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domingo, 17 de julho de 2011

Terapia Assistida por Cães


Os cães na sociedade moderna deixaram de ser considerados apenas como os melhores amigos do homem, para se transformarem em grandes aliados nas terapias, trazendo benefícios para a saúde e qualidade de vida dos pacientes.

Muitos estudos têm demonstrado a importância do animal de companhia para as pessoas da terceira idade. A simples presença do animal de estimação pode reduzir a pressão sangüínea, o que justifica o alto índice de sobrevivência de donos de animais um ano depois de terem sido vítimas de ataque cardíaco. 

Pesquisas comprovam a utilidade - e, na maioria dos casos, o sucesso - do animal como co-terapeuta, no tratamento de doentes psíquicos que não se comunicam, crianças hiperativas ou agressivas, portadores da síndrome de Down, pacientes de Alzheimer, pacientes com problemas neurológicos e deficientes físicos. 

Na Europa, 30% das terapias de recuperação utilizam animais. Em San Francisco, nos Estados Unidos, existe um programa em que cães e gatos oferecem conforto a pacientes terminais de Aids. A presença de animais repercutiu na melhoria do ambiente de trabalho nas enfermarias, beneficiando a equipe médica.

Os amantes de animais de Taiwan estão tentando salvar a vida de cães abandonados utilizando-os como cães de terapia.Segundo o jornal Straits Times, os defensores pretendem ajudar Taiwan a se livrar da reputação de “inferno na terra” para os cães de rua. 

Dezenas de cães foram recrutados pelo Dr Dog Programme de Taiwan, iniciado em 1999 pela Animals Asia Fundation (AFF), de Hong Kong, uma entidade especializada em programas de terapia animal assistida para pessoas que sofrem de males fisiológicos ou psicológicos.

Chen Mei-ju, enfermeira-chefe do asilo Hang An Nursing Home for Senior Citizens, diz que os cães de terapia fazem mágicas com os idosos, ajudando-os a rir e interagir com os outros novamente. "O mais importante é que os cães ajudam a aumentar a "mobilidade" dos residentes", relata.

Outras instituições médicas de Taiwan que participam do programa relataram ainda uma diminuição no nível de estresse dos pacientes. Dos 40 cães treinados da Dr Dogs, que passaram por 10 semanas de treino intensivo de obediência, passaram por dois testes de aptidão e ainda foram submetidos a internato de oito horas, 80% foram um dia cães de rua abandonados.

No Brasil, a atividade assistida que envolve o cão com seu condutor em atividades sociais, distração, recreação e integração, visando o bem estar e a melhora da qualidade de vida do paciente, esta sendo desenvolvida pela Equipe TAC, formada pelos profissionais : Marco Corrêa (presidente), Vinicius F. Ribeiro (diretor técnico), Luisa C.A.Penteado ( psicóloga clínica) e Miriam A.

Santos ( veterinária). Este trabalho vem demonstrando sua eficácia nas áreas de fisioterapia, psicologia, terapia ocupacional, enfermagem e pedagogia.

Utilizando o cão como motivador, o processo terapêutico e educacional tornar-se mais efetivo e prazeroso.
Benefícios:

- Desperta o amor incondicional e sem preconceitos
- Motiva a participação nas sessões terapêuticas 
- Facilita a relação paciente / terapeuta
- Altera o ambiente terapêutico
- Incentiva a projeção de sentimentos
- Incentivo a leitura e escrita
- Indica distúrbios emocionais e cognitivos
- Auxilia na integração social
- Tornar-se um instrumento lúdico

A Equipe TAC desenvolve suas atividades nas seguintes áreas:

- Parceria nos atendimentos de Psicologia, Fisioterapia e Educação Assistida   por Cães; 
- Treinamento de equipe multidisciplinar;
- Aquisição e educação do animal terapeuta;
- Implantação da TAA em clinicas e consultórios;
- Supervisão terapêutica e condução do animal nos atendimentos da Terapia Assistida por Cães

Etapas do processo:

- Zoonoses: rígido controle veterinário através de avaliação, exames periódicos e vacinas
- Comportamento: seleção comportamental, treinamento e adestramento
constante
- Alergias: avaliação prévia dos participantes 
- Fobias : dessensibilização

Projetos em ação:

1) Projeto Recanto da Vovó

- Investidor social: Intervet Shering –Plough
- População atendida : idosas residentes na Sociedade de Assistência Social “Recanto da Vovó”
- Atendimento: fisioterapia e psicologia assistidas por cães , duas vezes por semana , sessões em grupos de quinze idosas

2) Projeto cães e crianças autistas:

.Instituição parceira: Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da  Faculdade de Medicina da USP (IPq-HCFMUSP)
.População atendida: crianças autistas pacientes do ambulatório de psiquiatria
.Atendimento: atividade assistida por cães realizada na sala de espera do ambulatório pediátrico para crianças autistas.

