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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

A PERDA DO AMIGO DE 4 PATAS

A perda do amigo de 4 patas

A DIFICULDADE DE LIDARMOS COM A PERDA DO NOSSO MELHOR AMIGO DE 4 PATAS E A INCAPACIDADE DE ALGUMAS PESSOAS PERCEBEREM ESTE SENTIMENTO!!

Todos os animais morrem e, devido à curta esperança média de vida que têm em relação aos humanos, é frequente os tutores terem de enfrentar a perda de um ou mais animais de estimação.
Por se tratar de um animal, a pessoa muitas vezes questiona-se sobre se tem direito a fazer o luto.
Os animais de estimação partilham a nossa vida durante anos.
Contamos com eles para apoio, pois não criticam nem julgam; para aliviar o stress, pois estão sempre prontos para a brincadeira; e não há nada melhor do que um afago, depois de um dia que não correu tão bem.
É por estas razões que os humanos se apegam aos animais, criando laços profundos de companheirismo.
São âncoras com quem podemos sempre contar, até ao dia em que por acidente ou por doença deixam de estar entre nós.

SOFRER, OU NÃO SOFRER

Um animal não é uma pessoa, mas é normal sofrer com a morte de um ser com quem partilhou a vida durante 5, 10 ou mesmo 20 anos.
Os tutores têm o direito de sofrer com a morte do seu animal, independentemente da opinião da vizinha, do familiar ou do colega de trabalho.
Por vezes os tutores de animais de estimação sentem que não têm “permissão” para chorar abertamente a morte do seu animal, seja porque o valor do seu animal é depreciado por outros, ou seja porque os outros nunca passaram por essa situação.
O mais importante é saber que não precisa da autorização de alguém para poder chorar o seu animal.

Procure pessoas que estejam a passar pela mesma situação e desabafe. Em casa, não se iniba de falar e chorar em frente a outros adultos.
Ninguém lhe pode dizer ao certo durante quanto tempo se sentirá triste, pois o processo de aceitação depende de cada um.
Existem contudo cinco etapas ligadas à perda de um ente querido:

Negação, choque, isolamento
Geralmente ocorre quando o animal ainda está vivo, mas encontra-se já em fase terminal.
Os tutores têm dificuldade em aceitar a morte do animal e evoluem para um estado de choque quando a morte efetivamente ocorre.
Sentem-se fora da realidade e não conseguem perceber que o animal já não está efetivamente entre nós.

RAIVA

Assim que se apercebem da realidade, os donos sentem-se zangados e disparam sentimentos de raiva em várias direções.
Pode-se sentir traído pelo próprio animal, que o abandonou, pelos membros do resto da família, que não expressam os sentimentos da mesma forma, pela sociedade, pelo veterinário e até mesmo por Deus.
Apesar de racionalmente a raiva indiscriminada não ter lógica, emocionalmente os donos não conseguem deixar de se sentirem zangados.

CULPA

A culpa é frequente nos casos em que um ente querido falece.
Começamos a supor tudo e mais alguma coisa:
“E se tivéssemos consultado mais opiniões profissionais”;
“E se lhe tivesse dado mais atenção” etc.
Quando se trata de um animal de estimação, a culpa é recorrente, pois o dono é responsável por ele e é ele quem toma todas as decisões que influenciam de forma determinante a vida do animal.

Assim, o tutor sente-se também responsável pela sua morte.
Também muito comum é o sentimento “Se eu tivesse passado mais tempo com ele” ou pactos secretos como “Se eu fizer isto, o meu animal volta para mim”.
Os casos em que a decisão de eutanásia foi colocada, independentemente de ter sido ou não aceite, gera um sentimento de culpa no dono que se questiona se terá agido da melhor forma, quer por ter terminado o sofrimento do animal, quer por ter insistido no tratamento.

DEPRESSÃO

É natural ficar triste quando morre um ente querido, mas a depressão é um estado psicológico que deve ser acompanhado por um médico.
Muitas vezes esta fase caracteriza-se apenas por momentos de tristeza, que não chegam a tornar-se depressões.
Esta fase pode terminar quando sentimos que há outros que partilham a nossa dor.

RECUPERAÇÃO

A recuperação é pautada pela aceitação da morte como algo que aconteceu e sobre o qual não temos poder de alterar.
Implica encarar a vida tal como ela é e seguir vivendo.
Não é uma altura de sorrisos ou momentos felizes, é antes marcada pelo regresso da calma e paz.

