ciúmes
É o amor que se desvaira.
Orgulho
É o amor que se enlouquece.
Sensualismo
É o amor que se envenena.
Finalmente, o ódio,
 que julgas ser a antítese do amor,
Não é senão o próprio amor que adoeceu gravamente.


Francisco Cândido Xavier

domingo, 23 de janeiro de 2011

Amizade - Meimei

Ergueste-me na caminhada...
- Deste-me guarida no afeto
Santo do teu coração...
- Advertiste-me fraternalmente
 nas passadas equívocas...
- Acompanhaste-me nas sombrias
noites da desesperação...
- Choraste e abraçaste-me quando,
alucinado entrevi a desesperança e o
teu testemunho de solidariedade foi-me a
confirmação da presença divina
socorrendo-me nas lágrimas.
- Não descuraste do pão à minha mesa...
- Não relegaste o meu coração à solidão
fria das longas horas da doença indomável...
- Jamais perdeste a oportunidade do conselho amigo,
intentando dirigir-me à ação nobre...
- Por tudo isto te sou grato...
O interlocutor, ante o desvelar de tanta
afeição e reconhecimento, asseverou:
- Para mim, isto nenhum esforço
 representou amigo, desde quando,
expressa o carinho do meu coração pela tua existência.
E, em nome deste sentimento,
digo-te que meu silêncio é a melhor
resposta às tuas efusões...
- Sim, bem sei.
É por isto que Deus te colocou na Terra
para alentar o caminho dos homens,
sacramentando-te com o sublime
nome de Amizade...

Meimei
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

sábado, 22 de janeiro de 2011

Procurando Deus

Deus
Passei tanto tempo te procurando...
Não sabia onde estavas...
Olhava para o infinito.
Não te via.
E pensava comigo: Será que tu Existes?
Não me contentava na busca e prosseguia.
Tentava te encontrar nas religioes e nos templos.
Tu também não estavas.
Te busquei através de sacerdotes e pastores.
Também não te encontrei.
Senti-me só, vazio, desesperado e descri.
E na descrença te ofendi,
E na ofensa tropecei,
E no tropeço cai,
Na queda me senti fraco.
Fraco, procurei socorro.
No socorro encontrei amigos,
Nos amigos encontrei carinho.
No carinho vi nascer o amor,
Com Amor vi um mundo novo,
E no mundo novo resolvi viver.
O que recebi, resolvi doar.
Dando alguma coisa muito recebi.
E recebendo, senti-me feliz
E ao ser feliz encontrei a paz.
E tendo paz foi que enxerguei.
Que dentro de mim é que tu estavas.
E sem procurar-te foi que te encontrei.

Autor desconhecido 

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Sinais


Conta-se que um velho Árabe analfabeto orava com tanto fervor e com tanto carinho, cada noite, que certa vez, um rico chefe de grande caravana chamou-o à sua presença e lhe perguntou: 
- Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, quando nem ao menos sabes ler? 
O crente fiel respondeu: 
- Grande senhor, conheço a existência de Nosso Pai Celeste pelos sinais dele. 
- Como assim? - indagou o chefe, admirado. 
- O servo humilde explicou-se: 
- Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece quem a escreveu? 
- Pela letra. 
- Quando o senhor recebe uma jóia, como é que se informa quanto ao autor dela? 
- Pela marca do ourives. 
- O empregado sorriu e acrescentou: 
- Quando ouve passos de animais, ao redor da tenda, como sabe, depois, se foi um carneiro, um cavalo ou um boi? 
- Pelos rastros - respondeu o chefe, surpreendido. 
- Então, o velho crente convidou-o para fora da barraca e, mostrando-lhe o céu, onde a Lua brilhava, cercada por multidões de estrelas, exclamou, respeitoso: 
- Senhor, aqueles sinais, lá em cima, não podem ser dos homens!
Nesse momento, o orgulhoso caravaneiro, de olhos lacrimosos, ajoelhou-se na areia e começou a orar também. 

Autor: Desconhecido 
Imagem: By Danielli Ski

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Prioridades na Vida

 

O professor de filosofia parou na frente da classe, e sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e encheu-o com pedras de uns 2 cm de diâmetro.
Então perguntou aos alunos se o vidro estava cheio. 
Eles concordaram que estava.
Aí o professor pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos e os jogou dentro do vidro, agitando-o levemente. 
Os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras.
Ele então perguntou novamente se o vidro estava cheio.
Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio.
Então o professor pegou uma caixa com areia e despejou-a dentro do vidro, preenchendo o restante.
Agora, disse o Professor, eu quero que vocês entendam que isto simboliza a sua vida. 
As pedras são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a sua vida.
Os pedregulhos menores são as outras coisas que importam, como o seu emprego, sua casa, seu carro.
A areia representa o resto: as coisas pequenas.
Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, não haverá mais espaço para os pedregulhos e as pedras. 
O mesmo vale para a sua vida. 
Cuidem das pedras primeiro. 
Das coisas que realmente importam. 
Estabeleçam suas prioridades. 
O resto é só areia!