Fonte: Vininha F. Carvalo - Del Valle Editoria
Imagem do próprio Artigo (Site ANIMAL LIVRE)

O Hospital Espiritual do Mundo agradece os irmãos DO SITE ANIMAL LIVRE pelo Artigo que engrandeceu este espaço de Aprendizagem e encontros Sagrados.
Se deseja compartilhar e divulgar estas informações, reproduza a integralidade do texto e cite o autor e a fonte. Obrigada. Hospital Espiritual do Mundo.

Tininha Mostra o que é Fidelidade Canina

Por.: Carolina Bataier / Cristiano Zanardi

Dentro do salão principal da Paróquia Universitária, a professora aposentada Sueli Garcia Rosseto tenta acalmar a pequena Tininha: temperamental,
a cachorra deu trabalho para sair na foto

Tininha mostra o que é fidelidade canina

Conheça a simpática vira-lata que acompanha as cerimônias na Paróquia Universitária da USC, onde mora há 14 anos.

Você sabe por que o cachorro entrou na igreja? Se esse cachorro na verdade for uma cachorra pequena e que atende pelo nome de Tininha, e se a igreja em questão for a Paróquia Universitária da USC, a resposta é: porque é lá que ela mora. 

Isso mesmo. Tininha é uma vira-lata que há cerca de 14 anos habita o local. 

Quem frequenta a paróquia provavelmente já a viu por lá, passeando livremente pelo prédio, ou “assistindo” às missas aos fins de semana.

No ano passado, durante a celebração de uma missa especial, que teve a participação de um padre da Canção Nova, Tininha fez graça. Deitou na toalha de veludo que cobria o altar onde estava o Sagrado Coração de Jesus, e lá ficou. 

Ao final da cerimônia, sete padres se uniram em círculo para orar ao redor do Sagrado Coração. Tininha permaneceu no centro, dormindo.

A cena é nítida na memória da professora aposentada Sueli Garcia Rosseto, 64 anos, que narra o fato entre risadas. “Quem nunca veio aqui antes estranha a presença dela”.

Tininha está lá desde quando tudo ainda tomava forma.

Foi um mestre de obras, que trabalhava na construção da paróquia, quem trouxe para o local uma cachorra grávida. 

Meses depois, nasceu Tininha. A obra foi concluída, o mestre de obras morreu e a mãe de Tininha sumiu. Ela, contudo,  ficou - e foi adotada pelas pessoas que trabalham no local. 

“Ela é um amor”, afirma Sueli, que mora perto da paróquia e ajuda nos cuidados com Tininha desde quando ela nasceu. 

Quando pode, Sueli leva a pequena ao veterinário para tomar banho.
A alimentação e outros cuidados ficam por conta de Marjorir dos Santos Leite, 71,  ministra de eucaristia. “Sou apaixonada por ela”, diz.

O carinho é retribuído: Tininha se apega às pessoas e as acompanha no dia a dia na paróquia. Durante a entrevista, não saiu de perto de Sueli.

DEPRESSÃO/ Tininha é dócil, porém, temperamental. Só vai no colo de Sueli, e ainda assim com resistência. Deu trabalho para tirar fotos, rosnou, não quis olhar para a câmera.

Sempre foi assim. Mas agora a cachorrinha tem mostrado um comportamento que tem preocupado as pessoas que cuidam dela: ela estaria depressiva.

Suely suspeita que, apesar de todos os cuidados que Tininha recebe, o problema seja falta de carinho.

Entre um trabalho e outro, Sueli, os demais funcionários e voluntários param para brincar um pouco com a cachorra. Mas ela não tem quem a leve para passear ou gaste horas ao seu lado. “Ela tem muitos donos, mas na verdade não tem nenhum” lamenta Suely. 

Com cerca de 14 anos, Tininha apresenta sinais de velhice, como catarata. 

Ainda assim, não deixa de alegrar o ambiente,  passeando  para todos os lados e frequentando as missas aos fins de semana em lugar privilegiado: em cima do altar.

Protetora realiza bazar hoje na São Benedito

Protetora dos animais de nascença, Borika Frank Hegyessy realiza neste sábado um bazar com objetivo de levantar recursos financeiros para o trato dos animais que ela recolhe da rua. Atualmente, ela abriga cerca de 30, entre gatos e cachorros. 

Borika os recolhe da rua, trata e castra e, depois, busca um novo lar para cada um dos bichinhos. Com isso, sozinha, ela precisa arcar com despesas como a pagamento de veterinários, vacinas, medicamentos, castração, além da alimentação. 