Estas fases podem não se suceder e o dono pode saltitar entre estes estados de alma.
Pode inclusive não experienciar todas as etapas.
Momentos pontuais podem atirar o dono em recuperação para uma destas fases novamente, tais como o aniversário do animal de estimação ou outras mortes, por exemplo.
O processo de luto difere de indivíduo para indivíduo, daí que a recuperação tenha de partir da própria pessoa e não de forças externas.

RECORDAÇÕES

Seguir em frente não implica esquecer o seu animal.
Por vezes, “arrumar as ideias” ajuda a ultrapassar esta fase.
Pode fazer um álbum de fotografias para guardar ou enterrar no jardim, numa espécie de funeral simbólico, já que a maioria dos animais são cremados.
Com isso pode fazer um memorial ao animal. Muitos donos optam por plantar árvores a quem atribuem o símbolo do animal.

Para dar um tom mais positivo num momento triste, pode doar algum dinheiro a instituições de recolha de animais, apadrinhar um animal ou qualquer outra coisa que faça sentido para si.
Geralmente fazer algo de positivo para a comunidade faz com que as pessoas se sintam melhor com elas próprias.

ULTRAPASSAR

O tempo é o melhor remédio e cura tudo.
Se der tempo ao tempo, a dor sossega e vai progressivamente recordando os bons momentos e não a morte.
Com tempo, os donos começam a rir quando se lembram das traquinices dos animais, daquela vez em que ele roeu o sapato, que o fez tropeçar na rua, etc.

NOVO ANIMAL

Os animais são insubstituíveis, mas assim que chegar à fase de recuperação pode pensar em ter um novo animal novamente.
Os animais fazem-nos rir e as suas exigências obrigam-nos a não desistir. Mas não se precipite.

Toda a família deve querer um novo membro e este não deve ser visto como substituto mas como um animal independente!
É um infeliz engano pensar que memoriais para animais de estimação sejam só para crianças.

Pelos mesmos motivos pelos quais guardamos a memória de nossos parentes quando eles falecem, um memorial para o seu animal de estimação é um passo importante no processo de luto.
Quer você o enterre ou guarde as suas cinzas numa urna, reservar tempo para memorizar o seu amado animalzinho com a família ou amigos ajudará a enfrentar a perda.

MANTENHA UM DIÁRIO

Muitas pessoas não se sentem à vontade comunicando verbalmente suas emoções ou demonstrando-as para outros de qualquer forma.
Mantenha um diário onde você possa explorar e chegar a termos com seus sentimentos de luto, através da palavra escrita.

Tente ver além do momento da morte.
Muitas pessoas, especialmente logo no início do processo do luto, têm dificuldades em lembrar-se do seu companheiro sem revisitar constantemente o momento da sua morte.
Embora você não deva negar a morte, também deveria fazer um esforço para lembrar-se dos bons momentos – aqueles que fizeram você sorrir, os momentos bobos e os de bagunça, também.
Lembre-se da alegria que você e seu animal de estimação sentiam na presença um do outro.

AJUDANDO AS CRIANÇAS

Para as crianças, a perda de um animal de estimação é muitas vezes o que lhes traz o primeiro sentimento de perda permanente.
Todos nós sabemos que a experiência não atenua a dor da perda, e também é verdade que as crianças terão alguns dos mesmos sentimentos dos adultos.

Mas a perda é sentida diferentemente por crianças menores; é muito provável que elas se sintam confusas ou com raiva (dos pais, do veterinário ou de si mesmas).
É melhor, no entanto, não se apoiar numa mentira bem-intencionada como “a Margarida fugiu de casa” ou “o Tigre foi embora para viver numa fazenda”.
Estas explicações podem magoar e confundir ainda mais o seu filho, enquanto a criança tenta descobrir se o bichinho optou por abandoná-la ou foi forçado a ir embora.
Por fim, seu filho pode encher-se de uma esperança não-realista, insistindo em que o seu amado bichinho voltará para casa.

Embora vá ser difícil, você não deve esconder o fato de que o seu bichinho morreu.
Ensine os seus filhos sobre esta parte natural da vida.

A MORTE DO ANIMAL DE ESTIMAÇÃO E AS CRIANÇAS

Muitas pessoas não percebem como a morte pode ser traumática e confusa para uma criança.
As crianças tendem a ficar enlutadas por um período mais curto, mas a sua dor não é menos intensa.
Crianças também tendem a voltar ao assunto com mais frequência, então é necessária muita paciência quando se lida com uma criança enlutada.