(Texto de Autoria Desconhecida)

Se deseja compartilhar e divulgar estas informações, reproduza a integralidade do texto e cite o autor e a fonte. Obrigada Hospital Espiritual do Mundo.

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Não Julgues teus Irmãos - Emmanuel


"Não te julgues melhor que teus irmãos de estrada.
Cada qual tem a fé segundo pode crêr.
Esse vê Deus no Sol, outro na pedra simples.
A escada para o Céu tem degraus que não vemos.
O Amor de Deus é maior do que pensas."

Francisco Cândido Xavier 
Emmanuel

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O Amigo

Um dia, quando eu era um calouro na escola, eu vi um garoto de minha sala caminhando para casa depois da aula. Seu nome era Kyle. Parecia que ele estava carregando todos os seus livros.

Eu pensei: "Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros numa Sexta-Feira?
Ele deve mesmo ser um C.D.F". Eu já tinha meu final de semana planejado (festas e um jogo de futebol com meus amigos Sábado de tarde), então eu dei de ombros e segui meu caminho.
Conforme eu ia caminhando, eu vi um grupo de garotos correndo na direção dele.
Eles o atropelaram, arrancando todos os seus livros de seus braços e o empurrando, de forma que ele caiu no chão.
Seus óculos voaram, e eu os vi aterrisarem na grama alguns metros de onde ele estava. Ele ergueu o rosto e eu vi a terrível tristeza em seus olhos.
Meu coração se penalizou por ele. Então eu corri até ele enquanto ele engatinhava, procurando por seus óculos, e eu pude ver uma lágrima em seu olho. Enquanto eu lhe entregava os óculos eu disse: "Aqueles caras são uns babacas. Eles realmente deviam arrumar uma vida própria". Ele olhou para mim e disse, "Ei, obrigado!".
Havia um grande sorriso em sua face. Era um daqueles sorrisos que realmente mostram gratidão. Eu o ajudei a apanhar seus livros e perguntei onde ele morava.
Por coincidência ele morava perto da minha casa, então eu perguntei como nunca o havia visto antes. Ele respondeu que antes ele freqüentava uma escola particular.
Nós conversamos por todo o caminho de volta para casa, e eu carreguei seus livros.
Ele se revelou um garoto bem legal. Eu perguntei se ele queria jogar futebol no Sábado comigo e meus amigos. Ele disse que sim. Nós ficamos juntos por todo o final de semana e quanto mais eu conhecia Kyle, mais eu gostava dele. E meus amigos pensavam da mesma forma. Chegou a Segunda-Feira, e lá estava o Kyle com aquela quantidade imensa de livros outra vez. Eu o parei e disse:
"Diabos, rapaz, você vai ficar realmente musculoso carregando uma pilha de livros assim todos os dias!". Ele simplesmente riu e me entregou metade dos livros.
Pelos próximos quatro anos Kyle e eu nos tornamos melhores amigos.
Quando estávamos nos formando começamos a pensar na Faculdade. Kyle decidiu ir para Georgetown, e eu ia para a Duke. Eu sabia que seríamos sempre amigos, que a distância nunca seria um problema. Ele seria médico, e eu ia tentar uma bolsa escolar no time de futebol. Kyle era o orador oficial de nossa turma.
Eu o provocava o tempo todo sobre ele ser um C.D.F. Ele teve que preparar um discurso de formatura. Eu estava super contente em não ser eu quem deveria subir no palanque e discursar.
No dia da Formatura eu vi Kyle. Ele estava ótimo. Ele era um daqueles caras que realmente se encontraram durante a escola. Ele estava mais encorpado e realmente tinha uma boa aparência, mesmo usando óculos. Ele saía com mais garotas do que eu, e todas as meninas o adoravam!
Às vezes eu até ficava com inveja. Hoje era um daqueles dias. Eu podia ver o quanto ele estava nervoso sobre o discurso. Então eu dei um tapinha nas costas dele e disse: "Ei, garotão, você vai se sair bem!". Ele olhou para mim com aquele olhar (aquele olhar de gratidão) e sorriu. "Valeu", ele disse.
Quando ele subiu no oratório, ele limpou a garganta e começou o discurso: "A Formatura é uma época para agradecermos àqueles que ajudaram você durante estes anos duros. Seus pais, seus professores, seus irmãos, talvez até um treinador...
mas principalmente aos seus amigos. Eu estou aqui para lhes dizer que ser um amigo para alguém é o melhor presente que você pode lhes dar. Eu vou lhes contar uma história". Eu olhei para o meu amigo sem conseguir acreditar enquanto ele contava a história sobre o primeiro dia em que nos conhecemos.
Ele havia planejado se matar naquele final de semana. Ele contou à todos como ele havia esvaziado seu armário na escola, para que sua Mãe não tivesse que fazer isso depois que ele morresse, e estava levando todas as suas coisas para casa. Ele olhou diretamente no meus olhos e me deu um pequeno sorriso.
"Felizmente eu fui salvo. Meu amigo me salvou de fazer algo inominável".
Eu observava o nó na garganta em todos na platéia enquanto aquele rapaz popular e bonito contava à todos sobre aquele seu momento de fraqueza. Eu vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com aquela mesma gratidão. Até aquele momento eu jamais havia me dado conta da profundidade do sorriso que ele me deu naquele dia.
Nunca subestime o poder de suas ações.
Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior. Deus nos coloca à todos nas vidas uns dos outros para que tenhamos um impacto um sobre o outro de alguma forma. Procure o bem nos outros.
Amigos são anjos que nos deixam em pé quando nossas asas têm problemas em se lembrar de como voarem.