No bazar serão vendidos objetos como roupas, sapatos, utilidades domésticas e afins. Quem quiser participar da ação doando objetos também pode. Borika aceita ainda doação de ração para os animais.

Em sua casa, atualmente, Borika tem cerca de cinco animais para doação – os outros ainda estão em tratamento. Interessados em adotar esses bichinhos podem procurar a protetora hoje no bazar para conversar sobre o assunto também.

O evento será realizado na igreja São Benedito (Praça Epitácio Pessoa, 3-80), na Vila Falcão, das 8h ao meio-dia. Mais informações pelo telefone: (14) 3222- 4410
Carolina Bataier /Agência BOM DIA

Por.: Carolina Bataier / Cristiano Zanardi (Agência BOM DIA)

FONTE.: SITE REDE BOM DIA

Imagem do próprio Artigo (SITE REDE BOM DIA)


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É aceitavel a presença de Animais nos Cultos Religiosos?

É aceitavel a presença de Animais nos Cultos Religiosos?
Vininha F. Carvalho

A admissão de animais nos recintos sagrados é uma idéia perfeitamente compatível com o atual momento histórico-ecológico.

O padroeiro da Ecologia, São Francisco de Assis, sempre alertou sobre a importância da convivência harmoniosa entre as espécies-irmãs.Concebeu sua igreja alicerçada na fraternidade com a natureza e seus representantes.

Não existe lei na igreja que proíba a entrada de animais nas celebrações. A decisão pertence ao pároco responsável. Cães, gatos e pássaros participam de rituais católicos em Roma, na igreja do Monsenhor Mario Canciani, defensor da tese de que todos os animais vão para o céu após a morte.

Na Igreja da "Cruz Torta", no bairro de Pinheiros, em S.Paulo, dois cães dividem placidamente o altar com o velho pároco durante os cultos, que para eles dirige de quando em quando um olhar de ternura.

Há paroquianos que se escandalizam, sentem-se ofendidos com a presença de animais nos cultos. Se algum animal adentrar neste local, pode ser até expulso a pontapés por lideranças indignadas, sob o silêncio alienado das pessoas que aceitam como normal esta atitude violenta.

Franco Zefirelli, no filme “Irmão Sol, Irmã Lua, espelha com genialidade a oposição entre a igreja formal, com a rigorosa separação de classes, absoluto silêncio e fria incomunicabilidade e a igreja informal, com a presença integrada de pessoas, plantas e animais na celebração festiva e natural entre os seres. Nela é alma que canta.

Animais devem ser livres para participarem dos cultos religiosos, porque mesmo antes da humanidade povoar a Terra, a natureza em sons audíveis e compreensíveis saudavam o Criador.

Num gesto natural, equilibrado, afetuoso e livre de preconceitos ultrapassados, que mais igrejas escancarem suas portas, acolhendo o animal humano e o não humano, para uma confraternização e os colocando cada vez mais próximos da sua poderosa e universal origem, louvando a Deus por todas as suas criaturas. 

Artigo.: É aceitavel a presença de Animais nos Cultos Religiosos?
Fonte .: Vininha F. Carvalho
Del Valle Editoria / Site ANIMAL LIVRE

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sábado, 16 de julho de 2011

O Poder Secreto dos Animais


Cães telepatas, gatos capazes de prever a morte das pessoas, elefantes que sabem quando um terremoto irá acontecer. Os animais percebem muito mais do que nossos sentidos conseguem captar. A ciência reconhece isso, mas ainda não consegue explicar.

Já ouviu falar do gato Oscar? Há alguns anos ele virou uma celebridade mundial. Não por conta do seu pelo macio ou focinho perfeito, mas por sua capacidade de prever com precisão a morte de pessoas. Isso acontece ainda hoje, na clínica Steere House, em Providence, Rhode Island (Estados Unidos), um lugar para idosos com doenças degenerativas como Alzheimer e Parkinson.

Ali, Oscar costuma deitar-se ao lado ou sobre o peito de pacientes que dali a pouco passarão para o outro lado da vida. E ele não erra nunca.

Trazido de um abrigo de animais, Oscar cresceu na unidade para dementes da Steere House. A clínica adotou há anos um programa em que animais são levados para a companhia dos pacientes, a fim de que estes tenham manifestações de afeto e amizade. Cerca de seis animais residem ali, promovendo conforto aos pacientes. Mas só Oscar demonstrou a capacidade especial de perceber qual paciente morreria em breve.

Cerca de seis meses depois, médicos e enfermeiras da clínica notaram que o gato fazia sua própria ronda entre os pacientes. Ele cheirava e observava os doentes, e às vezes escolhia um deles para ir deitar-se.
Para surpresa geral, os pacientes com quem Oscar dormia vinham a falecer cerca de duas a quatro horas depois de sua chegada.