Algumas dicas importantes para ajudar uma criança nessa situação incluem:

1. Dar à criança permissão de lidar com a sua dor.
- contar ao professor sobre a morte do animal.
- encorajar a criança a falar livremente sobre o animal.
- dar à criança muito carinho e conforto.
- discutir a morte, o morrer e a dor honestamente.

2. NUNCA dizer coisas como “Deus levou o seu bichinho,” ou o animal “dormiu para sempre.”
- porque a criança pode temer que Deus vá levá-la, aos seus pais ou aos seus irmãos.
- porque a criança pode ficar com medo de ir dormir.
3. Inclua a criança em tudo o que se passa.
4. Explique que a morte é permanente.

OS IDOSOS ENFRENTANDO A PERDA

Quando os idosos têm de lidar com o luto, podem encontrar bem mais dificuldade.
Muitos idosos moram com seus bichinhos de estimação, alguns com a consciência de que jamais poderão ter outro bichinho, responsavelmente.
Um sentimento de solidão inescapável pode seguir a perda do bichinho.
Juntamente com este sentimento, a inevitabilidade da morte pode começar a pesar bastante sobre os idosos propriamente ditos.

É vitalmente importante não se entregar ao desespero; mais uma vez, você não está sozinho.
Ninguém, independentemente da idade, pode jamais substituir um bichinho de estimação que se foi.
Lembre-se de todos os diversos recursos disponíveis para você – de atendimentos telefônicos a grupos e fóruns online.

Você pode formar uma rede de amor e apoio na família e entre os amigos; talvez você não possa esperar vir a ter algum outro animal de estimação, mas é muito provável que estas pessoas tenham também os seus – que precisarão de alguém que cuide deles, de tempos em tempos.
Você pode ser voluntário em ONGs de proteção e defesa dos animais ou no CCZ da sua cidade.
No momento em que um capítulo da sua vida se encerra, um novo capítulo se inicia, pleno de novas oportunidades para compartilhar o seu amor pela família, amigos, animais e pela vida.

O luto é provavelmente a sensação mais confusa, frustrante e emocional que uma pessoa pode sentir.
É ainda mais para os tutores de animais. A sociedade em geral não dá a essas pessoas “permissão” para demonstrar a sua dor abertamente.
Dessa forma, os tutores frequentemente se sentem isolados e sozinhos.
Felizmente mais e mais recursos ficam disponíveis para ajudar essas pessoas a perceber que elas NÃO estão sozinhas e que o que elas sentem é completamente normal.

Fonte: SITE CURIOSIDADES FELINAS
             http://www.gatoverde.com.br/caes-gatos/luto/

O HOSPITAL ESPIRITUAL DO MUNDO agradece os irmãos dos SITE GATO VERDE pelo artigo que iluminou este espaço de aprendizagem e encontros Sagrados.
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NOTA.: As imagens usadas neste site foram tiradas da net sem autoria das mesmas. Caso alguém conheça o autor das imagens, agradeceremos se nos for comunicado, para que possamos conferir os devidos créditos. Grata, Esperança.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

CRIANÇA EXPLICA PORQUE NAO DEVEMOS COMER OS ANIMAIS

CRIANÇA EXPLICA PORQUE NÃO DEVEMOS COMER OS ANIMAIS
 



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domingo, 19 de maio de 2013

A HISTÓRIA DE SOFIA - FARMÁCIAS PANVEL

MAIS QUE MIL PALAVRAS


A História de Sofia - Farmácias Panvel
 

 
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sábado, 1 de dezembro de 2012

DIREITO ANIMAL: DIREITO DE NAO SER ESCRAVO DA HUMANIDADE



Tornamo-nos, mais ou menos, marionetes, e assim ficamos com pouca capacidade de interferir de modo bem mais substancial no desenrolar da sociedade humana. Somos também escravos das ideias, habilmente gravadas em nossos conjuntos de valores desde criança, que não somos capazes de, sozinhos, libertar-nos de hábitos que nós já percebemos com clareza que nos são muito nocivos, e também ao planeta. Penso que a escravidão que os seres humanos impõem aos animais não humanos só vai poder acabar definitivamente quando cada ser humano passar a agir com suficiente autonomia, pondo fim a essa sutil e avassaladora autoescravização da espécie humana.