Autor desconhecido
Imagem: Josephine Wall

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Almas Gêmeas

 

Ninguém jamais conseguiu explicar como foram criadas as almas gêmeas, mas eu me lembro bem dessa história.

Estavam lá no céu, todas as almas, umas eram somente razão, outras somente emoção, duas filas distintas.

Finalmente, chegou a minha vez de ser colocada em uma das filas. Olhei para ambas e me identifiquei com a da razão. Acontece, porém, que quando avistei você na da emoção, meus olhos brilharam, foi como se fosse um imã a me puxar.

Aproximei-me do Criador e lhe disse:

- Eu gostaria de ficar na fila da emoção, pode ser? ... é que existe uma doce alma por lá, que me encantou.

- Está bem, falou-me Ele, você até poderá escolher seu lugar, mas antes quero lhe explicar algo, depois então você fará a sua opção.

"Existem almas que são gêmeas,tudo nelas é igual, a única diferença que eu coloquei foi a razão e a emoção, justamente para que elas possam se completar, é como se fosse um encaixe. Possuo uma grande percepção para distinguir as almas gêmeas e por isso entendi, que aquela que se encontra ali na fila da emoção é a sua (Ele falou apontando para você). Daí querer te colocar na da razão."

"Caso vocês fiquem juntas, o encanto das almas gêmeas se acabará, ao passo que se ficarem separadas, ele permanecerá. No entanto, devo lhe contar algo, as almas gêmeas, nem sempre se encontram, porém vivem sempre unidas pelo coração e por elas próprias. Por outro lado quando se encontram, jamais se separam, nem mesmo eu consigo executar esse afastamento."

Entendi naquele momento que a razão não sobrevive sem a emoção. e a emoção por sua vez, precisa da razão para viver.

Nesse instante fiz a minha escolha:

- Prefiro a fila da razão!

Encaminhei-me para o meu lugar, me posicionei e nesse mesmo instante, você, que não tinha até então percebido a minha presença, olhou-me e sorriu!

Hoje, eu sou a razão, você a emoção, eu te dou o chão e você me leva à lua.
Hoje, eu entendo o que o Criador quis me dizer com: "...é como se fosse um encaixe."

Hoje, eu sou a razão correndo atrás da emoção e você a emoção pedindo aos céus que eu possa pertencer a mesma fila que você.

Mas, o que que você não sabe é que fui eu mesma quem escolheu o meu lugar, só para ser a sua alma gêmea.

O que você não sabe é que, mesmo antes de pertencer a qualquer uma das filas, eu já te amei.

Quando voltarmos para o lado de lá, você há de entender tudo isso e se eu puder escolher uma das filas novamente, eu ainda vou querer ficar separada de você. A única diferença é que escolherei a fila da emoção para sonhar como você sonhou e que você fique na da razão para entender como eu sofri!

Texto.:
Alma Gêmeas

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domingo, 16 de janeiro de 2011

Prova e Oração


Quando a Prova nos alcance o círculo pessoal,
recorramos à oração, entendendo que a oração
nem sempre alterará os acontecimentos, em torno de nós,
mas sempre nos renovará por dentro,
iluminando-nos o coração a fim de que saibamos
trilhar o caminho seguro do nosso próprio
aperfeiçoamento para a sublimação,
ante as Leis de Deus.

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