Um dos primeiros casos anotados referia-se a uma paciente que tinha um coágulo na perna. Oscar aninhou-se em volta de sua perna e ali permaneceu até a mulher falecer, cerca de duas horas depois.

Outro caso exemplar foi o do médico que havia feito um prognóstico de morte iminente, baseado nas condições do paciente: Oscar simplesmente se afastou, fazendo com que o médico acreditasse que o dom do gato houvesse desaparecido. Dez horas depois, Oscar aproximou-se novamente do doente e se aninhou junto dele. A morte do paciente ocorreu cerca de duas horas depois - um intervalo muito longo para o prognóstico inicial do médico.


A precisão de Oscar, que até agora conta com muitas dezenas de casos comprovados, levou o pessoal que trabalha na clínica a instituir um novo e incomum protocolo: toda vez que ele dorme com um paciente, os parentes deste são notificados de sua morte iminente. Na maioria das vezes, a família do paciente não presta atenção ao fato de que Oscar está presente na hora da morte; em algumas ocasiões, entretanto, quando é afastado do quarto a pedido dos parentes, o gato fica andando de um lado para o outro em frente à porta, miando em protesto. Quando permanece, Oscar fica com o doente até que este venha a exalar seu último suspiro - momento em que o gato se levanta, dá uma olhada e parte silenciosamente.

Nesta página, o gato Oscar, capaz de prever o momento da morte das pessoas.
Cavalos e cachorros, como todos os animais superiores, parecem possuir capacidades psíquicas particulares que podem nos ser muito úteis.

TUDO SE PASSA COMO SE OS ANIMAIS TIVESSEM UM MAPA MAGNÉTICO NA CABEÇA, UM "RADAR" FUNCIONANDO O TEMPO TODO, CAPAZ DE CONDUZIR SEUS PASSOS EM SITUAÇÕES CRÍTICAS. UMA ESPÉCIE DE GPS BIOLÓGICO

Várias foram as hipóteses formuladas para explicar os poderes de Oscar. Os gatos conseguem cheirar as substâncias químicas que são eliminadas pelas pessoas pouco antes de morrer? Os gatos simplesmente são ótimos observadores, melhores do que os próprios médicos? Os gatos possuem algum sentido ou sensibilidade especial, que não conseguimos explicar, mas que realmente funciona? Serão donos de algum poder paranormal?

Nenhuma resposta definitiva foi encontrada até agora, e, na clínica Steere House, Oscar continua tranquilamente a desempenhar o seu papel.

Oscar, no entanto, está longe de ser o primeiro e único animal a manifestar capacidades extraordinárias e inexplicáveis. Todos os animais, algumas espécies mais particularmente, possuem capacidades de percepção que superam em muito àquelas humanas. A tal ponto que seus feitos, observados um sem-número de vezes, em todos os tempos e lugares, fazem com que se confundam e se percam os limites entre a ciência e a magia. Nas últimas décadas, um cientista famoso pesquisou o complexo universo das estranhas percepções dos animais e construiu a respeito uma teoria unitária. Esse homem é Rupert Sheldrake, escritor e biólogo inglês, que explicou os resultados de sua pesquisa no livro Dogs that know their owners are coming home (Cachorros que sabem que seus donos estão chegando em casa).
  
No livro são apresentados diversos testemunhos relativos a prodigiosos eventos que têm como protagonistas animais capazes de perceber coisas que o homem não consegue. Um estudo particular de Sheldrake é dedicado à telepatia. A palavra significa aproximadamente "perceber de longe" e, nos casos relatados no livro, são descritas situações nas quais, por exemplo, gatos previram antecipadamente o retorno à casa do próprio dono, alguma situação de perigo a ele relacionada ou, mais simplesmente, captaram com o pensamento um chamado a distância do dono, sem que houvesse nenhuma possibilidade de ouvi-lo com os ouvidos físicos.

Há, em todo o mundo, inúmeros episódios de animais que, afastados de suas casas ou dos seus donos pelas causas mais diversas, encontram o caminho de casa até mesmo depois de anos de busca e de perigosas viagens. Sheldrake fala disso em seu livro, examinando casos de cães, gatos, cavalos e pássaros que conseguem voltar a seu domicílio, pouco importando a imensa distância que parecia tornar o feito praticamente impossível. A conclusão das suas pesquisas é que são de pouco ou nenhum valor o olfato e a memória visual dos lugares que os animais cruzaram.