No entanto, há outros fatores preponderantes que respondem pela perpetuação da ideia que os animais nascem para servir à humanidade, sem nenhum limite ético considerável para tal prática insana. A grande maioria das pessoas é bem sensível ao sofrimento que são obrigados a suportar burros e cavalos que trabalham como escravos tracionando carroças, e dos bois durante as abomináveis vaquejadas, por exemplo; porém, quase todas essas pessoas não se levantam para dar um basta a tais práticas diabólicas. Mas como fazer isso se desde criança é habilmente gravado em seu conjunto de valores a ideia que animal não humano nasce para servir à humanidade, usando um veículo de fundo religioso para isso. O bem respeitado teólogo católico Thomas de Aquino, que viveu no século XVII ousou escrever e divulgar publicamente: “(...)os animais são para uso do homem; também, sem nenhum prejuízo, este pode servir-se deles, seja matando-os, seja de qualquer outro modo”. Infelizmente, essas propostas muito indecentes eram práticas comuns entre os padres da Europa da idade média, por exemplo. A teia social brasileira foi tecida, durante vários séculos, baseando-se em tais ensinamentos, que vinham com uma roupagem divina para poder ter a devida credibilidade junto à população. Dessa forma, a pessoa para dizer não à escravidão animal, teria que se chocar com ideias que estão arraigadas em seu conjunto de valores, e que têm uma roupagem divina, e contestar um ensinamento divino parece ser uma idiotice; porém é perfeitamente plausível pôr em dúvida que a fonte do ensinamento seja divina, e para tanto é necessário mais autonomia, e mais coragem de cada pessoa para libertar-se da ideia que o ser humano tem o direito de torturar animais não humanos, inclusive no entretenimento humano.


Durante a idade média, na Europa, os bispos católicos pregavam que o sol girava em torno da Terra, pois entendiam que esse era um ensinamento divino, ou queriam dar a entender à população que pensavam assim; porém, pouco a pouco, nas décadas seguintes, esse ensinamento teve que deixar de ser divino, pois foi ficando bem evidente que era uma grande mentira, e a igreja católica teve que mudar de posição porque quase toda a população percebeu que era bem mais aceitável as explicações dos especialistas da época em detrimento das explicações dos bispos. Os ensinamentos religiosos não são estáticos, eles podem mudar, mas para tanto é necessário que haja uma certa revolução no comportamento das pessoas envolvidas diretamente com uma determinada religião. As religiões que apoiam substancialmente a ideia que os animais nascem para servir à humanidade serão cada vez mais pressionadas a defender a ideia oposta se cada vez mais pessoas acordarem desse pesadelo, e decidirem dar um basta à ideia do animal-objeto a serviço do ser humano.

Os animais nascem livres, porém os seres humanos privam bilhões de animais todos os anos desse precioso bem natural, entendendo que dispõem de uma espécie de permissão divina; temo só de pensar se os seres humanos entendessem ter recebido uma espécie de permissão diabólica para lidar com os outros animais. 

Por.: Andrade Bezerra 

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

CAFÉ MAIS CARO DO MUNDO É PRODUTO DA CRUELDADE CONTRA ANIMAIS

Civeta confinada em fazenda de café na Sumatra
(Foto: guardian.co.uk) 

Conhecido como "Kopi Luwak" ou "Café Civeta"
Café mais caro do mundo é produto da crueldade contra animais
Por Noelia Gigli (da Redação – EUA)
 

O café mais caro do mundo é feito de fezes. Abusos e crueldades praticados contra animais em seu processo de produção foram recentemente denunciados por grupos de proteção aos animais. 

Kopi Luwak, ou civeta café, é produzido principalmente na Indonésia a partir de grãos de café excretados pelas civetas asiáticas – criaturas pequenas, parecidas com gatos encontrados no sudeste asiático. 

A marca passou por uma recente onda de popularidade, devido a uma aparição memorável no filme de 2007 The Bucket List, aumentando seus preços para $230 (£145) o kilo. Kopi Luwak se espalhou pelos EUA e Europa; uma loja de Londres, no ano passado, anunciou que irá cobrar dos clientes £ 70 por um copo. 

Mas seu preço alto encobre uma cadeia de crueldades contra animais.
O jornal The Guardian visitou uma loja de café em Medan, na ilha indonésia de Sumatra, onde uma cevita fêmea foi mantida em uma jaula apertada na parte de trás das instalações. Ela foi separada de sua prole e colocada em uma gaiola bem pequena. O local tem mais de 20 gaiolas escondidas no telhado da loja. 