Em muitos casos, era na verdade impossível tomar consciência dos espaços percorridos - por exemplo, no caso de viagens aéreas ou de trem (e pensemos que os citados animais escolheram meios e estradas totalmente diversas daquelas usadas durante a viagem de ida). Tudo se passa como se os animais tivessem um mapa magnético na cabeça, um "radar" funcionando o tempo todo, capaz de conduzir seus passos em situações críticas. Uma espécie de GPS biológico.
Existem também capacidades particulares dos animais que, além de nos deixar atônitos, podem nos ser muito úteis. Por exemplo, alguns cães preveem os ataques epiléticos nas pessoas, capacidade estudada e demonstrada em estudo conduzido pelo neurologista Adam Kirton, do Children's Hospital, de Alberta, Canadá, em 2004. O estudo, realizado com 60 cães, demonstrou que 15% deles são bastante precisos na previsão de uma crise epilética do próprio dono, sem necessidade de treinamento. Há vários casos em que o animal, mesmo estando a grande distância do dono, corria subitamente em direção a ele quando o mesmo estava na iminência de ter um ataque.

Essa virtude extraordinária parece ligada unicamente ao grau de conhecimento afetivo, por parte do cão, da pessoa que apresenta esse problema. Para alguns cientistas, isso provavelmente deriva da capacidade olfativa que os animais possuem: antes de um ataque epilético, o corpo humano poderia sofrer alterações fisiológicas que levariam a mudanças na sudorese e na composição química do suor, modificações que os cães conseguiriam perceber, ou melhor, cheirar. Mas trata-se realmente apenas de olfato?

A mais conhecida capacidade paranormal dos animais é, sem dúvida, a de prever terremotos e outros importantes cataclismos geológicos. Em 2004, horas antes do tsunami que devastou o litoral de vários países asiáticos, elefantes nas proximidades de praias na Indonésia e no Sri Lanka começaram a manifestar sinais de grande inquietação. Vários arrebentaram as correntes que os prendiam e fugiram para o alto de colinas, como que prevendo que as áreas estavam prestes a serem inundadas.

A MAIS CONHECIDA CAPACIDADE PARANORMAL DOS ANIMAIS É A DE PREVER TERREMOTOS E OUTROS CATACLISMOS GEOLÓGICOS

Na Europa e na China, zonas sujeitas a abalos sísmicos, todos prestam atenção quando animais em cativeiro - como aqueles trancados em zoológicos - mostram sinais de inquietação. Desde a antiguidade há relatos que falam dessa capacidade de previsão dos animais, que, bem antes do momento da catástrofe, começam a comportar-se de maneira estranha, mostrando um forte desejo de abandonar a casa do dono e fugir para longe, como se previssem, ao mesmo tempo, salvar a própria pele e avisar às pessoas de que não é mais o caso de permanecer naquele lugar.
Acima, Bastet, a deusa-gata dos egípcios. À direita, dois elefantes da Indonésia fotografados horas antes do tsunami de 2004. Eles entraram em agitação e fugiram para o alto das colinas. Abaixo, os golfinhos são um dos animais mais dotados de sensibilidade e inteligência.

Outra obra sobre o tema, Anche gli animali vanno in paradiso (Os animais também vão ao paraíso), dos pesquisadores italianos S. Apuzzo e M. D'Ambrosio (Edizioni Mediterranee), relata muitos episódios surpreendentes e inexplicáveis. No capítulo sobre experiências conduzidas em laboratório e destinadas a provar que alguns animais percebem nitidamente os acontecimentos até mesmo quando são impedidos de usar seus sentidos normais, narra-se a história de um cão boxer que foi ligado a um eletrocardiógrafo numa sala à prova de som, enquanto sua dona se encontrava em outro aposento. Sem que a mulher fosse avisada, um indivíduo estranho invadiu a sala e começou a insultá-la e a ameaçá-la de agressão física. A mulher ficou realmente amedrontada, e seu cão, trancado na outra sala, pareceu perceber que sua dona estava em perigo. O boxer entrou em agitação e seu ritmo cardíaco subiu violentamente. Outro relato fala de um norte-americano que hospedou em sua casa o gato persa de sua mãe, que partira em viagem à Inglaterra. O gato e a idosa senhora tinham vivido juntos no mesmo apartamento durante quatro anos, e nunca tinham se separado por mais de um dia. Era compreensível, portanto, que durante vários dias o animal parecesse assustado e arredio, mas ele logo se habituou ao novo ambiente e parecia então razoavelmente sereno. Mas um dia, um mês depois da partida de sua dona, ele se encolheu num canto da sala, miando desconsoladamente, recusando a comida e toda a atenção que quiseram lhe dar. No entardecer do segundo dia, esse gato passou a emitir miados pungentes, desesperados. Uma hora depois, o dono da casa recebeu um telefonema avisando-o de que sua mãe acabara de falecer de um ataque cardíaco, quando a transportavam para o hospital.

O Gato, Animal Mágico no Antigo Egito

No Egito dos tempos faraônicos, matar um gato era um crime punido severamente, não importando se essa morte fosse provocada ou acidental. Mas quando um gato morria naturalmente, conta o historiador Heródoto, as pessoas da casa choravam em luto, como se tivessem perdido um membro da família. O gato era embalsamado e ritualmente sepultado. Os egípcios o chamavam Myu, uma evidente onomatopeia. O gato era venerado em muitas outras regiões do país, sobretudo em Bubastis, cidade do Baixo Egito, onde a principal divindade era Bastet, a deusa com cabeça de gato.

Assim como a própria Bastet, o gato era inimigo das serpentes. Seu culto era muito difundido também em Tebas e Mênfis. Nos arredores dessas cidades foram descobertos cemitérios de gatos contendo cerca de 200 mil múmias desses animais. Parece que o gato macho era animal consagrado ao Sol e ao deus Osíris, e a gata, à Lua e à deusa Ísis.

O gato, cuja pupila sofre variações que lembram as fases da Lua, costumava ser comparado à esfinge, por conta da sua natureza secreta e misteriosa e por sua sensibilidade aos fenômenos elétricos e magnéticos. Além disso, sua posição "enrolada" e seu hábito de dormir dias inteiros faziam dele, aos olhos dos sacerdotes, a imagem ideal do meditador, mostrada como exemplo aos neófitos. No Livro dos Mortos egípcio o gato é chamado Matu, quando combate contra Apófis, a serpente píton dos pântanos, símbolo das forças maléficas e traiçoeiras.

Afirmava-se, também, que o gato possuía nove almas e gozava de nove vidas sucessivas.
A psicóloga de animais Beatrice Lydecker, autora do livro What the animals tell me (O que os animais me ensinaram), defende a ideia de que o esforço que os animais fazem para se comunicar conosco é muito maior do que podemos perceber. Para ela, a maioria das mensagens que eles nos mandam escapa totalmente à nossa atenção. Para Beatrice, os animais não se comunicam conosco verbalmente, e sim por intermédio de percepções extrassensoriais. Ela cita os resultados de uma série de testes que demonstrariam como uma pessoa pode se comunicar com seu animal preferido usando uma linguagem não verbal e visualizando aquilo que deseja. Essa opinião é compartilhada também pelos zoólogos Maurice e Robert Burton, autores da enciclopédia Inside the animal world (Por dentro do mundo animal), que trata de comportamento animal. A obra narra vários exemplos extraordinários de telepatia animal.
Por seu lado, o pesquisador norte-americano J.B. Rhine, considerado o pai da parapsicologia científica, já afirmava que experimentos bem controlados sobre a percepção extrassensorial dos animais confirmavam a evidência e sugeriam que a capacidade dos animais de transmitir e receber mensagens telepáticas é uma propriedade adquirida do organismo animal e precede a consciência sensorial.


Por.: Luis Pellegrini ( Imagens do próprio Artigo da Revista )
Imagens fazem parte do próprio Artigo

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Chico Xavier e os Animais- 06

"Os gatos merecem também todo o nosso respeito
e afeto, afinal, como todo o mundo, são filhos
de Deus",dizia o bondoso e dedicado amigo
dos animais. Chico Xavier

De quando em vez, Chico nos fala dos animais.

Ficamos admirados do seu amor por tudo que se refira à Natureza, crescendo sempre mais o nosso respeito por esse espírito de escol...

Sem dúvida, é preciso ter-se uma sensibilidade muito grande para "dialogar" com os animais, sim, pois Chico "conversa" com os seus gatos, com o seu cachorro "Pretinho", com o seu coelho...

Talvez muita gente vá pensar que estar envolvido com animais é falta de tempo, ou até mesmo desequilíbrio, mas não há o que estranhar, porque esses é quase certo que não amem nem os semelhantes...

Há algum tempo um confrade, veterinário, nos contou que Chico chorou feito criança abraçado a um gatinho de estimação que morrera envenenado.

Foi o próprio Chico que nos contou o que se segue.

A sua casa era freqüentada por um gato selvagem que não deixava ninguém se aproximar... Todos os dias o Chico colocava num pires alguma alimentação para ele. Numa noite, quando retornava de uma das reuniões, um amigo avisou que o gato estava morrendo estendido no quintal. Babava muito, mas ainda mantinha a cabeça firme em atitude de defesa contra quem se aproximasse. O Chico ficou bastante penalizado, pensando que ele poderia estar envenenado. O amigo explicou que horas antes o vira brincando com uma aranha e que, provavelmente, ele a engolira. E sugeriu que o Chico transmitisse um passe no felino...