Grupos de proteção animal afirmam que um número crescente de “fazendas” de cevitas estão surgindo em todo o sul da Ásia, onde dezenas de milhares de animais são confinados para viver em gaiolas minúsculas e alimentados à força por uma dieta debilitante. A cevita asiática é uma espécie “comum”, mas conservacionistas afirmam que espécies relacionadas, exploradas para esse tipo de atividade, estão sob ameaça de extinção. O binturong, outra espécie de gato utilizada para produzir Kopi Luwak, é classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza como “vulnerável”. 

Os animais são alimentados quase que exclusivamente com grãos de café, que eles excretam. As enzimas do estômago ajudam a produzir um feijão que é lavado e torrado para criar um café que posteriormente é elogiado por seu suave sabor caramelo. 

“As condições são terríveis, muito parecidas com as de galinhas confinadas para o consumo e abate”, disse Chris Shepherd, diretor regional adjunto da ONG Traffic South-east Asia. “As civetas são retiradas do meio natural e têm de suportar condições horríveis. Elas lutam para ficar juntas, mas são separadas e têm de suportar uma dieta muito pobre em gaiolas muito pequenas.” 

“Existe uma elevada taxa de mortalidade e, para algumas espécies de civetas, um real risco de extinção. É uma espiral fora de controle. No entanto, não há sensibilização por parte das pessoas com relação à crueldade implícita na produção desse café. As pessoas precisam estar cientes de que dezenas de milhares de civetas estão sendo mantidas em tais condições. Se elas soubessem, deixariam de consumi-lo”, declarou Chris. 

IMAGEM.: DO PRÓPRIO ARTIGO 
 

PETIÇOES E ABAIXO ASSINADO PARA AJUDAR OS ANIMAIS
Todas essas petições e Abaixo assinado se encontram no link abaixo.
INSTITUTO NINA ROSA 

 

O Hospital Espiritual do Mundo agradece os irmãos do SITE – ANDA – AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DE DIREITOS ANIMAIS, pelo artigo que engrandeceu este espaço de aprendizagem e encontros Sagrados.
 

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URGENTE.: TORTURADOS E MORTOS PELA INDUSTRIA

 Foto: Reprodução/Care2
 
Torturados e mortos pela indústria
 
Vídeo mostra o horror vivido pelos cães explorados para o consumo, em Bali
Por Judy Molland (Care2)
Tradução por Patrícia Tai (da Redação)

 
O consumo de carne de cães na Ásia está tão difundido que já se fala em uma indústria de carne de cães. 

Quando se fala em Bali, a imagem que vem à mente é de um cenário deslumbrante, de cultura única e espiritualizada, um refúgio romântico, enfim, se pensa em um paraíso terrestre.

Mas há um lado obscuro na ilha indonésia de Bali, uma das mais famosas ilhas entre as 17 mil que compõem o arquipélago.

A cada ano, mais de 18 milhões de cães são mortos para consumo humano em todo o mundo, e Bali hospeda um significativo mercado consumidor de carne de cães. As informações são da Care2.

Muitos cães em Bali vivem nas ruas em frente às casas de seus tutores: eles são rotineiramente arrebatados, com um laço ou uma rede e, em seguida, espancados e eventualmente estrangulados, e até esfolados vivos.

O consumo de carne de cães na Ásia está tão difundido que já se fala em uma indústria de carne de cães.

Um novo documentário intitulado “Commercial Carnage: Dog Meat Industry” (“Carnificina comercial: a Indústria de carne de cães”), expõe essa prática cruel, mostrando como animais domésticos são levados e vendidos às fábricas de carne por aproximadamente 2,5 dólares. Um apanhador captura em média seis cães a cada noite.

De acordo com a IndieGoGo, que é produtora do filme, uma vez amarrados, os animais são transportados para o abatedouro em bicicletas. Infelizmente, o sofrimento se prolonga e eles são mantidos presos até que sejam massacrados e assassinados.

A indústria de carne de cães é predominante no sudeste asiático. Conforme relatado pela Care2, na Tailândia, os cães estão sendo caçados em números crescentes para alimentar o comércio de carne de cachorro em outras partes do Sul da Ásia. A polícia tailandesa sugere que até 2 mil cães tenham sido capturados em um período de apenas seis meses. A maioria destes deve ter sido destinada para o Vietnã e China, onde cão é considerado uma iguaria.

Na China, no entanto, há uma luta contra essa prática. Conforme publicado na ANDA recentemente, aproximadamente 800 cães destinados ao consumo foram resgatados. No ano passado, ativistas chineses realizaram resgates semelhantes onde foram salvos cerca de 200 e 520 cães, também sendo transportados para abatedouros de cães na China.

Em Taiwan, nas Filipinas, em Cingapura e em Hong Kong já há uma proibição sobre a matança de cães para consumo humano, em resposta tanto à preocupação pública com os animais quanto ao problema de riscos à saúde pela ingestão dessa espécie. Esta proibição nesses países foi obtida graças à ação de ativistas, mas em Bali isso ainda é permitido. 

Por favor (AQUI) assine a petição exigindo um fim à matança cruel de cães para consumo humano em Bali.
 

Veja também o vídeo sobre o tema (cenas fortes). EU NÃO ASSISTI!!! 

Fonte LEIA A NOTICIA ORIGINAL AQUI: AGENDA – AGÊNCIA DE NOTICIA DE DIREITOS ANIMAIS
IMAGEM DO PROPRIO ARTIGO
 


PETIÇOES E ABAIXO ASSINADO PARA AJUDAR OS ANIMAIS
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domingo, 25 de novembro de 2012

BASTIDORES SÓRDIDOS

Foto: Reprodução/Pravda

 
 

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) tem atingido um recorde nos últimos anos: tortura de animais. Eles são alvejados, incendiados, queimados com água fervente, expostos à radiação, pendurados enquanto larvas infestam seus corpos. Filme de terror? Não, OTAN. 

É difícil imaginar o quanto a imagem da OTAN pode afundar nos corações e na mente da comunidade internacional e de todos que financiam suas contas maciças após as evidências recentes de que experimentos são realizados com animais vivos. A OTAN atinge o fundo do poço. 

A PETA revelou que o ministro da Defesa britânico envia seus soldados (cirurgiões do Exército) para a Dinamarca para participar do que eles chamam de Operação Danish Bacon, isto é, operações nas quais porcos vivos são marcados, têm seus órgãos baleados por atiradores, mas não são mortos, pois a ideia é submetê-los a cirurgias. Eles gritam de terror, se debatem no chão por até duas horas, implorando pela vida. 

Após o bombardeio de edifícios públicos com equipamentos militares, após a destruição do sistema de fornecimento de água e de eletricidade da Líbia e após o abate de centenas de milhares de civis inocentes em guerras em todo o mundo, não é nenhuma surpresa saber que animais estão sendo tratados de forma tão desumana.

Mas não é apenas o exército britânico que está envolvido. A PETA também acusa as Forças Armadas dos EUA de mutilarem e matarem, a cada ano, 342 mil animais – entre primatas, cabras, porcos, coelhos, gatos, entre outros – em experiências militares que provocam extrema dor, angústia, e agonia. 

A PETA afirma que os EUA testam seu armamento nos animais. A organização em defesa dos animais lista alguns exemplos em seu site: por exemplo, o experimento atômico ARK, de 1946, forçou 4.000 ovelhas, vacas e cabras a embarcarem em um navio para serem expostas a uma explosão atômica. 

Há ainda experimentos em que ratos são fervidos vivos por dez segundos para serem infectados com doenças, ou então mergulhados em etanol e incendiados. Ovelhas são explodidas por bombas; porcos são baleados seis vezes no rosto com uma arma automática e depois incendiados; macacos são amarrados e expostos à radiação corporal; cachorros da raça beagle também são expostos à radiação e estudados por uma semana até serem sacrificados; coelhos são raspados para que mosquitos infectados possam picá-los e infectá-los também. 

Aproximadamente mil cabras já tiveram suas pernas quebradas e amputadas enquanto estavam vivas; 700 gatos foram atingidos por tiros na cabeça; animais são torturados com fumaça de cigarro, álcool, descompressão, para não mencionar o dano ambiental provocado no Pacífico Sul e sudoeste dos EUA com experimentos nucleares. 

A pesquisa revela que de 1998 a 2006, 11.127 militares conduziram experimentos em animais, 1.390 por ano, cerca de 4 por dia, todos os dias.

Uma vez que a direção da OTAN não é eleita democraticamente, o fato de ditar a política externa de seus Estados membros se torna inconstitucional. Após essas revelações, como pode qualquer ser humano civilizado permitir que esta organização se pronuncie sobre a política de um país? Como todos sabem, a OTAN perpetua a sua existência através da manipulação do medo e por operações de “bandeira falsa” para justificar suas guerras. 

Alguém realmente quer esse anacronismo inútil, esses assassinos torturadores em seu quintal? 

Foto: Reprodução/Pravda - Em: 23 de novembro de 2012 às 6:00

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