O gato, apesar de agonizante, estava agressivo.

Ficando à meia distância, o nosso querido amigo começou a conversar com ele...

- Olha - falou o Chico - você esta morrendo. O nosso amigo pediu um passe e eu, com a permissão de Jesus, vou transmitir... Mas você tem que colaborar, pois está muito doente... Em nome de Jesus, você fique calmo e abaixe a cabeça, porque quando a gente fala no nome do Senhor é preciso muito respeito...

O gato teve, então, uma reação surpreendente.

Esticou-se todo no chão, permaneceu quieto até que o Chico terminasse o passe...

Depois, tomando-o no colo, esse admirável medianeiro do Senhor pediu que se trouxesse leite e, com um conta-gotas, colocou o alimento na sua boca...

O gato tornou-se um grande amigo e ganhou até nome.


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Chico Xavier e os Animais- 05


Chico Xavier tem uma singular estima pelos animais; aqueles que freqüentam seu modesto lar sabem que o médium vive cercado por algum animal doméstico.

Chico tinha um cão que atendia pelo nome de Lorde, o qual conhecia as pessoas que visitavam seu dono, quais eram as amigas, as curiosas e as maliciosas.

"- Senti-lhe, sobremodo, a morte. Fez-me grande falta. Era meu inseparável companheiro de oração. Toda manhã e à noite, em determinada hora, dirigia-me ao quarto para orar. Lorde chegava logo em seguida.

Punha as patas sobre a cama, abaixava a cabeça e ficava assim em atitude de recolhimento orando comigo.

Quando eu acabava, ele também acabava e ia deitar-se a um canto do quarto.

Em minhas preces mais sentidas, Lorde levantava a cabeça e enviava-me seus olhos meigos, compreensivos, às vezes cheios de lágrimas, como a dizer que me conhecia o íntimo, ligando-se ao meu coração.

Desencarnou. Enterrei-o no quintal lá de casa..."

Um dia certo visitante lhe pergunta se animais têm alma, Chico responde, rápido: "- Ah! sim, os animais têm alma e valem pelos melhores amigos..."

Possuímos provas pessoais destas verdades, querido Irmão Chico!...


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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Chico Xavier e os Animais- 04

Este e o Teddy de uma amiga especial Cristiane Knoblauch 
de Blumenau – Santa Catarina.


Chico Xavier e o Amor aos Animais

Segundo o iluminado amigo espiritual (livro : `Emmanuel - cap.1`) os animais são nossos parentes próximos, com sua linguagem, seus afetos e sua inteligência rudimentar.

Em Kardec `O livro dos Espíritos` há profunda elucidação à respeito.Reporta-nos entretanto à obra portentosa e exuberante de ensinamentos : `Chico Xavier - Mandato de Amor`, editada pela nossa venerável União Espírita Mineira, na qual deparamos momentosos esclarecimentos de nosso médium querido de sempre.

Pergunta - Chico Xavier, a Doutrina dos Espíritos esclarece com muita propriedade a questão da Lei da Causa e Efeito, de Ação e Reação, que preside a organização do Universo. Ela também nos indica o livre - arbítrio, como atributo fundamental da personalidade humana pelo qual o ser humano tem a facilidade de optar livremente pelo caminho que deseja seguir, recebendo contudo, em contrapartida, o resultado inexorável de suas decisões boas ou más.

Assim se conclui que a plantação é livre aos seres humanos mas a colheita lhes é obrigatória. Dessa forma se explica todas as provações e resgates, doenças e deformidades físicas e mentais que sofre a maioria dos homens na Terra, como sendo seu karma ou resgate de delitos passados.

Também nos ensina a Doutrina Espírita que os animais não gozam desta faculdade do livre - arbítrio , por não possuírem o pensamento contínuo.

Assim sendo, como devemos encarar a questão da existência de deformidades congênitas nos animais. Por que nascem animais cegos ou deformados?

Chico Xavier - Nossos benfeitores espirituais nos esclarecem que é preciso que todos nós consideremos que os animais diversos, a nos rodearem a existência de seres humanos em evolução no planeta Terra, são nossos irmãos menores, desenvolvendo em si mesmos o próprio princípio inteligente.

Se nós, seres humanos já alcançamos os domínios da inteligência desenvolvendo agora as potências intuitivas, eles, os animais, estão aperfeiçoando paulatinamente seus instintos na busca da inteligência da mesma maneira que nós humanos aspiramos alcançar algum dia a angelitude na Vida Maior, personificada em nosso mestre o Senhor Jesus, eles, os animais aspiram ser num futuro distantes homens e mulheres inteligentes e livres.Assim sendo, nós podemos nos considerar como irmãos mais velhos e mais experimentados dos animais.

Ora, nós sabemos que as leis divinas do Amor e Solidariedade entre seres e por isso, podemos facilmente concluir que as ações dos seres humanos, que Deus outorgou a condição e proteção de nossos irmãos mais novos animais. E o que é que esta humanidade tem agido em relação aos animais nos inúmeros séculos de nossa história.

Porventura nós, os homens não temos nos transformados em algozes dos animais ao invés de seus protetores fiéis? Quem ignora que a vaca sofre imensamente a caminho do matadouro? Quem duvida que minutos antes do golpe fatal os bovinos derramam lágrimas de angústia? Não temos treinado determinadas raças de cães exaustivamente para o morticínio e os ataques? Que dizemos das caçadas impiedosas de aves e animais silvestres unicamente por prazer esportivo? Que dizermos das devastações inconseqüentes do meio ambiente?

Tudo isto se resume em graves responsabilidades para o seres humanos, a angústia, o medo e o ódio que provocamos nos animais lhes altera o equilíbrio natural de seus princípios espirituais, determinando ajustamentos em posteriores existências, a se configurarem por deformidades congênitas.

A responsabilidade maior recairá sempre nos desvios de nós mesmos, que não soubemos guiar os animais no caminho do Amor e do Progresso, seguindo a Verdade de Deus.

Agora vejamos, se determinado cão é treinado para o ataque e a morte com requinte de crueldade, se ele é programado para o mal, pode ocorrer que em um determinado momento de angústia este mesmo cão treinado para atacar estranhos, ataque crianças de sua própria casa ou próprios donos.Aí teremos um desajuste induzido pela irresponsabilidade humana.

Ora, este mesmo cão aspira crescer espiritualmente para a inteligência e o livre-arbítrio. Mas para isto ele precisa experimentar o sofrimento que lhe reajuste o campo emotivo, aprendendo pouco a pouco a Lei de Ação e Reação. Assim, ele provavelmente renascerá com sérias inibições congênitas. A responsabilidade de tudo, no entanto, dever-se-a à maldade humana.

Fonte: U.T. Vieira - Araguai / M.G.

Imagem (Teddy – do Blog wwwosdiscursosdaalma-criss.blogspot.com)

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Chico Xavier e os Animais- 03


"Chico Xavier e Waldo Vieira saíam das sessões públicas e, ao chegarem em casa, costumavam datilografar os textos ditados pelos 'benfeitores espirituais`. Tinham muito trabalho pela frente: ainda estavam longe do centésimo livro. Numa dessas jornadas noturnas, um besouro caiu sobre a máquina do companheiro de Chico. Waldo atirou o inseto com força na parede. O bicho voou e tornou a cair sobre sua mesa. Waldo arremessou o recalcitrante com violência contra o chão. Mais uma vez, ele levantou vôo. 

Dessa vez, aterrissou no lugar certo: a mesa de Chico. Com cuidado, o companheiro de Waldo pegou o inseto, abriu a janela e o soltou lá fora enquanto comentava:

- Besouro, se você não conseguiu desencarnar através de Waldo, é porque você é como eu: tem uma missão a cumprir no mundo. Vá com Deus.

Waldo olhava torto para o sentimentalismo de Chico. E evitou fazer comentários quando soube como o parceiro tinha cuidado das formigas em seu quintal.

À noite, o batalhão avançava sobre a horta e devorava verduras e legumes plantados para as sopas dos pobres.

Os amigos já tinham providenciado o veneno quando Chico tentou um último recurso: dois dedos de prosa. 

Ele se debruçou sobre o formigueiro e começou a conversar:

'Vocês precisam ser mais piedosas, mais humanas. Estão faltando com a caridade ao seu semelhante. Estão tirando o alimento de quem precisa, e não há justificativa para tal procedimento. Usou todos os argumentos possíveis e até se deu ao trabalho de sugerir um caminho para as adversárias. Ao lado desta modesta horta (e apontou) tem um enorme terreno todo plantado das mais variadas gramíneas, uma grande mata que a natureza colocou à disposição de todos. Mudem-se e nos deixem em paz. Caso contrário, se isso não ocorrer dentro de três dias, tomarei enérgicas providências`.

No dia seguinte, sobrou apenas uma formiga, a 'subversiva`, segundo Chico.

Com paciência e um arsenal de 'causos`, apólogos e conselhos do além, Chico se tornava a cada dia mais persuasivo. Aprendia com a sucessão de histórias trágicas e cômicas que desfilavam diante de seus olhos e passava as lições adiante. Era um bom aluno e, portanto, um bom professor."

Do Livro: "As vidas de Chico Xavier"
Por.:  Marcel Souto Maior

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